sexta-feira, 3 de junho de 2011

Distribuidora de combustíveis ALE abre inscrições para programa de trainee com vagas para Administradores

Prazo se encerrará no dia 12; as vagas são para as cidades de Natal, Belo Horizonte e São Paulo

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

A distribuidora de combustíveis ALE está com inscrições abertas para o Programa Trainee 2011. A empresa selecionará novos talentos para atuar nas unidades administrativas ou filiais da companhia em Natal (RN), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP). Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever, até o dia 12 de junho, nos sites www.ale.com.br ou www.focotalentos.com.br/ale2011.

Os trainees serão contratados ainda em 2011 e passarão por treinamentos e práticas em todas as áreas da empresa: operações, administrativo/financeiro, comercial/marketing e jurídico. "Este é o segundo ano consecutivo em que realizamos o processo de seleção de trainees, uma forma eficiente de atrair novos talentos para colaborar com o crescimento contínuo e acelerado da empresa", destaca o gerente executivo de RH da ALE, Vladimir Barros. Ele informa que a companhia vai contratar trainees com perfil empreendedor, visão estratégica de negócio, comprometimento, capacidade de inovar, trabalhar em equipe, potencial de liderança e foco no cliente.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter concluído, entre junho de 2007 e junho de 2011, graduação em administração de empresas, marketing (correlatos), publicidade (correlatos), ciências econômicas, engenharia (s), direito, tecnologia da informação (e correlatos), ciências contábeis e direito. É preciso ter domínio do pacote Office e disponibilidade para trabalhar em horário integral. Pós-graduação e conhecimentos de inglês são qualificações desejáveis.

O processo seletivo contará com testes on-line, dinâmicas de grupo e painel com "business case". A ALE irá oferecer aos selecionados remuneração compatível com o mercado, programa de participação nos lucros e resultados, previdência privada, assistência médica e odontológica, alimentação e seguro de vida.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Mito ou verdade: nome da universidade pesa no currículo?

Muito se fala sobre o peso do “nome da universidade” no currículo dos profissionais. Mas até onde esta história é verdadeira? Tire suas dúvidas aqui

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

É muito provável que você já tenha escutado que aqueles que estudam em renomadas instituições de ensino superior terão mais facilidade de conseguir um emprego do que aqueles que estudam em instituições menos conceituadas. Mas será que isso é verdade? Até que ponto o nome da intituição de ensino influência a escolha dos recrutadores em uma entrevista?

Entrar e concluir uma instituição de ensino superior no Brasil, de fato, não é tarefa para todos. Segundo dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 8% da população brasileira possuem esse diploma acadêmico. Mas quando se trata das universidades mais conceituadas, esse número de pessoas que conseguem o diploma é ainda menor.

A coach Reginah Araújo, da Escola de Executivos e Negócios Master Mind, revela que o nome da universidade influência sim e, em determinados casos, é determinante na decisão dos recrutadores em uma entrevista de emprego. "Existem universidades que são realmente referência em algumas áreas e aí, o diploma de uma dessas renomadas universidades faz a diferença na análise do currículo".

Para os olhos do mundo corporativo, o aluno de uma boa faculdade já foi aprovado duas vezes: uma quando passou no vestibular e outra quando se formou, já que o grau de exigência nestas instituições costuma ser bem maior.

Quando se trata de candidatos para estágio, trainee ou recém formados que, geralmente, não possuem ainda uma grande bagagem profissional, o peso dessa escolha é mais acentuado. Claudia Monari, consultora da Career Center, consultoria especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos revela que "muitas empresas fazem seus processos seletivos para programas de estágio e trainee e já na pré-seleção definem de quais universidades devem vir os candidatos, antes mesmo de chamá-los para uma entrevista."

Mas afinal, como saber se uma universidade é bem conceituada? Uma dessa forma é conferir a avaliação do MEC (Ministério da Educação) sobre a instituição. Para isso existe o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) que é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Além disso, é possível encontrar ajuda em revistas e jornais que produzem rankings de qualidade e contato com pessoas que já passaram pelas instituições.

"Nome de universidade" - diferencial até quando?
Mas quem acha que apenas estudar em uma universidade renomada terá sempre um diferencial para concorrer no mercado está profundamente enganado. Especialistas em recursos humanos entrevistados pelo Portal Administradores são unânimes em dizer que a experiência profissional anterior conta mais na hora da escolha dos candidatos.

A consultora Claudia Monari analisa como importante o conceito da universidade na decisão dos recrutadores, mas faz uma ressalva sobre o tema. "Existe a possibilidade do candidato ser escolhido por conta da universidade que fez, porém quanto mais maduro, ou seja, quanto maior a maturidade do candidato, o fator universitário vai ficando mais distante, dando espaço para experiência, que conta muito mais." Para Cláudia Monari "nada substitui a prática do dia a dia e o perfil de competências que o profissional adquire com a maturidade".

Teresa Gama, diretora e consulta do Projeto RH, empresa especializada em recrutamento e gestão pessoal, compartilha da mesma opinião. Para ela "quando a vaga requer uma experiência específica, uma maturidade profissional, o que geralmente pesa mais é a bagagem do candidato e o seu perfil. E, não apenas isso, mas também se ele buscou ampliar seus conhecimentos, teve experiências, mesmo que com projetos que possam ter propiciado uma visão crítica, analítica, postura empreendedora etc.

Outros diferencias
Na busca de um "lugar ao sol" no mercado, outro fator que colabora na conquista para uma vaga é o constante aprimoramento. Para isso, aquele que busca manter-se atualizado através de, por exemplo, cursos, palestras, intercâmbio, leituras ou um novo idioma, é um profissional mais valorizado no mercado. "A pessoa também pode fazer uma pós-graduação boa e isso também dá um peso maior à sua formação", acrescenta a diretora do Projeto RH, Teresa Gama.

Teresa salienta que "a formação é apenas um dos itens avaliados em um processo seletivo. O perfil e as competências que a posição requer têm um peso muito grande na decisão sobre a contratação. O mercado muda muito e requer um profissional atualizado e com as tendências que o cargo exige".

Mas para aqueles que ainda não possuem um currículo diferenciado e querem conquistar uma oportunidade, a especialista Reginah Araújo revela uma dica. "Quando o candidato não possui um belo currículo deve possuir um ótimo desempenho na entrevista com um bom marketing pessoal e surpreender o entrevistador".

Por tanto, independente se você possui um bom currículo ou um ainda não tão bom assim, demonstrar sempre determinação, vontade e personalidade nas tarefas exigidas são trunfos para te ajudar a ter mais sucesso no futuro e no presente da sua carreira.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Administradores sorteia netbooks entre seus fãs no Facebook e seguidores no Twitter

Quer ganhar um netbook Samsung? Pois esta é sua grande chance!

Por Redação, www.administradores.com.br

Quer ganhar um netbook? Pois esta é sua grande chance! O Portal Administradores está com uma super promoção que vai movimentar toda a turma no Facebook e no Twitter e sortear entre seus fãs e seguidores dois aparelhos Samsung N150 , sendo um para cada rede social. Para participar, é muito fácil. Basta seguir as instruções abaixo:

Para concorrer no Facebook
Acesse a aba da promoção em nossa fanpage, torne-se nosso fã e clique em "quero participar".

