segunda-feira, 29 de agosto de 2011

iWas Steve Jobs: entenda por que a Apple se tornou o que é

Há quem compare o que Jobs faz à religião. Ele é o messias, a Apple Store é a Meca e nós não somos meros consumidores, somos seguidores e adoradores.

Por Marcos Hiller, www.administradores.com.br

O mundo da tecnologia acordou triste na quinta-feira, 25 de agosto. Após uma longa, histórica e bem-sucedida jornada à frente da Apple, Steve Jobs abandonou a sua empresa. Ele é um gênio! Ao mesmo tempo em que demitia funcionários nos elevadores da companhia em Cupertino/Califónia, de lá eram lançados produtos habitualmente causadores de frisson em todo o Planeta, embora ele não fizesse pesquisa com consumidores para desenvolvê-los. Ao mesmo tempo que ele diz, com a maior naturalidade, que o trabalho de 200 engenheiros que se debruçaram em um projeto durante dois anos de nada valeu, lança um MP3 com apenas um botão no meio, e é líder de categoria no segmento. Esse é o mago!

Se tivesse a dura missão de resumir Steve Jobs em poucas palavras, limitar-me-ia a dizer "paixão aos detalhes e intuição." Tudo que a Apple fez, faz e fará carrega esses dois valores de modo sublime. Todos os produtos da empresa têm uma extrema atenção aos detalhes, tudo muito bem calibrado, bem pensado, e todo novo design tem um racional fortíssimo por trás.

O cabo de energia é preso com imã ao computador, pois se você tropeça no fio não joga seu trabalho no chão. O botão de liga/desliga é sempre atrás. Caso você esbarre, isso não deletará seu projeto todo. Tudo é muito intuitivo. Nunca mexemos em um iPad, mas quando pegamos um parece que já sabemos onde as coisas estão. Todo produto da Apple é assim. O iPad, logicamente, não possui manual de instruções, pois aprendemos a operá-lo sozinho, mas se você é da geração X e não abre mão dele, sem problemas. Vá ao site da Apple e baixe o PDF.

Jobs deixa um legado incomparável na gestão da empresa. Há quem compare o que ele faz como algo parecido com religião. Ele é o messias, a Apple Store é a Meca da tecnologia mundial e nós não somos meros consumidores, somos verdadeiros seguidores e adoradores. E resta a Tim Cook agora, o mais novo CEO da companhia, fazer jus à fama de seu antecessor, e vestir a camisa 10 do "Pelé da Inovação". É uma camisa pesada, um crachá com brilho próprio e ao qual estarão atentos os olhares ávidos de nós, os consumidores. Vale lembrar que Steve Jobs era rodeado por outros gênios. Um deles é Jonathan Ive, que, ao mesmo tempo em que passeia em seu Aston Martin pelas praias da Califórnia, também desenha produtos como o iMac.

Jobs é um gênio provocativo. Ele desafiou o mercado editorial com os e-Books, que vieram para ficar e crescem de maneira avassaladora. A maior evidência disso é o pedido de falência da gigante Borders (simplesmente a segunda maior livraria dos Estados Unidos), e uma das grandes razões se deve ao fato deles não terem ido de modo tão agressivo para o segmento de e-Books. E Jobs avisou. Os livros físicos estão com os dias contados, pois ocupam andares e mais andares de bibliotecas, são ecologicamente incorretos e pesam nas nossas mochilas. Os livros digitais nada pesam, são mais facilmente compartilhados, são gostosos de ler e a natureza agradece.

Steve Jobs e a sua Apple ditam a vanguarda tecnológica e, ao mesmo tempo, geram uma rápida e proposital obsolescência de seus produtos. O iPad 1 que, até o ano passado, estava na crista da onda, hoje já é velho. Dentro de anos, será item de museu. Não me restam dúvidas de que Tim Cook e seu brilhante time de engenheiros e designers já estão com o iPad 3 pronto, o iPad 4 já no protótipo e o iPad 17 já idealizado. E cabe a nós, consumidores, sermos engolidos por esse tsunami de gadgets. A verdade é que eu não preciso de iPad 2, mas tenho de ter. Obrigado, Jobs!

Marcos Hiller - é coordenador do MBA em Branding (Gestão da Marca) na Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

As bases para uma carreira de sucesso


Aliada à formação acadêmica, a vivência profissional tem papel decisivo na formação e na qualificação, e o estágio tem seus méritos nesse processo.

Por Mônica de Oliveira Rocha, www.administradores.com.br

No Brasil, diversos setores da economia têm sofrido com um mesmo problema: o apagão de mão de obra. Uma boa dimensão dessa carência foi revelada, em abril deste ano, por um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrando que 69% das empresas têm problemas para contratar profissionais qualificados.

Aliada à formação acadêmica, a vivência profissional tem papel decisivo na formação e na qualificação, e o estágio tem seus méritos nesse processo. Na maioria das vezes é exercendo a função de estagiário que o estudante terá a primeira oportunidade de vivenciar a cultura e a realidade de uma empresa e obter parâmetros para tomar as decisões que delinearão sua carreira.

Mais do que o clássico papel de suporte às áreas de uma empresa, o estagiário hoje tem a chance de expor suas ideias e, principalmente, de interagir com os líderes das companhias. Isso é fundamental para desenvolver nele o sentimento de pertencer ao grupo e algumas das competências valorizadas em empresas como a CPFL: inovação, atitude empreendedora, paixão por vencer, excelência de processos, foco do cliente, compromisso com a sustentabilidade, orientação para resultados, compromisso com a criação de valor e visão de futuro.

Para o candidato a uma vaga de estágio é importante ter em mente o desafio e a qualidade da oportunidade que determinada empresa está oferecendo. Não se pode diminuir a importância de uma eventual efetivação, mas ela não deve ser considerada como único fator relevante para participação em um processo de estágio. Sua jornada e desempenho na companhia darão o tom de sua performance no mercado nos anos seguintes. Para os estagiários da CPFL Energia, as dicas são: aproveitar, aprender, contribuir e deixar sua marca. Aprendizado e desafio são as garantias e os que conseguirem se destacar sem dúvida serão priorizados na permanência.

Mais uma responsabilidade do interessado em participar de um processo de estágio é analisar muito bem a empresa onde pretende ingressar. É fundamental avaliar o perfil da companhia, sua missão e valores, a fim de identificar se está alinhado com o que o estudante pretende. Consultar ex-estagiários e pessoas que já trabalharam ou ainda trabalham na empresa pode dar um cenário detalhado da realidade da companhia e das oportunidades que ela tem a oferecer.

O estágio é uma ferramenta valiosa para estudantes de nível técnico e superior. Sem dúvida, os dois tipos de estagiários se beneficiarão dos conhecimentos adquiridos e poderão colocar em prática o que é aprendido em sala de aula. Na CPFL, muitos dos participantes do programa de estágio têm uma formação mais técnica e a própria natureza do negócio permite que eles participem de aplicações reais de procedimentos técnicos que nas salas de aula das universidades e escolas técnicas não podem ser tão aprofundados.

É aí que a parceria entre as instituições de ensino e as empresas tem um papel decisivo. Divulgar as oportunidades de estágios oferecidas pelas companhias, por meio de diversas ferramentas – mural, site, redes sociais –, ajuda os alunos a tomarem a decisão mais apropriada para o que ele busca em termos de futuro profissional. Essa parceria já existe, seja com as ferramentas já citadas ou em eventos ligados ao tema, mas deve ser cada vez mais estimulada.

Um profissional que passa por um programa de estágio de alto nível tem condições de disputar as melhores posições do mercado, pois pode desenvolver os atributos que as empresas mais valorizam e aplicá-las nas oportunidades futuras.

Mônica de Oliveira Rocha - é gerente de Recursos Humanos – Desenvolvimento de Pessoas da CPFL Energia.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Mulheres estão investindo mais, diz pesquisa

Compra de imóvel, viagens, aposentadoria e aquisição de automóvel são os principais motivos.

Por Sylvia de Sá, Mundo do Marketing

As mulheres estão investindo e poupando cada vez mais. É o que aponta um estudo realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do Grupo Bolsa de Mulher. De acordo com o levantamento, mais da metade (52%) investe parte da renda, contra 46% em 2010, e a estimativa de 67% delas é aumentar o valor nos próximos 12 meses.

A compra ou reforma de um imóvel é o principal motivo para realizar investimentos, apontado por 35% das 600 entrevistadas, com idades entre 18 e 60 anos. Fazer uma viagem é o que mais motiva 26% das mulheres, enquanto 23% pensam na aposentadoria e 19% querem comprar um automóvel. Entre aquelas que não conseguem poupar (48%), a principal razão é a situação financeira que as obriga a gastar, citada por 78%.

Já 13% afirmam gastar toda renda em compras. Mais da metade, no entanto, parece estar preocupada em guardar seu dinheiro: 28% separam um montante fixo regularmente e outros 28% fazem a conta e decidem quanto guardar antes de gastar, opção que era citada apenas por 19% no ano anterior. Há ainda 25% que não mantêm uma regra específica e poupam eventualmente.

Em comparação aos homens, as mulheres parecem ser mais prudentes. Enquanto eles esperam maior retorno, elas buscam menos risco. Para 14% delas, o público masculino arrisca mais e 5% se declararam mais conservadoras. Parte do público feminino (52%) também assume que precisa aprender mais sobre finanças pessoais, mas 22% já se sentem seguras e acreditam que aplicam bem o dinheiro.

Para a maioria (75%), a principal dificuldade está em entender as diversas opções de investimento, principalmente os informativos dos bancos, que utilizam uma linguagem muito técnica. A internet é a fonte de informação mais usada e o banco onde possuem conta corrente, o principal canal de investimento.

A poupança é a modalidade escolhida por 76%. Dos 24% que optam por outros meios, 27% costumam investir seus recursos em fundos de investimento com renda fixa (27%), seguido pelos títulos de renda fixa (19%) e CDB (10%). Já 11% delas escolhem diretamente em ações. Para trocar a modalidade de investimento, mais da metade das mulheres levariam em consideração a existência de uma ferramenta constante via internet, baixo investimento inicial e maior oferta de serviços financeiros, como seguros e empréstimos com menores taxas.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Campus Party anuncia novidades da próxima edição

A edição 2012 será a maior em número de vagas para campuseiros: sete mil irão acompanhar as centenas de atividades do evento, espalhadas pelos 76 mil m² do Anhembi.

Adnews

A quinta edição do maior acontecimento de tecnologia, inovação, criatividade e cultura digital do mundo está oficialmente lançada. O site da Campus Party 2012, que será realizada entre os dias 6 e 12 de fevereiro no Anhembi – SP, está no ar e divulga as primeiras informações.

"A Campus Party Brasil completa cinco anos em 2012. É com muita alegria que celebramos esse aniversário com muitas novidades e atrações, entre as quais o novo espaço, a ampliação do número de campuseiros, os palestrantes e outras atividades que podem ser vistas no site", destaca Paco Ragageles, um dos fundadores da Campus Party e presidente mundial da Futura Networks.

Como afirmou Paco, a edição 2012 será a maior em número de vagas para campuseiros: sete mil irão acompanhar as centenas de atividades da Campus Party, espalhadas pelos 76 mil m² do Anhembi – nova "casa" do evento. Uma das maiores e mais esperadas é a Intel Extreme Masters. Pela primeira vez a América do Sul irá receber a maior competição de games do mundo. O vencedor, que ganha US$ 21 mil, e o vice-campeão garantem vaga para a final mundial da disputa do StarCraft II, o game mais esperado do ano.

Além dos games, o debate e a troca de informações e ideias continuam presentes na Campus Party. O empreendedorismo ganha mais força e se faz presente com o Campus Empreendedorismo, um espaço pensado para o campuseiro inovador e criativo, que quer tornar sua ideia realidade. As atividades vão desde os primeiros passos de como montar uma empresa até cases de sucesso, passando por temas que andam esquentando o mercado como o empreendedorismo social, design thinking e crowdfunding.

Outro diferencial deste ano é a introdução da ferramenta CSI – Content Search Investigation – pela qual os campuseiros estão convidados a participar da construção da programação do evento. As atividades criadas em colaboração com o público poderão ser identificadas no site por meio do selo do CSI.

De acordo com Mario Teza, diretor geral da Campus Party, a nova ferramenta de colaboração faz com que o evento seja montado com a "cara" dos campuseiros. "Este é o primeiro passo para fazermos desta quinta edição a maior e mais abrangente desde que trouxemos a Campus Party ao Brasil. Estamos reunindo boas ideias de campuseiros que nos acompanham para que todos se sintam em casa", destaca Teza.

Palestrantes
O que Rafinha Bastos, terremotos, Angry Birds, futebol, matemática e Internet têm em comum? Todos eles são temas ou estarão representados na Campus Party 2012. O "cara" mais influente do Twitter e apresentador dos programas "CQC" e "A Liga" será um dos "filhos da Internet" – um momento com palestrantes que conseguiram impulsionar suas carreiras na web. Além de Rafinha, Rosana Herrmann e os criadores dos sites "Não Salvo" (Maurício Sid) e "Jacaré Banguela" (Rodrigo Fernandes) irão dividir suas experiências na CPBR 2012.

As presenças internacionais trazem estudiosos há tempos da web, como Andreu Vea, presidente da Internet Society, e novatos que mudam a história com apenas um tweet. O jovem chileno Sebastián Alegría Klocker, de apenas 14 anos, criou um sistema de alerta contra terremotos. Usando o microblog mais famoso do mundo, ele ajuda seu país, vítima de constantes abalos.

O inglês apaixonado pelo Brasil, matemática e futebol, Alex Bellos também estará presente falando de Pelé, jeitinho brasileiro, fórmulas e teoremas. E por falar em fórmulas, quer uma de maior sucesso do que o jogo "Angry Birds"? Os criadores de aplicativos e afins poderão conferir o que fez deste jogo uma verdadeira febre, pois estará presente Julien Fourgeaud, Product Manager & Business Development da empresa Rovio, responsável pelos pássaros que infestam tablets e celulares.

O evento
Assim como as edições anteriores, a Campus Party está organizada em três grandes espaços: Arena, onde, durante sete dias, os campuseiros interagem e participam de diversas atividades; Camping, com milhares de barracas e a infraestrutura necessária para este tipo de hospedagem; e Expo, área gratuita e aberta ao público em geral.

Na arena, as atividades se dividem em quatro zonas de conhecimento, além das ações especiais:
Ciências: áreas de Robótica (Curador: Danilo Rodrigues Cézar), Astronomia e Espaço, e Mooding e Eletrônica.

Cultura Digital: áreas de Artes Digitais (Curador: Instituto Sérgio Motta, com Camila Duprat Martins), Mídias Sociais (Curadores: Bob Wolheim, Bia Granja e Edney Souza) e Música (Curadoras: Lalai e Ana Laura Mello).

Entretenimento Digital: todas as atualidades e informações sobre Jogos, com o curador Moacir Alves Júnior.

Inovação: áreas de Desenvolvimento (Curador: David Ruiz), Segurança e Redes (Curadores: Nic.BR, com Cristine Hoepers, Klaus Steding-Jessen, Milton Kaoru Kashiwakura e Antonio Marcos Moreiras) e Software Livre (Curador: Pablo Lorenzoni).

Ações Especiais: reúne atividades como Barcamp, Campus Fórum (Curador: W3C, com Vagner Diniz, Carlinhos Cecconi e Reinaldo Ferraz), Campus Verde, Campus Empreendedorismo (Curador: Marcelo Pimenta) e Simuladores.

Inscrições
A previsão da Organização é iniciar a venda de entradas e do serviço de camping no dia 5 de setembro. O valor integral do ingresso para Campus Party Brasil 2012 é de R$ 300,00 e do serviço de camping, R$ 30,00. O serviço de alimentação não está incluído nestes valores. No site do evento é possível verificar os períodos promocionais para campuseiros veteranos, público em geral, estudantes de universidades parceiras e caravanas.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Geração Z é mais conectada, fuma menos e lê pouco, diz pesquisa

Os resultados mostraram que praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social.

Adnews

A Quest Inteligência de Mercado divulgou um estudo que analisa o mercado de diferentes faixas etárias. Foram ouvidas 600 pessoas na capital paulista, com idade entre 14 e 51 anos, para realização do "São Paulo em Foco: Gerações X, Y e Z". A pesquisa revela as diferenças e similaridades existentes entre essas três Gerações – X (32 a 51 anos), Y (20 a 31 anos) e Z (12 a 19 anos).

Os resultados mostraram que praticamente 100% dos jovens entre 14 e 19 anos (Geração Z) participam de alguma rede social, 75% usam celulares (16% navegam na Internet por esses aparelhos) e 60% se preocupam com a beleza do corpo e do rosto.

Paralelamente, a faixa etária entre 32 e 51 anos (Geração X) continua com assíduos leitores (55%) e os adultos entre 20 e 31 anos (Geração Y) mantêm o hábito de visitar os amigos (51%) e de consumir refrigerantes (52%). Os jovens da Geração Z, entretanto, leem menos (14% preferem jornais e 23% revistas).

"A principal diferença entre as gerações está no uso que fazem da Internet, das redes sociais e da tecnologia. Isso se reflete em seus hábitos de consumo, comportamento de compra e lazer", explica Luís César Périssé, sócio-diretor da empresa e coordenador da pesquisa.

Segundo ele, a Internet promove grandes mudanças sociais e essas gerações têm sido os principais agentes de mudança, dependendo do seu grau de interação social, isto é, da sua capacidade de influenciar pessoas por meio de suas ações na web.

"São agentes de mudanças os que produzem e compartilham conteúdo na web e nas redes sociais: 61% no total das 3 gerações. Na Geração Z essa proporção se eleva para 79%, na Geração Y, 71%, e na geração X, 48%", informa Périssé.

Para quem não sabe, o "Z" é a denominação comum daquilo que esses jovens fazem de melhor: zapear, saltando com desenvoltura da TV para o telefone; do videogame para alguma rede social na web; ou do MP4 para o e-book.

Esta controversa geração é consumidora voraz das novidades que o mundo tecnológico tem a oferecer, mudando de atitude tão rápido quanto uma mensagem no Twitter. Com o mundo 2.0 no DNA, é difícil imaginá-los vivendo da mesma forma que as gerações anteriores – sem telefone móvel, Internet, MP3, câmeras digitais ou tevê a cabo.

"Nascida sob os auspícios da estabilidade econômica, em um país com inflação de um dígito e governo democrático, a chamada Geração Z é um fenômeno que encanta e surpreende, pela sua enorme capacidade de assimilar as transformações tecnológicas em curso, neste mundo 2.0", enfatiza o coordenador da pesquisa.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Terceiro setor: primordial para o País

O caso mais emblemático é o do Brasil, que venceu a crise sem aumento do contingente populacional pobre e se tornou uma nação predominantemente de classe média.

Por Fabio Rocha do Amaral , www.administradores.com.br

Ao enfatizar os "bons exemplos para o mundo" que a América do Sul tem dado no combate à pobreza, direitos humanos e aperfeiçoamento da democracia, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na visita ao Continente, em meados dejunho, suscitou uma reflexão importante sobre os avanços observados em países da região. O caso mais emblemático é o do Brasil, que venceu a crise de 2008/2009 sem aumento do contingente populacional pobre e, mais do que isso, incluiu cerca de 30 milhões de pessoas nos benefícios da economia e se tornou uma nação predominantemente de classe média.

É desnecessário repetir aqui as conhecidas políticas públicas que têm contribuído para essa evolução. Porém, é primordial salientar um aspecto pouco lembrado desse processo: o aprimoramento da democracia, que não se limita às instituições, aos poderes constituídos e à política. O grande salto, nesse quesito, foi a maior participação da sociedade no enfrentamento e soluções dos problemas nacionais.

Tal diagnóstico é perceptível cronologicamente no periódico estudo Ação Social das Empresas, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Nos seis anos compreendidos entre 1996 e 2002, o Terceiro Setor cresceu 157% no País. À época, já existiam 276 mil organizações da sociedade civil em funcionamento, empregando 1,5 milhão de pessoas. Na segunda e até agora última edição da série, verificou-se expansão significativa, entre 2000 e 2004, na proporção de empresas privadas que realizaram ações sociais em benefício das comunidades. No período, a participação corporativa aumentou 10 pontos percentuais, passando de 59% para 69%. O número de organizações que estavam atuando voluntariamente já havia alcançado 600 mil, com investimentos de R$ 4,7 bilhões no social.

Pesquisa recente, abrangendo 8.930 empresas, empreendida pelo Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental, mostra que 85% das entrevistadas entendem as atividades no âmbito do Terceiro Setor como integrantes de sua visão estratégica. Em 82%, a alta direção envolve-se diretamente com os programas. O relatório evidencia, ainda, que os projetos têm foco correto ante as demandas brasileiras, considerando as cinco principais áreas às quais os investimentos são direcionados: educação, cultura, meio ambiente, qualificação profissional e esporte.

Percebe-se com clareza que o exercício da democracia participativa tem possibilitado e estimulado intervenções profundas do setor privado no social, contribuindo para a boa performance da economia, melhoria do ambiente de negócios e ampliação do mercado consumidor. Portanto, as ações do Terceiro Setor transcendem à importante e imprescindível filantropia, tornando-se cruciais para o sucesso das empresas e do País. Que se mantenha e se amplie essa visão lúcida e contemporânea, para que, na sua próxima visita, o secretário-geral da ONU encontre um Brasil que já tenha promovido a inclusão socioeconômica dos 17 milhões de habitantes que hoje ainda vivem sob o flagelo da miséria.

Fabio Rocha do Amaral é membro do Conselho de Administração do Banco Cruzeiro do Sul

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Shoppings brasileiros devem faturar R$ 109,1 bilhões em 2011

Valor representa 15,4% do total que o varejo espera movimentar este ano.

Por Sylvia de Sá, Mundo do Marketing

Shopping Praia de Belas - Porto Alegre - RS
Os shoppings brasileiros devem movimentar R$ 109,1 bilhões em 2011, ante R$ 89,5 bilhões em 2010, de acordo com o Ibope Inteligência. O valor representa 15,4% de todo o faturamento previsto para o varejo brasileiro este ano, enquanto no período anterior a fatia era de 14%. Entre os fatores responsáveis por aquecer o mercado estão a entrada de capital externo e o crescimento do poder de compra dos consumidores.

Até o fim do ano passado, o Brasil contava com 381 shoppings em operação e a previsão é que chegue a 419 unidades, com o lançamento de 38 empreendimentos ainda em 2011. Para 2012, estão programadas as inaugurações de outros 47 centros comerciais espalhados pelo país. O bom desempenho do setor também tem levado os empreendimentos para fora dos centros urbanos. Nos próximos dois anos, 27 cidades com população abaixo dos 600 mil habitantes passarão a ter o primeiro shopping.

Até 2014, a região Norte é a que terá maior crescimento, com ampliação de 72% da base instalada, enquanto o Sudeste deverá expandir em 29% e o Nordeste, 20%. Já as regiões Centro-Oeste e Sul terão aumento de 16% e 15%, respectivamente. Por dia, cerca de 8,7 milhões de consumidores circulam pelos malls brasileiros, uma média nacional de 23 mil pessoas por centro comercial. Em geral, os shoppings de grande porte atraem diariamente 2,5 vezes mais clientes que os menores.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Com as barbas de molho

Samuel Klein, ex-proprietário das Casas Bahia, deve estar bem preocupado com o desgaste entre Abílio Diniz e o CEO do Grupo Casino, Jean Charles Naouri. Afinal, a crise poderá gerar respingos em sua gestão na grande rede varejista que criou e levou ao sucesso.

Por Reginaldo Gonçalves, www.administradores.com.br

Samuel Klein, ex-proprietário das Casas Bahia, deve estar bem preocupado com o desgaste entre Abílio Diniz e o CEO do Grupo Casino, Jean Charles Naouri. Afinal, a crise poderá gerar respingos em sua gestão na grande rede varejista que criou e levou ao sucesso. As notícias que rolam por trás dos bastidores é que deve estar buscando alinhavar uma possível conversa com o CEO do Casino para, numa tentativa de esfriar os ânimos entre a disputa pelo controle do Grupo Pão de Açúcar – onde atualmente Abilio é o CEO –, estabelecer uma situação de menos hostilidade profissional e buscar novas estratégias para fortalecimento dos negócios empresariais.

Entretanto, o papel de intermediário não é motivado somente pela participação conjunta com Abílio nos negócios entre Ponto Frio e Casas Bahia, recentemente fusionadas. Ocorre que, se não houver acordo, a família Klein também poderá deixar de comandar seus negócios através da Super Casas Bahia, ficando apenas com a gestão do patrimônio particular e fora docomércio de eletrodomésticos e do sonho de uma empresa com maior sinergia emelhor administração. Portanto, qualquer deslize poderá, em 2012, mudar o comportamento nacional tanto da linha de supermercados, como das empresas que exploram eletrodomésticos, móveis e outros produtos.

De acordo com o ITR do 1º trimestre de 2011 da empresa Globex Utilidades S.A., se for observada a participação existente no seu capital social, fica claro o que poderá acontecer. Cinquenta e dois porcento são da CBD (Companhia Brasileira de Distribuição) e 47% da Família Klein. Até o 1º trimestre de 2011, a família Diniz participa com 32,81% das ações da CBD e o Casino com 67,14%. Portanto, com essa distribuição, a decisão está na mão do Grupo Casino, e como a maior participação das ações ordinárias é da CBD, o voto em assembleia poderá mudar todos os dirigentes a partir de 2012, inclusive da família Klein.

O que deverá mesmo deixar todos os envolvidos em uma saia justa é que qualquer deslize poderá modificar todo o perfil de gestão do grupo por inteiro. Por isso, se Samuel Klein vai ser um gestor de conflitos de interesse entre Abílio e Naouri é porque já percebeu que poderá ter problemas futuros com a troca de poder.

A fusão frustrada em primeiro momento está gerando dor de cabeça para todos os dirigentes. O que importa é que não respingue essa situação no lado mais fraco da moeda, ou seja, fornecedores e funcionários.

Reginaldo Gonçalves - é coordenador de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Telecine exibe filme pelo Facebook

A produção escolhida especialmente para os fãs de MMA é "O Lutador", de Isaac Florentine, que ficará disponível na fan page do canal entre os dias 24 e 28 de agosto.

Adnews

O Telecine disponibiliza, pela primeira vez, um filme através de sua página no Facebook, como forma de aquecimento para o evento UFC Rio 2011.

A produção escolhida especialmente para os fãs de MMA é "O Lutador", de Isaac Florentine, que ficará disponível na fan page do canal entre os dias 24 e 28 de agosto. Antes do filme, os espectadores poderão conferir também o trailer da nova produção de "Conan, O Bárbaro", que chega aos cinemas no dia 16 de setembro.

O longa-metragem O Lutador narra a história do boxeador 'Iceman' Chambers, que caiu em uma cilada e acabou preso, acusado por tráfico de drogas. Conhecido pelos golpes que dá dentro dos ringues, ele terá que aplicá-los também dentro da cadeia, mas com muita calma e inteligência, se quiser sair vivo dessa. O filme será exibido também no canal Telecine Action no dia 26/8, dentro do "Especial MMA no Cinema".



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Otimismo em excesso gera acomodação na carreira, alerta especialista

Esperar demais para o futuro pode confundir o profissional, que se esquece de evoluir e se aprimorar para então galgar cargos maiores.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Desejar um futuro melhor em termos de carreira e qualidade de vida não é nenhum pecado. Mas quando esse desejo passa a ser mais importante do que as próprias atitudes tomadas pelo profissional para se chegar até o objetivo, é hora de parar e analisar a situação: você pode estar sendo vítima do otimismo em excesso.

Um dos sintomas desse mal é o bloqueio da percepção da realidade, que pode gerar problemas mais complicados na carreira. Segundo o consultor Eduardo Ferraz, especialista em Neurociência Comportamental, esse tipo de situação pode acontecer quando o profissional se julga mais competente do que realmente é e deixa de se preocupar com o desenvolvimento das próprias habilidades e conhecimentos.

Qualificação
Segundo a última análise do Índice de Expectativas das Famílias (IEF), estudo realizado mensalmente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 78% dos chefes de famílias brasileiros se sentem seguros com os atuais cargos. Destes, 35,8% estimam um crescimento profissional nos próximos seis meses. Por outro lado, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) revelou que a carência de profissionais qualificados atinge 69% das empresas, sendo que 78% delas procuram investir na melhoria desse quadro capacitando os colaboradores no próprio local de trabalho.

Logo, a segurança na carreira que muitos profissionais brasileiros têm pode ser um ilusão bem efêmera. "O fato é que muitos profissionais deixam de se aprimorar em suas carreiras por terem uma autoavaliação distorcida", afirma Ferraz, ressaltando que a tese do psicólogo e vencedor do prêmio Nobel Daniel Kahneman foi justamente calcada no fato de que o otimismo em excesso é uma regra no mercado de trabalho, não exceção. Segundo Kahneman, todos têm uma tendência inconsciente a se acharem mais qualificados do que realmente são.

"O ser humano é condicionado, instintivamente, a buscar o caminho mais fácil e toma decisões baseadas no prazer imediato. Por isso tantas pessoas se endividam, cuidam pouco da saúde e deixam a carreira seguir por inércia", pontua o consultor.

Atitudes valem mais do que pensamentos
Ferraz defende que todos os profissionais devem procurar fazer uma autocrítica mais justa e agir para promover as mudanças necessárias. "Esperar que o melhor aconteça em sua carreira, sem o devido esforço, é mera ilusão. Ninguém é promovido ou recebe uma proposta de trabalho maravilhosa apenas por sorte. Pensamentos positivos são importantes, mas ter atitudes realistas é essencial", garante.

Para evitar situações de otimismo exacerbado e, por conseguinte, surpresas na carreira (como angústia, baixa auto-estima, insatisfação e até demissão), nunca é demais, lembra Ferraz, investir no autoconhecimento e na análise das reais competências profissionais. "Aprimorar continuamente seus pontos fortes deveria ser a maior prioridade na vida de quem quer evoluir profissionalmente. Se você estuda, faz cursos de qualificação, aprimora seus talentos e é reconhecido por isso, seu otimismo na verdade é puro bom senso", conclui.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Steve Jobs não é mais o CEO da Apple

Tim Cook, vice-presidente operacional da companhia, que substituiu Jobs nos períodos de licença, assume a função.

O venerado CEO da Apple, Steve Jobs, não estará mais no comando da companhia que fundou e ajudou a transformar em uma gigante. Em carta divulgada na noite desta quinta-feira (25), o executivo disse que "infelizmente", chegou o dia de deixar o cargo. Em 1985, Jobs já havia se afastado da presidência da empresa, retornando em 1997 com a missão de salvá-la do fracasso. O novo presidente será Tim Cook, vice-presidente operacional que já o vinha substituindo em seus períodos de licença médica.

Sob o comando de Steve Jobs, a Apple saiu da posição de quase falida e se transformou na maior empresa com capital aberto do mundo. A desenvolvedora de gadgets como iPad, iPhone e iPod tornou-se símbolo de inovação lançando no mercado produtos com tecnologia diferenciada, criando novas tendências e hábitos de consumo em todo o mundo.

Embora sua saída da direção da companhia não tenha sido justificada na carta, as especulações são de que os motivos estejam relacionados com os problemas de saúde que já o haviam colocado em licença nos últimos meses.

No mercado, a saída de Jobs derrubou as ações da Apple em 5,2%, mesmo elas não tendo sido negociadas nos instantes seguintes à divulgação do texto de despedida.

Leia a íntegra da carta de despedida de Jobs (em inglês).

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Nissan troca "Pôneis Malditos" por lama


Criado pela Lew'LaraTBWA, o filme de varejo mostra pessoas atoladas.

Adnews

Depois dos "Pôneis Malditos", a Nissan do Brasil estreia outra peça que questiona o consumidor sobre a escolha na hora da compra de uma picape. Criado pela Lew'LaraTBWA, o filme de varejo mostra pessoas atoladas na lama.

"Seguimos com a linha bem humorada na comunicação, que tem destacado a marca de maneira inovadora na mente do consumidor", afirma Manir Fadel, vice-presidente de Criação da Lew'LaraTBWA. No final do filme, aparecem os quatro amigos desfrutando da picape que tem o motor mais potente da categoria.

A campanha reforça a assinatura "Neste fim de semana, pense num Nissan" e chama o consumidor para o feirão nacional da marca, que oferece além de inovação japonesa, modelos com condições especiais em toda a rede de concessionárias, com bônus adicional de até R$ 3 mil na troca de um modelo usado de qualquer marca japonesa por um Nissan zero Km.

A criação é de Leandro Dolfini e Bruno Cardoso, com Jaques Lewkowicz, Manir Fadel, Mariana Sá, Clóvis Marchetti e Lúcio Caramori. A produtora é a Zulu Filmes, com direção de cena de Claudio Cinelli.

Confira: http://www.youtube.com/watch?v=kUwox5yhZr0



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Aprenda a conquistar mercado criando oportunidades


Entenda os motivos que levaram a pequena empresa holandesa TomTom a se tornar líder mundial em vendas de aparelhos GPS.

Por Dominique Turpin, Revista Administradores

"A 300 metros, vire à direita. Depois, vire à esquerda". O tom calmo e calculado do dispositivo de navegação por satélite TomTom é cada vez mais comum entre os motoristas de todo o mundo, graças à estratégia de crescimento bem-sucedida da empresa holandesa. Porém, os executivos podem aprender muito mais com a TomTom do que a simplesmente encontrar a rota mais eficiente para chegar a sua próxima reunião. A história da companhia é também um excelente exemplo de como um empreendimento novo pode passar a controlar seu mercado.

Para começar, a TomTom resolve um problema real e universal: o de se perder. Oferece aos consumidores um produto original, com um autêntico apelo global. A empresa tem uma estratégia clara e simples, fundamentada na consideração de questões sob o ponto de vista do cliente e não de seu próprio. Com essa base, as seguintes características permitiram que ela se tornasse líder mundial no fornecimento de sistemas de navegação.

1. Abordagem flexível e empreendedora
A TomTom teve início na Holanda, na década de 1990, como uma empresa de software móvel. Em 2002, transformou-se em uma fornecedora de artigos de consumo. Desenvolveu um modelo de negócios flexível e expansível, terceirizando muitas de suas funções não essenciais e focando tanto em atividades in-house de desenvolvimento de produtos como na gestão de relacionamento.

A companhia conseguiu crescer rapidamente sem sacrificar sua atitude empreendedora. Um aspecto dessa mentalidade é o reconhecimento de que boas ideias podem surgir em qualquer nível dentro da empresa. Essa postura também permite que as pessoas cometam erros, o que apoia a inovação, pois possibilita que os funcionários opinem sem se preocupar em perder o cargo caso a sugestão dada não funcione.

2. Inovação focada, com o cliente em mente
Quando Frans Pauwels e Pieter Geelen criaram a TomTom, desenvolveram inúmeros programas para dispositivos de computação móvel e portátil, principalmente para Personal Digital Assistants (PDAs). "No início, não estávamos focados em sistemas de navegação, mas em todo tipo de aplicação, tais como dicionários, produtos de finanças pessoais, jogos e no planejamento de rotas", comentou Pauwels em entrevista para um estudo de caso IMD. "Nosso primeiro cliente foi um empreendedor que importava patos de madeira da Índia e precisava de um sistema de leitura de código de barras", contou.

Mas, em 2002, a demanda de seus compradores por um dispositivo autônomo de mapeamento de trajetos direcionou o rumo do negócio. Fazia sentido, então, mirar no desenvolvimento de artigos que os consumidores queriam – sobretudo, porque havia poucos outros concorrentes especializados nessa área.

Porém, esse foco vai além da linha de produtos: mesmo com atenção ao detalhe do nicho, a TomTom não tenta fazer de tudo. Em vez disso, ela se concentra em três aspectos: software, distribuição e construção da marca. A fabricação foi terceirizada para que a empresa pudesse manter sua vantagem competitiva ao se concentrar na inovação, tornando sua produção mais atraente. Esse objetivo perspicaz mantém o negócio da TomTom reduzido, enxuto e, portanto, capaz de responder rapidamente às novas exigências dos clientes.

A TomTom e outras empresas empreendedoras bateram seus grandes concorrentes e "imitadores" com sua maneira de pensar. Quando você lança a primeira geração de um produto, é muito importante ter a segunda já pronta e a terceira em fase de desenvolvimento. Combinando essa preparação com um foco preciso, você saberá que, mesmo quando as similares entrarem no mercado, sua velocidade lhe permitirá ficar à frente delas.

3. Visão global permite acesso a mercados pouco explorados
Embora o negócio foque em apenas um nicho do setor, ele é bastante diversificado geograficamente. Em 2007, a TomTom detinha mais de 50% do mercado europeu. Porém, nenhum país do continente representava mais de 25% das receitas da empresa, enquanto apenas cinco (França, Alemanha, Itália, Holanda e Reino Unido) representavam, cada um, mais de 10% de seus rendimentos. No final de 2007, a companhia já dominava 30% dos EUA e esperava o mesmo para a Europa dentro de três anos – em termos de expansão e de número de unidades vendidas por ano.

Em outras palavras: no lugar de se concentrar em dominar toda a Holanda, a TomTom quer conquistar uma fatia expressiva do mercado internacional – o que significa centenas de milhões de potenciais consumidores, poucos dos quais possuem um sistema de navegação por satélite. Apesar de sua liderança global, a companhia considera que opera em um mercado ainda pouco explorado. De fato, uma das características dos produtos da TomTom é seu apelo voltado para qualquer motorista que deseja uma forma conveniente de encontrar rotas para novos destinos.

Resumindo
A construção de uma marca mundial não é feita gradativamente. Precisa ser realizada rapidamente para dar certo. Primeiro, tem de ser baseada na oferta de um produto ou serviço que atenda a uma necessidade específica do mercado global. É necessário reconhecer que obter sucesso em âmbito internacional significa fazer um esforço proativo para compreender o mundo em termos amplos, forçando, assim, a empresa a ter uma vasta gama de perspectivas. E uma coisa é certa: essas lições podem ser aplicadas a praticamente qualquer empreendimento, de qualquer setor, em todo o mundo.

Dominique Turpin - é presidente do IMD, uma das principais escolas de negócios do mundo, baseada em Lausanne, Suíça. Ele também co-dirige o programa do Orchestrating Winning Performance.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Logística: mercado oferece cursos, mas ainda precisa melhorar, diz Aslog


Para associação, graduação em logística no país ainda está longe atender as expectativas do mercado de trabalho.

InfoMoney

A área de logística no País está longe de atender às expectativas do mercado de trabalho, afinal, o número de cursos de graduação em tal segmento ainda se mostra inferior ao esperado. Outra questão é que, além das poucas universidades disponíveis, e que possuem tal curso em sua grade curricular, o mercado também sofre com a falta de preparo dos profissionais, que ficam à mercê de uma formação condizente com a realidade vivenciada nas empresas.

Para o membro do Conselho Deliberativo da Aslog (Associação Brasileira de Logística), Mauro Henrique Pereira, parte deste problema é causada pela recente inclusão do tema logística nas faculdades. “A logística passou a ter mais importância no Brasil nos últimos 20 anos. A área ainda é vista como uma novidade no mercado e, consequentemente, pelas graduações universitárias”, explica. “O mercado oferece cursos, mas ainda precisa melhorar”, completa.

Cursos disponíveis
Atualmente, é possível encontrar no Brasil cursos de dois anos para a formação de tecnólogos no segmento, bem como pós graduações. As opções ainda são poucas, mas já costumam ser visadas por profissionais que possuem experiência no setor e que desejam aperfeiçoar seus conhecimentos na área.

“O curso de tecnólogo surgiu nos últimos cinco anos, sendo que nos últimos dois, a FGV também passou a oferecer formação na área. Na instituição em questão, o curso costuma ser mais completo, já que tem duração de quatro anos”, orienta o diretor geral da Autlog, empresa de logística de material promocional, Flávio Augusto Abrunhoza Filho.

Experiência em primeiro lugar
Formação à parte, neste mercado, por tradição – já que os cursos para o segmento eram poucos -, a valorização da experiência adquirida costuma vir em primeiro lugar.

“Como tal mercado é formado por trabalhadores que consolidaram sua carreira neste setor, costumamos priorizar aqueles que possuem experiência comprovada. Entretanto, nada impede de contratarmos alguém que tenha formação na área", esclarece Pereira. Para ele, na presença de duas pessoas experientes, sendo uma delas graduada, a vantagem fica com quem possui a formação.

Perfil profissional
Por se tratar de uma profissão que atua em conjunto com outros setores, a área de logística tende a concentrar um grande número de profissionais de outras formações. Esta interação abrange desde engenheiros, que atuam na logística de empresas ligadas à construção civil, até administradores e advogados.

“Na minha empresa atuam nesta área advogados e farmacêuticos. O fato deles já possuírem conhecimento do setor jurídico e químico, respectivamente, favorece a comunicação com os clientes e ajuda o processo interno, que acaba sendo executado com mais precisão”, diz Abrunhoza Filho.

Para se ter uma ideia, hoje, as indústrias em geral (automotiva, construção civil, entre outras), bem como as empresas de serviço e de telecomunicações, costumam apresentar atividades logísticas. Tal fato tende a favorecer a contratação de profissionais com outras especializações.

O que faz
Os profissionais de logística são responsáveis pelo planejamento, transporte, entrega e armazenagem de materiais dentro de uma determinada cadeia produtiva.

Para exercer está função, são necessárias habilidades ligadas à integração de processos, familiaridade com sistemas e competências específicas, que dizem respeito à capacidade de negociação com clientes e fornecedores. “Conhecimentos de estatística, matemática financeira, agilidade e raciocínio lógico também são valorizados”, diz Pereira.

Além disso, é importante que os profissionais deste segmento se mantenham atualizados quanto às tecnologias do setor. “Como muitas empresas distribuem seus produtos em âmbito nacional, é interessante que os profissionais tenham noções de rotas, cálculos de distância e que saibam operar os equipamentos disponíveis nos veículos, que hoje são mais complexos que os do passado”, diz Abrunhoza Filho.

Quanto se ganha
Os interessados em aprofundar sua carreira neste setor podem ser favorecidos com bons salários, principalmente enquanto a mão de obra qualificada ainda for escassa no País.

Para se ter uma ideia, hoje, um profissional em início de carreira, que atue na área administrativa, por exemplo, pode receber uma remuneração de R$ 2 mil – se estiver cursando graduação para tecnólogo. Já alguém mais experiente, que ocupe cargos de gerência, pode receber de R$ 5 mil a R$ 7 mil.

Os salários mais interessantes, no entanto, ficam para os altos cargos administrativos. Os diretores de logística, por exemplo, podem receber de R$ 12 mil a R$ 20 mil.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Samsung lança notebook para gamers


Teclado, que possui retroiluminação em azul e destaque em vermelho nas teclas W, A, S e D – bem próprio para gamers.

Adnews

Ainda iniciante no setor de games, a Samsung pretende investir forte no público desse nicho. Para isso, anunciou, na Alemanha, um notebook que promete colocá-la entre os já tradicionais do mercado, o Series 7 700G7A. As informações são da Info.

A novidade conta com tela de 17,3 polegadas e resolução full HD. E ele é bem focado; prova disso é seu teclado, que possui retroiluminação em azul e destaque em vermelho nas teclas W, A, S e D – bem próprio para gamers.

Nas especificações técnicas o Series 7 700G7A mostra que possui processador Intel Core i7 de 2 GHz, com GPU Radeon HD 6970M de 2 GB e até 16 GB de memória RAM. Possui leitor de Blu-ray, portas USB (2.0 e 3.0) e saída HDMI, além de conexão Bluetooth 3.0.

O notebook tem vendas previstas para começarem em setembro deste ano por cerca de € 1,8 mil. Sem nenhuma taxa, sairia por algo em torno de R$ 4,1 mil.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Internet está estagnada no Brasil, diz pesquisa


No levantamento de abril de 2011, foram feitas 2.286 entrevistas em 145 municípios.

Adnews

Embora seja constantemente apontada com a mídia que mais cresce, a internet sofreu um baque na pesquisa realizada pela F/Nazca com apoio do Datafolha.

A nona edição do estudo F/Radar, realizado semestralmente e divulgado nesta segunda-feira, constata que 51% dos brasileiros com mais de 16 anos acessam a internet. O número é apenas 4 pontos maior que o constatado em março de 2008, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou menos. Isto é, o avanço foi tímido.

No mesmo período, a posse de banda larga doméstica saltou de 12% para 31% da população, o que indica melhoria na qualidade da navegação entre aqueles que já se conectavam à rede. O fenômeno, porém, ainda se restringe aos mais ricos. Nas classes AB, 62% têm internet rápida na própria residência, enquanto que na classe C, 22%, e nas classes DE, somente 4%.

Apenas indicado na edição anterior, o acesso em casa passou a ser, pela primeira vez, mais relevante do que em lan houses. Além disso, a parcela daqueles que acessam diariamente subiu desde então de 32% para 41% dos internautas. Ainda nos últimos três anos, o acesso móvel dobrou, chegando a 11% da população, com alta principalmente entre os menores de 24 anos.

A F/Nazca realiza a pesquisa sobre internet desde o início de 2007. No levantamento de abril de 2011, foram feitas 2.286 entrevistas em 145 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2009 do IBGE.

Acesse a pesquisa completa no site da F/Nazca ou no canal da agência no slideshare.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Mercado Editorial fatura R$ 4,2 bilhões em 2010


Mais de 46% dessas empresas pertencem ao segmento de micro e pequeno porte.

Por Mariana Flores , Agência Sebrae

Dados da pesquisa "O Comportamento do Setor Editorial", divulgada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), mostram que o mercado editorial brasileiro está em expansão. O número de exemplares vendidos em 2010 cresceu 13,12%, alavancando em 8,12% o faturamento das editoras. No ano passado, elas venderam 437 milhões de exemplares e faturaram R$ 4,2 bilhões. Uma das explicações para o crescimento é a diminuição nos preços dos livros. A pesquisa mostra que o preço médio ao mercado caiu 4,92% em 2010. Os valores tiveram redução de 34% desde 2004.

O aumento do hábito de leitura entre os brasileiros beneficia as micro e pequenas empresas. Das 498 editoras em funcionamento no país, 46% faturam menos de R$ 1 milhão por ano (231), segundo a pesquisa. O recorte feito no estudo mostra que outras 38% lucram anualmente entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões (189), faixa que engloba parte das empresas optantes pelo Simples Nacional, que faturam até R$ 2,4 milhões por ano.

Mas não foi só a queda dos preços que contribuiu para a elevação das vendas, segundo a presidente do Snel, Sônia Machado Jardim. "O segundo fator é a chegada ao mercado de uma parcela da população que passou a ser conhecida como a nova classe C", destaca.

O aumento da demanda foi sentido no caixa do empresário Victor Alegria, que possui uma editora de livros em Brasília há quase 40 anos. Há até cinco anos, a Thesaurus Editora, empresa enquadrada no Simples Nacional, publicava, em média, de dois a três títulos por mês. Hoje chega a 12 lançamentos mensais. "Aumentamos nossa diversidade e o número de autores. Estamos produzindo livros sob demanda e de pequena tiragem, o que atrai outro nicho de mercado", afirma o empresário.

Victor reclama das dificuldades encontradas no varejo. Segundo ele, o domínio das grandes livrarias sobre as pequenas prejudica as editoras de menor porte. "As grandes livrarias ficam com mais de 50% do valor do livro, o que é muito caro para a pequena editora. A morte das pequenas livrarias é ruim para a gente, pois elas cobram menos, em torno de 30%. Outra dificuldade é o fato das livrarias focarem apenas na venda de best sellers, o que dificulta o acesso dos nossos livros ao mercado", lamenta.

Parceria com Editoras
Para incentivar a publicação de títulos que tratam do empreendedorismo, o Sebrae desenvolve o projeto Parceria com Editoras, que patrocina parte da tiragem de livros sobre o assunto e cuida da distribuição dos exemplares. Desde 2007, quando o projeto foi lançado, o Sebrae patrocinou a publicação de 24 títulos.

Podem participar editoras regularmente estabelecidas no Brasil. Elas devem enviar os originais do livro ao Sebrae. Um conselho editorial composto por integrantes da instituição se encarrega de avaliar a relevância do material recebido. O comitê analisa, entre outros aspectos, se o conteúdo interessa às micro e pequenas empresas e se traz um tema inovador, pouco explorado. O projeto Parceria com Editoras pretende estimular o surgimento de novos autores, favorecer a produção editorial de obras de interesse das micro e pequenas empresas e dos empreendedores e facilitar o acesso dos interessados em tais publicações por meio da disponibilização em livrarias e bibliotecas.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Carreiras: marketing pessoal deve ser usado com bom senso

Para consultora, antes de tomar qualquer atitude mais ousada, o candidato deve se atentar às características da empresa.

InfoMoney

Na última semana, profissionais de quase todo o globo se divertiram e se espantaram com a atitude de Matthew Epstein, um estrategista norte-americano de 24 anos que se passou por um milionário excêntrico, para chamar a atenção e conseguir um emprego no Google.

O rapaz, que montou uma página na internet com visual semelhante ao da empresa para divulgar seu currículo, obteve sucesso. Mas será que a ousadia funciona para todo mundo?

De acordo com a consultora de planejamento de carreiras da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira, é preciso bom senso na hora de utilizar o marketing pessoal, sobretudo, explica, porque no Brasil as empresas são em geral conservadoras.

“Para atingir sucesso profissional, é preciso marketing pessoal. Contudo, é importante que a pessoa tenha senso crítico”, diz.

Onde ousar?
De modo geral, observa a consultora, antes de tomar qualquer atitude mais ousada para conseguir um emprego, o candidato deve se atentar às características da empresa. Além disso, ressalta, é necessário tomar cuidado para não ficar com imagem de “marqueteiro”, de quem quer aparecer a qualquer preço.

No que diz respeito às etapas de um processo seletivo, diz ela, o momento mais propício para tentar algo diferente é a dinâmica de grupo.

“O currículo tem que ser mais formal, pois é muito fácil pecar por excesso. Nas redes sociais e na entrevista, vale o mesmo conselho. O candidato que quiser ousar pode fazê-lo, por exemplo, na dinâmica de grupo, não esquecendo, porém, que a atitude deve ser pautada no estilo da empresa”, finaliza.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Facebook e Twitter batem recorde de acessos


Levantamento realizado pela comScore mostra que o site de Mark Zuckerberg registrou 162 milhões de visitas únicas no período.

Adnews

Em julho o Facebook e o Twitter tiveram recorde de acessos nos Estados Unidos. Levantamento realizado pela comScore mostra que o site de Mark Zuckerberg registrou 162 milhões de visitas únicas no período, enquanto a rede de microblogs, 32,8 milhões.

No mês passado o Facebook tinha ficado com 160,8 milhões de visitas únicas nos EUA, já uma alta em relação aos 157,2 milhões de maio. A mesma coisa aconteceu com o Twitter e os 30,6 milhões apresentados em junho e os 27 milhões de maio.

Ao divulgar a pesquisa, o TechCrunch destacou esta como uma ótima notícia para o Twitter, uma vez que os números da comScore não contabilizam os acessos via aplicativos. Grande parte dos usuários não acessa o site diretamente e ainda há os que só o fazem via aparelhos móveis.

Depois de experimentar uma alta pós-oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), o LinkedIn desacelerou, indo de 33,9 milhões de visitantes únicos em junho para 32,5 milhões em julho. Já o MySpace continua o declínio, tendo passado de 33 milhões para os atuais 32,8 milhões – o que o coloca em pé de igualdade com o Twitter.



Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Presença na web é fundamental para os negócios


Orientação é de um dos três fundadores do site de compras coletivas Peixe Urbano, um dos segmentos que mais cresce no país, que ja possui cerca de mil empresas deste ramo.

Por Jairo Pitolé Sant'Ana, Agência Sebrae de Notícias

Cuiabá – Atualmente, é muito importante que micro, pequeno e médio empreendedores tenham a sua presença notada na internet, seja por meio de website institucional ou pela venda de seus produtos, utilizando o comércio eletrônico. Ninguém mais pode ignorar, a web está cada vez mais presente na vida das pessoas. A afirmação é de Emerson Andrade, um dos três criadores do primeiro site de compras coletivas do país, o Peixe Urbano.

Emerson encerrou, neste domingo, no Centro de Eventos do Pantanal, a Feira do Empreendedor 2011, com a palestra magna "Compras coletivas – desafios e tendências de um mercado em ascensão". Como exemplo de sucesso no mercado eletrônico, ele citou o próprio site que ajudou a criar. Lançado em março de 2010, com um ano e meio, ele já conta com cerca de 13 mil parceiros e está presente na Argentina, desde março deste ano, e no México, desde a semana passada. "Já somos considerados um dos maiores sites de comércio eletrônico do país", declarou.

Segundo matéria publicada na revista Isto é Dinheiro, de maio deste ano, baseada em pesquisa do Ibope NetRatings, embora haja mais de mil sites de compras coletivas no país, Peixe Urbano, Groupon e Click On detêm entre 80% e 85% de um mercado que chegou a faturar R$ 1,5 bilhão em seu primeiro ano de funcionamento no Brasil, com 2,5 milhões de cupons vendidos por mês. Em março deste ano, a audiência do segmento foi de 17,1 milhões de visitantes.

Doação
O cachê que recebeu para ministrar sua palestra durante a Feira do Empreendedor 2011, Emerson Andrade doou a uma entidade filantrópica de Cuiabá, a Casa Caminho Redentor.

A sétima edição da Feira do Empreendedor foi uma realização do Sebrae em Mato Grosso e Sicme/Governo do Estado, com o patrocínio do Governo Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Tim. A Feira conta com o apoio da CEF, Facmat, Famato, Seplan, Sistema Fecomércio, Sistema Fiemt, UFMT e Unirondon e com a parceria do Google, Localweb, Mika, Vista, Comper, Número Certo, Puríssima, Coca-cola zero, Rotoplast. Mais informações no site www.feiradoempreendedormt.com.br

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

"Árvore" de energia solar criada por menino de 13 anos é mais eficaz que painéis tradicionais


Garoto desenvolveu aparelho com base na observação da estrutura de árvores reais e a disposição das suas folhas para a captação da luz necessária à fotossíntese.

Por Redação, www.administradores.com.br

Foto: Geek/Reprodução
Um norte-americano de apenas 13 anos deu um importante passo para a ciência e já desperta o interesse de várias empresas interessadas em comercializar o seu invento. Após observar que a disposição das folhas das árvores obedece uma sequência chamada de Fibonacci – em que a cada número subsequente faz-se a soma dos dois anteriores para definir o próximo – ele construiu uma "árvore" para captação de energia solar que é mais eficaz que os painéis utilizados atualmente.

Segundo o garoto, a disposição das folhas nas árvores seguindo a sequência de Fibonacci se dá no sentido de otimizar o processo de fotossíntese, que utiliza a luz do sol para produzir alimento para as plantas. Nesse sentido, segundo ele, a disposição das placas artificiais de captação de luz em formato de árvore também pode ser mais eficiente para a geração de energia.

Com informações do Terra.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Banco ABC Brasil abre inscrições para Programa de Trainee


O programa terá início no dia 09 de janeiro de 2012 e duração de sete meses; inscrições podem ser feitas até o dia 15 de setembro.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

O Banco ABC Brasil anunciou nesta terça-feira (23) que está com as inscrições abertas do processo seletivo para o seu programa de trainee 2012. Os candidatos devem ser formados ou estar com a formação concluída entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 nos cursos de graduação em Administração de Empresas, Ciências Econômicas ou Engenharia. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de setembro no site www.ciadetalentos.com.br/abcbrasil.

O programa terá início no dia 09 de janeiro de 2012 e duração de sete meses. Todo o processo de formação será em São Paulo, porém há vagas efetivas para a área comercial também nas cidades de Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte.

Os pré-requisitos exigidos pela empresa, além da formação no período especificado, são o domínio do inglês e conhecimentos da suíte de escritório da Microsoft (pacote Office).

Twitter agora tem galeria de imagens similar a de outras redes


Fotos publicadas através de aplicativos como TwitPic e Yfrog agora estão reunidas na galeria do usuário.

Por Redação, www.administradores.com.br

Após anunciar seu próprio publicador de imagens e de olho na crescente concorrência com as outras redes sociais, o Twitter lançou um novo recurso: a galeria de fotos. Agora os usuários que publicarem imagens através de aplicativos como yfrog, TwitPic e Instagram estarão, atuomaticamente, enviando arquivos para sua galeria, que é exibida em seu perfil.

O serviço ainda não está disponível para todos os usuários e deve ser implementado aos poucos.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

"Pôneis Malditos" ganha prêmio de Trending Topic do ano


Com quase 11 milhões de visualizações, vídeo da Nissan Frontier levou prêmio "youPIX 2011".

Por Redação, www.administradores.com.br

Com quase 11 milhões de visualizações no canal oficial da Nissan no Youtube até o momento, o vídeo "Pôneis Malditos", feito para a nova campanha da pick-up Frontier, foi eleito o melhor na categoria 'Trending Topic do Ano', do Prêmio youPIX. Com o objetivo de celebrar o que há de melhor e o que mais repercute no ambiente da web brasileira e no Twitter, o prêmio é realizado pelo site de mesmo nome e é considerado a principal premiação das redes sociais no Brasil.

Apesar de ser o Trending Topic mais recente da lista de concorrentes, indicados pela comissão julgadora, "Pôneis Malditos" ganhou com 43% dos votos do público.

Ao todo, "Pôneis Malditos" ficou durante seis dias nos Trending Topics, sendo que em quatro deles foi no ranking mundial do Twitter, ferramenta que proporcionou ainda mais resultados positivos à Nissan, como: 6.990 seguidores, 480 mil menções ("pônei maldito" + "pôneis malditos" + #poneimaldito + #poneismalditos + #tuiteumfilmecomponeis), criação de 15 perfis, sendo que o maior deles conta com mais de 40 mil seguidores, além do total de 96 mil usuários que seguem os perfis dos pôneis malditos no microblog.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

Estresse já afeta 70% dos brasileiros economicamente ativos


Dados da Previdência revelam que o número de licenças concedidas a pessoas com estresse cresceu 28% no primeiro semestre deste ano.

Por Redação, www.administradores.com.br

Um dado preocupante chama atenção para a qualidade de vida dos profissionais brasileiros. Segundo a Previdência Social, apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil pessoas receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados mesmo período de 2010. E não é só isso: estudo realizado pela unidade brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), associação especializada na prevenção e estudo do estresse, aponta que 70% da população economicamente ativa do país já sofre com o problema.

"Jornadas permanentes que ultrapassam 10 horas por dia e acúmulo de tarefas são fatores cada vez mais presentes no cotidiano das empresas e a pergunta que fica é: está valendo à pena? Ao que tudo indica, a resposta é não", afirma Anderson Cavalcante, administrador de empresas e especialista em desenvolvimento das competências humanas.

"Em vez de verem seus resultados melhorando, as organizações estão fazendo com que seus colaboradores fiquem desmotivados, sem energia e incapacitados de buscarem as metas estabelecidas", complementa Cavalcante.

Entre as recomendações para diminuir os níveis de estresse, o especialista dá dicas que podem ser aplicadas ao dia a dia. "O trabalho deve ser uma atividade prazerosa, não uma tortura. Além de cuidados com pontos básicos, como alimentação e realização de atividades físicas, o profissional deve refletir sobre pontos como produtividade e a importância atribuída ao que se faz", afirma Cavalcante.

"Questões como 'trabalho com foco no resultado ou acabo desviando das minhas metas e acumulando tarefas com as quais não preciso me preocupar?' e 'meus valores e objetivos estão alinhados às exigências da empresa em que estou atualmente?' podem ajudar", aconselha.

Compreenda as mensagens do seu corpo
Ficar atento aos sinais do estresse pode ajudá-lo a tomar medidas preventivas antes de a situação fugir do controle e exigir tratamentos complexos. De acordo com a Isma-BR, ao se falar em sintomas físicos, 38% das pessoas passam por distúrbios do sono e 86% são afetadas por tensão muscular e dor de cabeça. Ansiedade e angústia atingem, respectivamente, 81% e 78%. "Nosso corpo está sempre emitindo recados importantes e precisamos levá-los a sério. Quando perceber que algo está errado, não demore para tomar uma decisão e mude a sua realidade", finaliza Cavalcante.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

O valor de um profissional bem qualificado


A qualificação profissional é o principal ponto para quebrar a barreira do mercado e garantir oportunidades no mercado de trabalho.

Por Hegel Botinha, www.administradores.com.br

O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e por isso, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes nas carreiras e com respostas rápidas às necessidades das organizações em que trabalham ou que a que se propõem a trabalhar. Considerando este cenário, a qualificação profissional é o principal ponto para quebrar a barreira do mercado e garantir oportunidades no mercado de trabalho.

A qualificação profissional é feita através de cursos e programas de formação, que profissionalizam e qualificam o trabalhador de acordo com a sua função. Essa capacitação é fundamental para quem busca emprego ou até mesmo promoção.

Hoje, qualificar-se ou capacitar-se para uma determinada função ou tarefa é requisito indispensável para selecionadores que buscam profissionais preparados para enfrentar o novo mercado de trabalho que surge a cada nova crise, a cada novidade tecnológica. Entretanto, essa qualificação exigida não é apenas ter no diploma cursos reconhecidos por renomadas instituições, inglês fluente e ampla experiência. Além dessa capacitação necessária, manter-se atualizado também é essencial para um bom profissional. E é preciso considerar que o mercado de trabalho está em busca de profissionais que tenham competências técnicas e também habilidades humanas. As empresas querem profissionais multidisciplinares, com visão ampla do mundo e bagagem cultural. É certo que os profissionais de recrutamento e seleção analisam muito bem as características pessoais. Qualidades como comprometimento e flexibilidade não são e sequer devem ser destacadas em currículo, mas são observadas e descobertas por selecionadores ao decorrer das diversas análises da entrevista.

Portanto, está na hora de analisar melhor o que realmente o mercado entende ao falar de qualificação profissional. E é bom lembrar, o mercado de trabalho é para o profissional bem qualificado.

Hegel Botinha - é diretor do Grupo Selpe Recursos Humanos, empresa pioneira no mercado de RH em Minas Gerais, há 45 anos no mercado. O executivo é mestre em Coaching e formou-se administrador de empresas pela UFMG com MBA em Gestão pelo IBMEC. O Grupo atua com recrutamento e seleção, consultoria em recursos humanos, seleção de executivos e processos seletivos de trainee e estágio. Conta, ainda, com serviços de seleção de especialistas, recrutamento de cargos operacionais, admissão de mão de obra temporária e efetiva. Com duas unidades em Belo Horizonte e escritórios nas cidades de Contagem e Uberlândia, a Selpe atua em todo o Brasil, através de sociedade com as melhores consultorias do país.

Siga os posts do Administradores no Twitter: @admnews.
Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo