Apresentação de Projeto Editorial
Título: Fantasmas não Morrem
Subtítulo: Bandalheira Institucional: Como as quadrilhas de jaleco e gravata saqueiam o futuro dos estudantes nas universidades públicas
Autor: M. A. G. A.
Gênero: Não-Ficção / Relato Investigativo / Ética e Gestão Pública
Formato Narrativo: Primeira pessoa (Relato documental)
Sinopse e Justificativa de Mercado:
O que acontece quando as instituições criadas para educar e proteger o futuro do país se transformam em balcões de negócios e fraudes? Em "Fantasmas não Morrem", o engenheiro e educador M. A. G. A. rompe o silêncio para narrar em primeira pessoa a anatomia da corrupção institucional que testemunhou e combateu ao longo de sua trajetória.
Longe de ser uma denúncia abstrata, a obra é um relato visceral, cirúrgico e amplamente documentado que expõe como o compadrio e o crime de colarinho branco operam desde a base do sistema educacional até o topo das universidades públicas.
A narrativa se desenvolve através de três grandes eixos de impacto:
A Corrupção na Base: O desmonte do mérito no ensino fundamental, exemplificado pelo emblemático caso da aluna de média 9,3, onde o sistema prefere distorcer a realidade a aceitar a excelência.
A Pirataria de Estado: Os bastidores do mercado de concursos públicos, revelando o plágio integral de uma apostila preparatória para a Receita Federal (AFRF) cometido por uma estrutura familiar de cursos, e também o emblemático caso de um professor de outro curso, que preparava futuros auditores sem haver concluído o nível médio.
O Saque na Academia: O clímax da obra, que detalha as engrenagens da fraude acadêmica envolvendo a dissertação de mestrado do autor — um esquema que desafiou as estruturas de poder e culminou em uma investigação sigilosa conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF).
Por que publicar esta obra?
Fantasmas não Morrem não é apenas um livro de memórias; é um documento de coragem civil. Escrito com a fluidez de quem viveu os fatos e a precisão técnica de um engenheiro, o livro atende a uma demanda crescente do mercado editorial por obras que joguem luz sobre os bastidores do poder institucional no Brasil. Com o iminente levantamento do sigilo dos autos pelo MPF, a obra se posicionará no epicentro de um debate nacional urgente sobre a ética, a transparência e o futuro da educação pública brasileira.