Para concorrer no Twitter
Siga o @admnews e retransmita a seguinte mensagem: "Quer concorrer a um netbook Samsung? Siga @admnews e RT esta mensagem até 15/06. Quer aumentar suas chances? Saiba como http://kingo.to/DFA"

REGRAS
- Perfis criados unicamente com a finalidade de participar de sorteios estão vetados e serão desclassificados caso sejam sorteados

- No Twitter, certifique-se de que a mensagem retransmitida contém o link da promoção, pois é ele que garantirá sua participação no sorteio

- No Twitter, lembre-se de seguir o @admnews. O perfil que, no ato do sorteio, não estiver seguindo o @admnews será desclassificado

- É vetada a participação de funcionários do Administradores.com.br em qualquer uma das promoções, seja no Twitter ou no Facebook

- O sorteio será realizado por meio da ferramenta Sorteie.me, tanto no Facebook quanto no Twitter

- Para cada rede social será sorteado um netbook da Samsung

- O sorteio será realizado no dia 14/06

O PRÊMIO
Netbook Samsung N150
c/Intel Atom 1GB 250GB LED 10.1" Windows7 Starter

- Processador: Intel Atom Processor N455
- Chipset: Intel NM10
Memória RAM: 1GB
HD: 250GB
Tela: 10,1" LED
Som: HD Áudio
Wireless e Bluetooth
Teclado: Português BR
Mouse: Touch Pad
Sistema Operacional: Windows 7 Starter
Softwares inclusos: Easy Resolution Manager, Samsung Update Plus e Samsung Suport Center
Cor: Preto
Conexões: VGA, Saída Para Fone de Ouvido, Entrada para Fone de Ouvido e USB

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Entram em vigor novas regras para uso do cartão de crédito

Além da anuidade, só poderão ser cobradas tarifas pelo fornecimento de segunda via do cartão, pela retirada de dinheiro na função saque, pelo pagamento de contas e pela avaliação emergencial de limite de crédito pelo cliente

Por Daniel Lima, Agência Brasil

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

As regras que padronizam o uso do cartão de crédito entram em vigor hoje (1º). A quantidade de tarifas cobradas caiu de aproximadamente 80 para cinco, no caso de cartões novos. A decisão de mudar as regras do uso do cartão de crédito foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em novembro do ano passado.

Além da anuidade, só poderão ser cobradas tarifas pelo fornecimento de segunda via do cartão, pela retirada de dinheiro na função saque, pelo pagamento de contas e pela avaliação emergencial de limite de crédito pelo cliente. Para os clientes que já trabalham com cartão de crédito, as cinco tarifas permitidas passam a valer a partir de 1º de junho de 2012.

Outra mudança foi o percentual da parcela mínima mensal para pagamento do cartão, que passa a ser 15%. Em 1º de dezembro, a parcela mínima para pagamento passará para 20% do total da fatura. Desde março passado, também não existe mais a cobrança de tarifas para as contas eletrônicas, exceto a anuidade. Essas contas são operadas diretamente pelo consumidor, como na internet, sem a necessidade de comparecimento às agências.

O CMN instituiu ainda uma diferenciação, nos tipos de cartão, que vai permitir aos clientes comparar os preços e escolher o mais adequado para suas necessidades. Passam a existir dois tipos de cartão destinados às pessoas físicas: o básico e o diferenciado. O básico poderá ser utilizado exclusivamente nas funções clássicas de pagamentos de bens e serviços em estabelecimentos credenciados, incorporando as opções de compra ou parcelamento.

O cartão diferenciado foi classificado como aquele associado a programa de benefícios e recompensa, como a troca de milhagens por passagens aéreas. Essas vantagens terão que ser incluídas apenas na anuidade e não terão taxas específicas. A instituição financeira terá que informar aos clientes todos os serviços incluídos nas tarifas. Continua proibido o envio de cartões para o cliente sem autorização prévia.

Além das tarifas, na fatura do cartão também terão de constar informações como o limite de crédito total e limites individuais para cada tipo de operação, gastos, por evento, inclusive quando o saldo é parcelado e os encargos cobrados, informados de acordo com a operação.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Lojas sem vitrine atraem consumidores

Havaianas, Chilli Beans, Santa Lolla e Puket apostam no formato para gerar mais interatividade no ponto de venda

Por Cláudio Martins , Mundo do Marketing

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
Uma loja sem vitrine. A princípio, é difícil de imaginar, mas esta tem sido a estratégia de marcas como Havaianas, Chilli Beans, Santa Lolla e Puket, que já nasceram com pontos de venda neste formato. Por em prática uma iniciativa como essa exige das empresas a observação de alguns cuidados, que vão desde a disposição dos produtos até o treinamento dos vendedores para proporcionar uma experiência de compra diferenciada ao consumidor.

A vitrine tradicional tem o objetivo de atrair os olhos dos clientes, seja com lançamentos, contando a história das marcas ou produtos. Algumas vezes, ela pode ser subentendida como uma barreira entre o consumidor e a loja. Por isso, há empresas que preferem trabalhar com o conceito de lojas sem vitrine para dar mais liberdade ao consumidor e facilitar o acesso aos produtos.

Com essa proposta, a Havaianas iniciou sua empreitada em 2009, quando começou a investir em franquias e lojas próprias. Atualmente, com 250 pontos de venda no Brasil e unidades em países como Estados Unidos, França e Espanha, a empresa investe em lojas com elementos do local onde o ponto de venda está inserido. Na Califórnia, por exemplo, a unidade possui design e produtos voltados para o surf.

Cores são chamarizes para consumidores
Um dos atrativos visuais que as lojas da marca oferecem são os painéis de cores montados nas paredes com as Havaianas Top. "Este modo de exposição dos produtos só pode ser montado devido ao crescimento do portfólio da marca. Há 17 anos, comercializávamos apenas um tipo de sandália e hoje contamos com mais de 80 modelos", diz Rui Porto, Consultor de Comunicação e Mídia da Alpargatas, empresa que detém a marca Havaianas, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A Santa Lolla também utiliza alguns artifícios visuais para capturar as consumidoras nas ruas ou nos shoppings. Todas as lojas seguem um projeto fixo, porém, a cada nova coleção, são feitas alterações nas bases expositoras, que acompanham as tonalidades dos lançamentos. As prateleiras são mais baixas para favorecer o acesso aos produtos, que são dispostos em blocos de cores em degradê, semelhante ao que faz a Havaianas.

Além de usar as cores como chamariz, a marca de calçados femininos muda com frequência a exposição dos produtos, de modo que os consumidores possam visualizar todos os itens da coleção. "Toda semana colocamos produtos diferentes nas prateleiras e a cada 15 dias também alteramos o display interno da loja. Desse modo, os clientes sempre encontram novidades, sem necessariamente haver um lançamento oficial", afirma Marcela Bussamra, Coordenadora de Marketing da Santa Lolla, em entrevista ao portal.

Estratégias para aumentar o ticket médio
Outra marca que opera de maneira parecida é a Chilli Beans. O diferencial que a empresa pretende oferecer é priorizar a experiência de compra, sem a abordagem direta do vendedor. O projeto da loja é voltado para estimular o autosserviço. Ao entrar nas lojas, os clientes devem se sentir à vontade para escolher entre os modelos de óculos e acessórios comercializados pela marca.

"Entendemos que a loja inteira deve ser uma vitrine. Não queremos simplesmente empurrar os produtos para os clientes, e por isso, treinamos os vendedores para oferecer uma consultoria de moda no ponto de venda. O consumidor precisa entrar na loja, encontrar algo a seu gosto e sair satisfeito", afirma Denis Sullivan ao Mundo do Marketing, responsável pelos pontos de venda da Chilli Beans em Goiânia, que seguem o mesmo padrão em todo o país.

Seguindo o conceito de Fast Fashion, a cada semana, as lojas da Chilli Beans recebem 10 modelos de óculos e armações. A variedade de produtos disponíveis em pouco tempo e a liberdade dos consumidores para experimentá-los, sem o intermédio direto dos vendedores, podem gerar uma indecisão, o que acaba por beneficiar as empresas.

"Permitindo que o consumidor toque os produtos e os experimente ele pode ter dúvidas sobre qual modelo ou peça levar. Para não ficar infeliz, o cliente acaba comprando os dois, o que colabora para aumentar o ticket médio das lojas", diz Heloísa Omine, membro do Núcleo de Varejo da ESPM e especialista em ponto de venda, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Interatividade no ponto de venda
Um dos benefícios de investir neste modelo de loja é tangibilizar a imagem mental que os consumidores têm dos produtos e também torná-los parte do ambiente. Para isso, os pontos de venda devem transmitir uma sinergia entre o conceito da marca e os itens comercializados. É pensando assim que a Puket busca criar uma atmosfera convidativa para os clientes.

Para estimular os consumidores a entrarem nas lojas, as portas são geralmente grandes, facilitando a circulação. A estrutura é pensada para comportar as cerca de duas mil opções de produtos diferentes, entre meias e roupas íntimas. Como resultado, cerca de três milhões de pessoas passam pelas mais de 90 lojas da marca a cada ano. "Antes de iniciar a experiência de venda, damos um espaço de tempo para os consumidores sentirem o clima da loja, visualizarem e tocarem os produtos" afirma Andrea Mendes, Diretora de Franquias da Puket.

A estratégia não funciona apenas na dimensão física de disposição dos itens. O desafio para as marcas está em oferecer a melhor experiência ao consumidor. No momento em que entra na loja, o cliente precisa sentir que não existe uma barreira entre ele os produtos desejados. Por outro lado, para dar mais liberdade ao visitante nos pontos de venda, é preciso orientar os vendedores sobre a abordagem mais adequada.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Facebook cria guia para professores

Facebook for Educators funciona como um guia e foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips em parceria com o mestre Derek Baird e o doutor BJ Fogg

AdNews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Os professores ganharam uma ferramenta própria dentro do Facebook, que deve ajudá-los a lidar melhor com a rede social que tanto influencia seus alunos. A informação é do Terra.

O Facebook for Educators funciona como um guia e foi escrito pela especialista em educação Linda Fogg Phillips em parceria com o mestre Derek Baird e o doutor BJ Fogg. Linda afirmou que "os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21".

A página possui informações atualizadas sobre o funcionamento do site e tópicos com "ideias criativas sobre o uso do Facebook na educação", como salienta Linda.

"Alguns professores estão usando o Facebook como uma ferramenta para apoiar discussões em classe, ampliar a conscientização de eventos e causas, estimular a colaboração entre os alunos e encorajar o aprendizado além da sala de aula", completa a espeialista.

Redes engajadas
Esta não é a primeira ação com mídias sociais com foco na educação. Em março, a Skype lançou uma comunidade voltada ao ensino para ajudar professores do mundo todo a compartilhar informações. Por meio do "Skype in the classroom", os educadores podem divulgar projetos e pesquisas, além de trocar conhecimento com outros colegas.

Um mês depois, surgiu no Brasil a primeira rede social no mundo focada em intercâmbio. Batizado de EDUFINDME, o site foi desenvolvido pelo EstudeNoExterior.com, que há 14 anos trabalha no mercado de intercâmbio.



Entrevista com a coautora Linda Fogg Phillips

P: Por que há a necessidade desse tipo de guia para professores?
R: O Facebook influencia todos os aspectos da sociedade, incluindo a educação. Os professores estão reconhecendo que precisam ter um melhor entendimento sobre o Facebook e utilizá-lo de forma positiva e produtiva para apoiar a educação dos alunos do século 21.

P: Quais são os pontos mais importantes sobre a mídia social que os professores devem saber?
R: O ponto mais importante que os professores devem saber a respeito da mídia social é que ela está mudando a maneira como nos comunicamos e interagimos de uma forma inédita. Os professores precisam conhecer e entender essa tecnologia para que sejam capazes de atender às necessidades educacionais dos alunos de hoje. Também precisam saber ensinar e estimular seus alunos a serem bons “cidadãos digitais”.

P: Muitos professores querem manter seu próprio espaço pessoal no Facebook, mas também têm interesse na mídia social como uma ferramenta para o aprendizado. Há uma forma de manter seu próprio espaço e usar a ferramenta para fins educativos?
R: Os professores podem manter sua privacidade e interagir profissionalmente com seus alunos utilizando os grupos e as páginas, sem a necessidade de se tornarem amigos dos alunos. Também é importante que definam suas configurações de forma a refletirem o nível de privacidade desejado.

P: Como os professores estão utilizando, de maneira positiva, o Facebook e a mídia social na sala de aula?
R: Os professores que entendem que uma das ferramentas mais poderosas para o ensino é também um meio que promove o entusiasmo pelo aprendizado têm grande capacidade de engajar seus alunos em uma experiência de aprendizado ativa. Alguns professores estão usando o Facebook como uma ferramenta para apoiar discussões em classe, ampliar a conscientização de eventos e causas, estimular a colaboração entre os alunos e encorajar “o aprendizado além da sala de aula”. Alguns também oferecem aos alunos a oportunidade de receberem feedback e informações vindas de seus pares. Isso sem falar da possibilidade de ministrarem aulas virtuais, móveis e mediante solicitação.

P: Como os professores podem participar da elaboração da política de mídia social de sua escola?
R: Acima de tudo, os professores precisam ter um bom entendimento da mídia social, incluindo seus benefícios e riscos, para que possam desenvolver uma política de mídia social adequada para a escola. Com esse entendimento, professores e administradores podem realizar discussões regulares para elaborarem uma política de mídia social capaz de apoiar as metas sociais, emocionais e acadêmicas de sua respectiva instituição de ensino. As políticas de mídia social das escolas devem ser revisadas com frequência.

P: Você criou um website, o FacebookForEducators.org, que acompanha o guia. O que os professores encontrarão lá?
R: O FacebookForEducators.org foi desenvolvido para oferecer aos professores informações atualizadas sobre o Facebook, além de conteúdo sobre como utilizar essa mídia como uma ferramenta de suporte para a educação. Os professores encontrarão tutoriais fáceis de entender, informações mais detalhadas e dicas e ideias criativas sobre o uso do Facebook na educação. O site também oferece acesso direto a especialistas nesse campo emergente e que muda rapidamente.

Linda Fogg Phillips tem oito filhos com idade entre 12 e 27 anos. É especialista no Facebook, escritora e palestrante. Escreveu o Facebook Guide for Parents (“Guia do Facebook para Pais”) e é coautora do Facebook for Parents: Answers to the Top 25 Questions (“Facebook para os Pais: Respostas para as 25 Principais Perguntas”). Atualmente, está trabalhando na elaboração de um curso do Facebook para o Online Therapy Institute. Linda dá palestras e ministra workshops práticos em escolas em todos os Estados Unidos.

Fonte: Bagarai

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Idoso brasileiro cria novo conceito de rede social

Objetivo é ajudar empresas a fechar negócios online

Adnews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Um brasileiro de 71 anos é responsável pela criação de um modelo mais sério de rede social. Enquanto o foco de sites como Facebook, Orkut e Twitter é a sociabilização, a interação das pessoas umas com as outras, a ideia do Yes, I Can Do B2B é ajudar empresas a fechar negócios online.

A rede foi fundada por Pierre Grossmann, segundo o qual, "essa ferramenta vai muito além do Google e faz o que nenhuma outra rede social faz. Ela pode conectar um chinês a um brasileiro e fazê-los fecharem negócios".

O site possui um banco de dados com 500 mil nomenclaturas de produtos e serviços que seguem padrões técnicos internacionais. Então uma empresa pode registrar seu produto, assim como procurar um que precise, enquanto o Yes, I Can Do B2B se preocupa em cruzar as informações e sugerir possíveis parceiros de negócios.

"Me dei conta de que, no fim do dia, o que o empresário quer é vender", afirmou Grossmann, em entrevista à agência Reuters. "Existem mais de 5 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil, e o que elas querem é encontrar clientes."

O cadastro é gratuito, mas se a empresa quiser incluir um catálogo para tentar fazer negócio pelo site, terá de pagar anuidade de US$ 200. O site foi lançado em português e inglês, mas já corre o trabalho de tradução para espanhol, italiano e chinês simplificado, entre outros.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Industrialização do iPad pode ajudar a gerar oportunidades no setor de TI

Segundo o diretor de RH da IT Job, Leonardo Martins. haverá oportunidades para desenvolver aplicativos para os tablets

Infomoney

Fonte: http://www.google.com.br/imghp

Que a economia do Brasil será movimentada com a industrialização do iPad em território nacional, não parece haver dúvidas. As perspectivas do desenvolvimento de empresas ligadas ao setor eletrônico impulsionam diversos segmentos da indústria, mas também alimentam expectativa da geração de inúmeras oportunidades para diferentes áreas profissionais, sobretudo na informática.

Segundo o diretor de RH da IT Job, Leonardo Martins. os profissionais de informática não ganham tanto com as fábricas em si, que já contam com maquinário e tecnologia estruturados para desenvolver os tablets. “O grande efeito mesmo é a possibilidade de popularizar essa plataforma tecnológica para compra pela população, gerando oportunidades para quem atua com programação e desenvolvimento de aplicativos para esses tablets”, defende.

Segundo o profissional, o fato de o iPad (e os tablets em geral) serem plataformas distintas, sobretudo pela possibilidade de acesso remoto, gera oportunidades também para profissionais que garantem suporte à comunicação e criem, desenvolvam e apliquem sistemas de segurança da informação para essas plataformas. “O tablet não revoluciona o mercado, até porque também tem suas limitações, mas faz parte de um conjunto de ferramentas, novidades, plataformas que estão surgindo, e à medida que houver uma compra mais massiva, mais oportunidades para esses profissionais de criação e desenvolvimento em TI surgirão”, alega.

Experiência
Martins alerta, no entanto, que as oportunidades geradas para os profissionais de tecnologia da informação devem ser aproveitadas por profissionais com grande experiência na criação e no desenvolvimento de aplicativos. “São chances para profissionais que já têm algum conhecimento nestas áreas, não adianta pensar em aproveitar o nicho de uma hora para outra”, aponta o diretor, que aposta em profissionais que contem com uma média de cinco anos de experiência nesses segmentos para conquistar as oportunidades profissionais possíveis.

Segundo Martins, hoje os aplicativos de games já fazem muito sucesso, mas há muitos outros conteúdos sendo desenvolvidas com igual potencial. A recomendação do consultor é que os profissionais que busquem atuar neste nicho (de criação e desenvolvimento de aplicativos para plataformas como os tablets) devem ter uma preocupação específica. “Além do poder de criação, é necessário ter visão de negócio, pensar na reprodução, no uso, no futuro, por isso, não pode ser um profissional rígido ou que não consiga refletir o mercado de forma ampla”, orienta.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Enem atinge média de 320 mil inscrições por dia

Pico de acessos ao sistema ocorreu logo no primeiro dia de inscrições, quando 594 mil estudantes acessaram a página

Por Amanda Clieglinski, Agência Brasil

Em duas semanas, a página virtual do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou a média de 320 mil inscrições por dia, totalizando 2.562.735 incrições até o meio-dia de hoje (31). O prazo para se inscrever no exame vai até às 23h59 do dia 10 de junho, sem previsão de prorrogação.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o pico de acessos ao sistema ocorreu logo no primeiro dia de inscrições, quando 594 mil estudantes acessaram a página do Enem na internet para participar do exame. Em 2009, o Ministério da Educação (MEC) deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

A participação no Enem também é pré-requisito para os estudantes interessados nas bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni), que são distribuídas a partir do desempenho do candidato no exame e que podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família.

A taxa de inscrição do Enem custa R$ 35, mas alunos matriculados no terceiro ano do ensino médio em escola pública não pagam. Até agora, já se inscreveram 509 mil estudantes nessa situação. Além dos alunos que estão concluindo o ensino médio em escola pública, cerca de 1 milhão de candidatos também estão isentos da taxa por comprovar situação de carência. Do restante, apenas 45 inscritos efetuaram o pagamento da taxa, que pode ser feito em qualquer agência do Banco do Brasil até 13 de junho. O participante pode acompanhar a validação da inscrição pela internet.

A Região Sudeste concentra o maior número de inscritos (955 mil), seguida do Nordeste (821 mil), Sul (300 mil), Norte (245 mil) e Centro-Oeste (239 mil). A maioria dos participantes do Enem 2011 tem entre 21 e 30 anos e 1,5 milhão já concluíram o ensino médio.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Trabalho: empresas adotam bicicletas e novos horários para lidar com o trânsito

Segundo pesquisa, 60% das empresas incentivam a carona no escritório. Já outras consideram o ônibus fretado como alternativa

Infomoney

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
Em muitas cidades brasileiras, o congestionamento faz parte do cotidiano dos profissionais. Pensando nisso, uma pesquisa realizada pela Regus revela que empresas adotam cada vez mais novas formas de fazer com que seus colaboradores superem os problemas causados pelo trânsito. Entre as medidas adotadas, estão o estacionamento para bicicletas e rotinas mais flexíveis de trabalho.

De acordo com os dados, seis em cada dez empresas de todos os portes (60%) incentivam a carona no escritório. Quase metade das empresas consultadas considera a introdução de ônibus fretados pela empresa para levar e trazer os funcionários.

Essa iniciativa está mais presente entre as empresas de médio porte, cujo indicador atingiu 54%. Já entre as empresas de menor porte, cerca de três em cada dez (30%) avaliam investir em estacionamentos seguros para bicicletas, incentivando assim esse meio de transporte.

Mudanças na rotina
Além de tentar solucionar as questões relacionadas aos meios de transporte, as empresas estão mudando a sua rotina de trabalho. A pesquisa indica que 89% dos entrevistados oferecem condições flexíveis de trabalho para uma parte do seu efetivo. Há flexibilidade quanto, quando e onde determinados profissionais podem compensar as horas gastas em congestionamentos, evitando horários de pico ou reduzindo a distância da viagem.

“Nos últimos três anos, a frota de veículos na capital paulista cresceu 31%, ultrapassando sete milhões, e com a iminência da Copa do Mundo da Fifa em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, que aquecerão o mercado e aumentarão o número de turistas, o caos do trânsito no Brasil só tende a piorar", afirma o diretor-geral da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro.

Ele acrescenta ainda que nenhuma empresa quer que seus funcionários cheguem atrasados, exaustos e estressados. “A nossa pesquisa com empregadores no Brasil mostra que metade das organizações que oferecem condições flexíveis de trabalho alega que esse novo comportamento corporativo proporciona um melhor equilíbrio entre o trabalho e a vida particular dos profissionais, aumentando a produtividade das equipes. 63% das empresas acreditam que essas opções custam menos do que a remuneração pelo trabalho em escritório fixo", finaliza.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Liderança: o longo caminho entre o planejado e o executado

Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões

Por Paulo Araújo, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
Caso existisse uma cidade chamada Planejado e outra Executado pode ter certeza que a estrada que ligaria uma a outra seria cheia de percalços. Qual das duas seria a maior? Com certeza a Planejado e a Executado seria em média a metade do tamanho da outra. É claro que essas cidades não existem, mas a realidade nas empresas entre o planejado e o executado não é muito diferente do que foi descrito na metáfora acima.

O que fazer para diminuir o caminho entre o planejado e o executado?

1. Elabore poucas metas, mas que sejam significativas. Nada de planos mirabolantes, cheio de fantasias e ideais dignos de um super herói. Sugiro que você ou sua empresa tenha uma meta maior, que normalmente é ligada ao faturamento ou rentabilidade do negócio, e no máximo cinco metas menores que devem estar alinhadas e ajustadas para atingir a meta principal. O problema é que a maioria dos profissionais tem medo de parecer desocupados ou pouco ambiciosos junto aos seus líderes ao declarar poucas metas. Todos insistem em parecer ocupados demais, com números demais, tarefas demais o que leva a resultados de menos. Atingiu uma das metas menores antes do tempo, substitua por outra. Pode ter certeza que sempre há algo a mais a fazer. Eu garanto!

2. Faça uso dos dados e fatos. A intuição ajuda, mas deve ser pautada pela sua experiência no mercado e principalmente pelo o que aconteceu nos períodos anteriores. Nada de viajar pelo espaço sideral corporativo e criar metas difíceis de atingir. Vamos deixar claro que uma meta desafiadora precisa ter dados e fatos que a sustentem e que metas impossíveis só desmotivam a equipe. Busque informações sobre o mercado, concorrentes, clientes, mas com fontes confiáveis. Nada de achar que sabe tudo ou que dá para chegar lá pelo simples fato de que você acredita e deseja. O desejo deve ser compartilhado pela equipe, assim como a confiança de que podemos realizar o que está sendo proposto.

3. Dá trabalho eu sei, mas se esforce para colocar as pessoas certas nos lugares corretos. Esse é um dos grandes dilemas de qualquer corporação. Onde estão os talentos da sua empresa? Estamos todos à procura de talentos no mercado e não olhamos para o próprio umbigo. Toda empresa tem pessoas talentosas, não importa o tamanho ou o que produz. Lembro que talento é muito diferente de um currículo acadêmico perfeito. Talento é a pessoa que sabe como fazer aliado ao prazer, disposição e interesse genuíno em ajudar. Imagine quantas pessoas hoje trabalham infelizes ou que não conseguem utilizar mais do seu potencial pela miopia do líder que acha que mudar dá trabalho e só gera confusão.

4. Busque o inconformismo. As metas devem ser constantemente divulgadas e o planejamento revisado e acompanhado no mínimo mensalmente, apesar de eu preferir encontros quinzenais com os responsáveis pela execução. Evite reuniões improdutivas de acompanhamento, estipule hora para começar e acabar o encontro e envie a pauta antecipadamente aos participantes. Não deixa as pessoas se conformarem com os resultados caso as metas não estejam sendo atingidas e peça mais soluções do que sugestões. Crie um stress positivo e nada de pressão desnecessária para cima das pessoas. Evite mudar as metas a todo o momento e concentre sua energia e esforço nas ações que efetivamente agreguem valor ao negócio e tenham impacto na meta maior.

5. Jamais se esqueça que quem executa as metas são as pessoas. Elas passam por bons e maus momentos na vida. Nada de paternalismo exagerado, porém não se esqueça que pessoas não são máquinas. Cuide da sua equipe, promova dentro dos limites possíveis equilíbrio entre vida pessoal e profissional, treine e desenvolva as pessoas constantemente. Acompanhe, faça-se presente e seja o maior exemplo de dedicação, ética e bons resultados.

Mostre do que você e sua equipe são capazes e assim, quem sabe, a longa estrada entre as cidades Planejado e Executado se torne uma bela rodovia duplicada, segura e com uma bela paisagem. Boa viagem!

Paulo Araújo é especialista em Inteligência em Vendas e Motivação de Talentos. Diretor da Clientar – Projetos de Inteligência em Vendas. Autor de "Paixão por Vender" - Editora EKO, entre outros livros. Twitter - @pauloaraujo07

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Salário de professor pode variar de R$ 510 a R$ 6.457,32, conforme região do País

Estudo da Consad avaliou ainda salários de médicos, enfermeiros, soldados, escrivães, delegados e agentes de polícia

Infomoney

O salário de um professor efetivo da rede pública de ensino, com carga horária de 30 horas semanais, pode variar de R$ 510 a R$ 6.457,32, dependendo da região do País. Ao menos é o que revela a Pesquisa Salarial do Consad (Conselho Nacional de Secretários de Administração).

O estudo, feito com base nas folhas de pagamento de 13 estados mais o Distrito Federal, considerou a remuneração de funcionários públicos efetivos, incluindo todos os vencimentos, como vantagens por tempo de serviço, por exemplo. No caso dos professores, foram considerados aqueles que trabalham 30 horas semanais na educação infantil e básica (Ensinos Fundamental e Médio).

Na média, de acordo com o levantamento, um professor nestas condições ganha R$ 1.773,42 por mês, sendo que o menor salário, de R$ 510, foi verificado em um estado do Nordeste, enquanto que o maior, de R$ 6.457,32, foi o teto da região Sudeste do Brasil.

Para proteger a confidencialidade dos dados, o Consad não revela os valores por estado. O maior valor mínimo pago a um professor foi encontrado no Sudeste, R$ 1.146,88.

Médicos
A pesquisa do Consad avaliou também os valores recebidos pelos médicos do país.

De acordo com o estudo, é no Centro-Oeste que os médicos do serviço público estadual recebem a menor e a maior remuneração do Brasil para uma carga horária de 20 horas semanais, de R$ 497,38 e R$ 22.922,48, nesta ordem.

No Nordeste, os salários mais altos dos médicos chegam a R$ 14.607, enquanto que no Sudeste ficam em R$ 11.406,21. Na média do país, a remuneração dos médicos por 20 horas de trabalho semanais é de 5.125,23.

Outras profissões
Além de professores e médicos, o levantamento do Consad analisou a remuneração recebida no setor público por enfermeiros, soldados, escrivão, delegados e agentes de polícia, sendo esta última a categoria que apresentou menor disparidade entre os salários em todas as regiões pesquisadas, conforme tabela a seguir:

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Chrome ultrapassa o Firefox no Brasil

Dados referentes à maio, da empresa de análise Stat Counter, mostram que o Chrome atingiu 26,83% de participação no mercado, contra 26,08% do rival. A liderança isolada segue nas mãos da Microsoft, com o seu Internet Explorer, dono de 45,79% do total

Adnews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
Em terra de internet lenta, ganha o navegador mais leve. A lógica serve para colocar o Chrome, do Google, como o segundo browser mais utilizado no Brasil, à frente do Firefox, da Fundação Mozilla.

Dados referentes à maio, da empresa de análise Stat Counter, mostram que o Chrome atingiu 26,83% de participação no mercado, contra 26,08% do rival. A liderança isolada segue nas mãos da Microsoft, com o seu Internet Explorer, dono de 45,79% do total.

O gráfico apresentado pela empresa aponta ainda para a queda constante do IE e do Firefox nos últimos meses. Eles assistem o crescimento do navegador do Google.

De acordo com as estatísticas, a dança das cadeiras dos browsers se repete mundialmente. Em outros países da América do Sul, o Chrome já havia ultrapassado o serviço da Mozilla em abril ao deter 27,71%, contra 25,25%.

A Europa é o único continente em que o IE não conseguiu se manter no topo; perdeu a liderança no ano passado para o Firefox. Os dados da Stat Counter se baseiam em mais de 15 bilhões de pageviews mensais, 4 bilhões deles nos Estados Unidos, a partir de uma rede de mais de 3 milhões de sites.

As informações são do Terra



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Twitter vai lançar serviço de imagens

Inserção de publicidade será uma maneira possível de capitalizar a plataforma

AdNews

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
O Twitter vai lançar uma ferramenta de compartilhamento de imagens. Segundo o blog TechCrunch, o serviço será apresentado em breve e é idealizado para concorrer com o Twitpic e com o Yfrog.

A inserção de publicidade será uma maneira possível de capitalizar a plataforma, já que ela deve seguir o modelo gratuito da rede. Na semana passada, a rede social oficializou a aquisição do TweetDeck por 40 milhões de dólares.

Com informações da INFO.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.

Bons negócios a um clique

O e-commerce é hoje um investimento que atrai cada vez mais os pequenos empreendedores para a web

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

Abrir uma loja no centro da cidade e vender roupas para os moradores, ou quem sabe, abrir uma loja virtual e vender os mesmos artigos para qualquer lugar do mundo. Esta evolução representa o e-commerce, nome dado ao comércio através da internet que vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente, entre os pequenos empreendedores e consumidores.

No final da década de 90, as lojas virtuais surgiam com uma aposta de várias empresas americanas e européias que começaram a oferecer seus serviços e produtos através da web. Desde então, empresários de todas as partes tem se rendido a aderir essa experiência com a expectativa de alavancar lucros e trazer sucesso para a empresa através desse meio virtual.

Acompanhando a evolução do comércio eletrônico pela internet, o empreendedor Juliano Souza, viu na loja virtual uma excelente oportunidade de expandir seus negócios e ganhar cada vez mais espaço no seu ramo de atuação. Há 10 anos na web com a loja Giuliana Flores, empresa de floricultura online, o empresário relembra o processo de implementação nesse segmento.

"Como a maioria dos brasileiros, naquela época nós também não tínhamos muitas informações sobre a internet e tudo o que aprendemos, aprendemos 'na marra'. A maior dificuldade do começo foi entregar o próprio produto em qualquer lugar do Brasil, já que nem todas as empresas de transportes estavam preparadas para carregar mercadorias mais frágeis. Hoje é tudo mais simples", recorda e comemora o empresário. Como fruto de sua iniciativa e visão, a companhia é, hoje, o maior site de vendas em flores online do país. E somente os negócios pela internet, representam 90% do faturamento total da empresa.

Lucros a vista
Certamente, a evolução da internet com tecnologias mais ágeis e interativas vem proporcionando uma maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços das lojas virtuais. Dados apresentados pela e-bit mostram que as vendas realizadas pela internet em 2009 apresentaram crescimento de 28% comparadas a 2008. Nesse período, o faturamento do comércio eletrônico chegou a R$ 10,5 bilhões.

O Diretor Geral da e-bit, Pedro Guasti relata que a segurança é um ponto forte para esse crescimento. "Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança. A própria implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma maior garantia tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte", comenta Gasti.

Inovação e lucros multiplicados
Uma das "regras de ouro" indicadas pelos especialistas em negócios digitais afirma que as empresas iniciantes no ramo virtual devem fugir de vender produtos que as grandes organizações oferecem, justamente para evitar a concorrência desleal no momento do desconto da mercadoria.

Ser inovador no e-commerce é outro quesito fundamental para conquistar a clientela pela web. Um exemplo que vem dando certo é a loja virtual ADMShop.com.br, veículo on-line especializado em artigos voltado à Administração de Empresas que está no ar desde 2008.

De acordo com o coordenador do ADMShop, Diogo Lins, desde sua implementação, o portal está crescendo a cada mês. "Estava faltando no mercado uma loja especializada em artigos feitos para nós, administradores e até para pessoas de outras áreas. O ADMShop veio suprir essa carência, oferecendo produtos de alta qualidade e muito bom gosto, sempre tentando inovar, fator imprescindível quando tratamos de comércio eletrônico", ressalta Diogo.

Natan Sztamfater, diretor do site PortCasa.com.br, especializado em artigo e utensílios para o lar, ressalta que outros fatores também favorecem as vantagens do varejo on-line. "As facilidades de comprar a um clique e receber o produto com a comodidade e agilidade proporcionada pela internet aumenta a satisfação e a entrada dos consumidores no e-commerce. Entrar na loja pela internet, escolher o produto e poder parcelar também ajuda muito no crescimento do comércio eletrônico. É a migração mesmo do real ao virtual".

Mas apesar do crescimento do comércio online, o especialista Marcio Blak, da Varejo e Consultoria e diretor da Boutique Virtual Sofisticada faz um alerta. "Não basta apenas montar um site para garantir o sucesso do empreendimento e uma fatia do bolo do crescimento do e-commerce. Para o negócio dá certo, é necessário ter um planejamento e toda infra-estrutura que permita a viabilidade da loja virtual. Se o site não oferecer a praticidade e segurança que o internauta busca, como, por exemplo, encontrar a informação até o terceiro clique, o consumidor não voltará", ensina o especialista.

Um empresário que entendeu bem essa visão e tem motivos para festejar é o sócio-fundador da Viajanet, Alex Todres. Com apenas alguns meses no ar, a agência de viagens online comemora o aumento de 400% no número de pedidos de compras online de passagens aéreas e pacotes turísticos em seu site.

O empresário acredita que com computadores cada vez mais baratos no mercado e devido à interação entre milhares de pessoas que a web proporciona, a tendência do comércio online é de se expandir. "Na web os consumidores podem procurar comentários de outros consumidores, o que ajuda muito na tomada de decisão de compra. A opinião de um usuário, às vezes, vale muito mais do que um anuncio publicitário, onde a intenção é vender um produto", salienta Alex Torres.

Hoje já é uma realidade. Estar na internet é está conectado com o mundo 24 horas no ar durante todo o tempo. Saber explorar todo o potencial que a internet pode proporcionar é o mais novo desafio. As novas tecnologias, interações nas redes sociais e implementações de sistemas inovadores de transmissão de dados são as apostas atuais para esse mercado que demonstra ter vindo para a vida das pessoas, mas não possui prazo de validade para sair.

Dicas
Caso você seja um marinheiro de primeira viagem no "mundo do empreendedorismo", é comum que possua muitas dúvidas de como atrair os consumidores ma internet. Veja algumas dicas para te ajudar nesse caminho

1. Seriedade: Encare a venda online com muita seriedade, o nome é virtual, mas o trabalho é real.

2. Especialização: Procure um nicho para explorar. Quanto mais específico o seu negócio, maior a chance do sucesso na internet.

3. Concorrência: Fuja dos produtos vendidos em grandes magazines.

4. Investimento em tecnologia: Na hora de comprar a sua plataforma de loja virtual, fique atento, nem todas são tão boas quanto parecem. Escolha muito bem o seu parceiro. Tecnologia é muito importante para que uma loja online esteja preparada para um rápido crescimento.

5. Formas de pagamento: inicie o seu site de vendas com o maior número de parcerias (Visa, Mastercard, American Express, entre outros) para facilitar a compra do e-consumidor.

6. Confiabilidade: Esteja na Ebit, consultoria que classifica lojas virtuais no Brasil. Só assim, mesmo ainda pequeno, os clientes irão confiar na sua loja. Não economize nos selos de segurança.

7. Teste seu portal: Antes de colocar o site no ar, faça testes e verifique se a sua entrega chega em pelo menos três dias ao cliente. Fator importantíssimo para satisfação do cliente.

8. Organização: Lembre-se dos pilares de um site de vendas: Atendimento ao cliente, divulgação digital, logística e administrativo.

9. Marcas: Se alie a marcas reconhecidas em suas áreas de atuação para conquistar confiabilidade do e-consumidor e oferecer produtos de qualidade.

10. Estoque: Cuide do seu estoque e da logística para atendimento ágil ao e-consumidor. A primeira impressão é a que fica.

11. Atração e retenção de clientes: Invista em marketing e meça cada detalhe das campanhas digitais, otimize as estratégias dia a dia.

12. Invista: Contrate uma consultoria especializada em vendas online, isso ajuda muito o pequeno empreendedor a errar menos no início.


* Dicas elaboradas por Natan Sztamfater, Diretor do portal PortCasa.com.br.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Existe hora certa para começar um negócio próprio?

Maioria dos novos empreendimentos tem gestores entre 25 e 35 anos. Tornar-se empresário após a aposentadoria, no entanto, não é uma má ideia

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

Ter sucesso ao abrir um negócio depende totalmente da experiência acumulada ao longo de vários anos de vida, certo? Errado. Pesquisas indicam que a maior parte dos novos empreendimentos tem jovens gestores à frente, com idades entre 25 e 35 anos. Isso não significa, no entanto, que passar a ser empresário depois de se aposentar seja uma má decisão. A regra é: não há idade certa para ser um empreendedor. Qualquer hora é boa hora.

A afirmação acima é do gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae na Paraíba, Elinaldo Macedo, para quem o importante é "ter uma preocupação permanente com o planejamento do negócio e acompanhar o mercado para ter noção da viabilidade econômica". Para ele, não há idade certa para começar. "As estatísticas indicam que a maioria dos novos empreendimentos é criada por jovens entre 25 e 35 anos. Mas, de repente, um profissional que trabalhou a vida toda em um banco, por exemplo, ou outra empresa privada ou pública, aos 60 anos, aposentado, com a experiência adquirida, monta seu negócio próprio", afirma Macedo.

Jovem empreendedor
Para o profissional recém-inserido no mercado e cheio de gás para montar seu próprio negócio, o conselho do gerente do Sebrae é ter calma. "O jovem tem muita energia e garra. Por outro lado, é mais atirado. Por isso, é importante ter os riscos - que existem em todo empreendimento - sempre bem calculados", afirma Macedo.

A formação continuada é outra exigência do mercado, hoje em dia. Mas, estudar e administrar ao mesmo tempo não é um problema. A universidade, as especializações, cursos rápidos para aprimoramento e orientação, como a oferecida pelo Sebrae, ajudam a compensar a falta de experiência.

Próprio
O Sebrae, através do Programa de Orientação ao Candidato a Empresário - Próprio, orienta empreendedores iniciantes. Dividido em quatro módulos, ele ajuda as pessoas que querem abrir um negócio a planejar seus empreendimentos e analisar o mercado em que vão se inserir.

Os cursos do programa são oferecidos em cidades de vários estados do Brasil. Para conhecer melhor o programa, clique aqui .

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Gênios fracassados: por que pessoas talentosas não conseguem ter sucesso?

Como já dizia Peter Drucker, “inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado”

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

Auvers-sur-Oise, França, 27 de julho de 1890. Financeiramente desequilibrado, Vincent, irmão de Theodorus e paciente do doutor Gachet – conhecido psiquiatra da região, atira contra o próprio peito, em um campo de trigo, perto da casa onde mora. O disparo não é certeiro e ele acaba retornando ao próprio quarto, cambaleante, mas sem deixar ninguém na rua perceber o ocorrido. Vincent permanece recluso até o dia 29, quando é encontrado por alguns amigos. Mas já é tarde.

O motivo exato do suicídio nunca ficou claro para as pessoas do pequeno povoado situado nas redondezas de Paris. Mas cogitou-se, na época, que o descontrole emocional de Vincent, intensificado pelo inconformismo com a situação financeira enfrentada por ele e o irmão, o tenha levado à atitude drástica. Vincent era pintor e Theodorus tentava vender seus quadros, mas os trabalhos não empolgavam ninguém a pagar muita coisa por eles.

Hoje, mais de um século depois, poucos artistas são tão venerados no mundo quanto Vincent, que somente após a morte conseguiu sucesso e ficou conhecido por seu sobrenome: Van Gogh. Considerado um precursor da ligação entre tendências impressionistas e o modernismo, o pintor, que é de origem neerlandesa, influenciou diversas vanguardas que surgiram em diferentes países no início do século XX.

Assim como Van Gogh, muitos outros profissionais, extremamente competentes na atividade em que são especialistas, não conseguem tirar proveito da própria genialidade. Por quê?

O escritor norte-americano John C. Maxwell, que é especialista em treinamento de líderes e autor do livro "Talento não é tudo", afirma que essa capacidade pessoal "é algo muitas vezes superestimado e frequentemente mal entendido". Segundo ele, "quando as pessoas realizam grandes coisas, os outros muitas vezes explicam suas realizações atribuindo-as ao talento. Mas esta é uma maneira falsa e equivocada de encarar o sucesso".

Maxwell ressalta em seu livro que o talento tem, sim, sua importância, e não pode ser desconsiderado. "Onde os Estados Unidos estariam se o país não tivesse sido formado por líderes talentosos?", afirma o escritor. No entanto, ele afirma que é preciso ir além, transformar competência em eficiência.

Já dizia Peter Drucker...
O pai da administração moderna, Peter Drucker, dizia que "inteligência, imaginação e conhecimento são recursos essenciais, mas somente a eficiência os converte em resultado". Para o consultor Deni Belotti, o compromisso com os próprios projetos é fundamental, e não pode ser esquecido. Para ele, a regra básica é: persistência. Segundo Belotti, é preciso ter "visão, capacidade de sonhar grande e, é claro, uma grande dose de determinação".

Já Elias Awad, palestrante corporativo e biógrafo de grandes executivos brasileiros – como Samuel Klein, da Casas Bahia – afirma que, no mercado de trabalho, a melhor maneira de transformar talento em sucesso é somando. "Em um mundo onde é inadmissível pensar em realizar algo sozinho, eu acrescento ao pensamento do mestre Peter Drucker que não basta apenas a sua convergência e o seu comprometimento, mas sim o da equipe", afirma Awad.

O escritor complementa chamando atenção para a questão da autoconfiança. Segundo o escritor, é ela que "levará ao merecimento. Ou seja: eu me empenho, eu me aprimoro, eu estudo, eu leio... Portanto, mereço ser feliz e ter sucesso. Enquanto isso não estiver muito claro em nossas mentes, os problemas e adversidades, muitas vezes criados ou potencializados por nós mesmos, serão mais fortes que nossas capacitações e objetivos. Dizem que querer é poder... Então, antes de poder, você precisar querer", afirma Awad.

A importância das escolhas
Na vida, nem sempre fica claro qual o melhor caminho para se chegar a um determinado objetivo. Na verdade, saber claramente qual objetivo perseguir não é uma tarefa muito fácil. As opções são muitas e uma coisa é importante ter em mente: nem sempre dá pra escolher todas. Por isso, grande parte do sucesso de um profissional, certamente, dependerá das decisões tomadas ao longo da carreira. Como fazer isso da maneira certa?

"Saber escolher e decidir é fruto de exercício constante", afirma Elias Awad. Segundo o escritor, "quanto mais se praticam escolhas e decisões, certamente, mais apurado fica seu feeling".

Awad chama atenção, no entanto, para o fato de a confiança excessiva na experiência adquirida ao longo da vida poder atrapalhar na hora de se tomar uma decisão. "Quanto mais apurado seu feeling, mais atento aos detalhes você deve estar, para não tomar decisões e assumir escolhas fundamentado apenas na autoconfiança", explica o escritor.

Talvez Van Gogh tenha tomado decisões erradas, não tenha acreditado no próprio potencial nem conseguido gerir seu trabalho. Ou não. O gênio pode, simplesmente, ter sido um incompreendido. Mas, e você: tem conseguido transformar seu talento em sucesso? Afinal, como diz John C. Maxwell, "todos temos algo que podemos fazer bem". Deixe seu comentário.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

A primeira impressão não é a que fica: o valor das atitudes na busca por um espaço no mercado de trabalho

Os desafios dos profissionais em início de carreira na luta por um lugar ao sol

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

Fonte: http://www.google.com.br/imghp
Desde a faculdade, uma das grandes preocupações de quem luta por um espaço no mercado de trabalho é construir um currículo atraente, que reúna atributos e experiências que sejam diferenciais na hora da disputa por uma vaga. No entanto, para as empresas e seus recrutadores, as informações no papel pouco importam, se não forem comprovadas por práticas realmente diferenciadas.

Uma boa lista de estágios no período da faculdade, experiências como trainee em grandes empresas, diversos cursos de aperfeiçoamento, domínio de duas línguas estrangeiras. Com um currículo desses, sem dúvidas, a entrada de qualquer profissional no mercado de trabalho vai, no mínimo, ter garantida uma ótima primeira impressão. Mas, no mundo corporativo, a primeira impressão não é a que fica. "É muito importante estar bem informado, atualizado, mas acima de tudo é importante desempenhar e fazer além do que é esperado do cargo", afirma Marisa da Silva, da Career Center, consultoria especializada em gestão de recursos humanos.

A formação, o aperfeiçoamento e as conquistas do tempo da faculdade são, é claro, importantes, como explica Marisa. "O mercado de trabalho valoriza, para quem está no início da carreira, todas as experiências, pois estas também permitem desenvolver competências, habilidades e maturidade em especial", afirma a consultora. No entanto, ela lembra: "muitas vezes, aspectos ligados a atitude (personalidade) são mais valorizados que os conhecimentos, pois as empresas vivem em transformações e as coisas nem sempre acontecem na velocidade que desejamos".

Marisa destaca que é importante, para o profissional, a formação continuada, para que ele se mantenha atualizado na profissão que exerce. Mas, segundo ela, o aperfeiçoamento não pode prejudicar o trabalho dentro da empresa, e vice-versa. "Existem profissionais que dão mais atenção ao estudo e menos às entregas/realizações na empresa. Ao ser comparado com outros profissionais que estão no mesmo estágio da carreira e com histórico maior de realizações (fazer além do esperado), poderá ser preterido. O contrário também é verdadeiro. Pessoas que só entregam e não se atualizam podem também ser preteridas por outras que têm um curso mais sofisticado. Tudo é questão de equilíbrio", afirma a consultora.

O valor dos pequenos gestos
É provável que, em algum momento, você já tenha se perguntado: "vale mais a pena ter no currículo passagens em várias empresas diferentes ou ter uma experiência mais longa em um único lugar"? A resposta? Depende. "Se a passagem for curta e ele (o profissional) não deixar alguma marca, ou seja, algo diferente (por exemplo, melhoria de um processo, organização de alguma coisa, criação de uma planilha de controle que não existia, melhor atendimento a um cliente importante, etc.), pode não ser tão diferenciado para o mercado", afirma Marisa, que, no entanto, faz questão de ressaltar que pode ser bom para o profissional conhecer a realidade do mercado.

Para quem fica muito tempo em um mesmo emprego, a ausência de iniciativas diferenciadas também pode, igualmente, tornar a experiência pouco relevante para o currículo. Em suma, "é importante na experiência sempre procurar contribuir de forma diferente, respeitando o gestor imediato, entendendo qual é o papel e o que é esperado", afirma Marisa, que deixa a dica: "procure fazer a diferença contribuindo para a melhoria da sua área de atuação. Pequenos gestos podem repercutir de forma muito positiva".

Clique aqui para ler a íntegra da entrevista que o Portal Administradores realizou com a consultora Marisa Silva, e veja mais dicas.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

O desafio de chegar ao fim do mês com dinheiro no bolso e as contas em dia

Resistir ao crédito fácil é fundamental para evitar efeito bola de neve nas dívidas

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

Colocar as contas no papel até que é uma atividade comum entre as famílias brasileiras. Mas nem todas seguem à risca o que está escrito. Água, luz, telefone, internet, aluguel, escola das crianças, alimentação, passeio no fim de semana, conserto do carro e pronto, o dinheiro foi embora. Para o que falta, cheque especial. Não tem? Cartão de crédito. E assim começa o calvário de 54% das famílias brasileiras: o endividamento que parece não ter fim.

Com a melhora na economia do país, ficou mais fácil comprar com prazos a perder de vista. Mas a facilidade pode, logo, logo, se tornar um tormento. Por trás do parcelamento em dezenas de meses se escondem os juros e, pior, o comprometimento das receitas com despesas adicionais por um período extenso, o que, na ausência de planejamento, pode agravar a situação.

Uma dica importante para evitar o efeito bola de neve nas contas, de acordo com a contadora Dora Ramos, é não ceder à tentação do crédito fácil, que, segundo ela, pode se tornar caro demais. De acordo com a contadora, é importante, antes de parcelar uma compra ou adquirir um empréstimo, avaliar a real necessidade de fazer isso. "Acredito que o mais importante é manter a possibilidade de obter o crédito quando ele realmente for necessário, num momento de real necessidade. Uma atitude precipitada no passado pode prejudicar a obtenção do crédito quando ele realmente for necessário", afirma Ramos.

Na hora da crise
Estar preparado para situações adversas também é fundamental. Mesmo quem mantém as contas no azul está, diariamente, sob o risco de entrar em crise. O motivo? Imprevistos. Ter receitas para cobrir as despesas não é o suficiente. Coisas como problemas de saúde ou reparos urgentes na casa ou no carro podem desequilibrar orçamentos que vivem no limite. Por isso, a recomendação é ter reservas. E reservas com fins bem planejados.

"Sem dúvida, a poupança é uma saída. Mas, para que seja uma saída eficiente, é preciso pensar, prever quais seriam as despesas imprevistas", afirma Dora Ramos. Segundo a contadora, "uma poupança aleatória pode não ser suficiente, uma poupança consciente e segura só será possível através de planejamento, até para que se possa decidir qual o tipo de poupança deve ser feita".

Família unida
Em se tratando da família, a concentração da responsabilidade no pai ou na mãe, certamente, vai ser um problema em um momento de crise. "Se os familiares não sabem a situação financeira e porque estão guardando dinheiro, eles vão querer comprar tudo que têm vontade", afirma Reinaldo Domingos, autor do livro Terapia Financeira. De acordo com ele, "a tomada de decisão em conjunto fará com que as privações sejam aceitas e que os objetivos sejam os de todos, e não apenas de uma pessoa".

Para Dora Ramos, "uma família que consegue fazer planejamento financeiro, atua de forma mais consciente" e todos os membros da família aprendem a importância de ter as contas organizadas . "É praticamente impossível um planejamento financeiro familiar que não envolva ou afete todos os membros da família. Enfim, pode ser o princípio de atitudes mais conscientes como cidadãos", afirma a contadora.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo