quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Brasil é 73º colocado em ranking global de transparência no setor público

Entre os países da América Latina, o Chile foi considerado o mais transparente de todos, situado na 22ª colocação global, com uma avaliação de 7,2.

Juan Palop - EFE.

Berlim, 1 dez (EFE).- A organização alemã Transparência Internacional (TI) classifica o Brasil na 73ª posição do ranking anual dos países com maior transparência no setor público, com uma avaliação de 3,8 - numa escala que vai de 0 (mais corrupto) a 10 (menos corrupto).

O topo da tabela do tradicional Índice de Percepção da Corrupção de 2011, que avalia 183 países, é liderado por Nova Zelândia (9,5), Dinamarca (9,4), Finlândia (9,4), Suécia (9,3) e Cingapura (9,2). Já os piores colocados da lista são Somália (1,0), Coreia do Norte (1,0), Mianmar (1,5), Afeganistão (1,5) e Uzbequistão (1,6).

Entre os países da América Latina, o Chile foi considerado o mais transparente de todos, situado na 22ª colocação global, com uma avaliação de 7,2. Na sequência vêm Uruguai (25ª posição global, com nota 7,9) e o território americano de Porto Rico (39º lugar, nota 5,6).

"O Chile marca a linha de referência e os demais países da América Latina lhe seguem pouco a pouco. Isso é um elogio para o Chile, mas também uma recomendação, para que se imponham barreiras mais altas", disse à Agência Efe o diretor para as Américas da TI, Alejandro Salas.

Em sua opinião, a maioria de países latino-americanos que registram poucos pontos na tabela sofre de "fraca institucionalidade", onde o governo ou ator político principal - "independentemente se é de esquerda ou direita" - é "muito forte", por isso, "não há balanço de poder".

"Neste ano, vimos denúncias contra corrupção nas manifestações de ricos e pobres. Tanto na Europa da crise da dívida como no mundo árabe, os líderes devem atender às demandas de um governo melhor", afirma em comunicado a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.

A organização indica em seu relatório que os protestos no mundo todo, "instigados pela corrupção e pela instabilidade política", "mostram claramente que os cidadãos sentem que seus líderes e as instituições públicas não são suficientemente transparentes nem responsáveis".

O ranking anual da Transparência Internacional é elaborado desde 1995 a partir de diversos estudos e pesquisas sobre os níveis percebidos de corrupção no setor público dos países.

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Você protege suas informações virtuais? Conheça as tendências para 2012 que merecem atenção

Análise da Websense prevê uso de armadilhas virtuais durante as Olimpíadas de Londres, calendário Maia e previsões do apocalipse e eleições norte-americanas; uso de smartphones como carteira e cloud computing também devem despertar a atenção dos usuários.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

O ano de 2011 definitivamente vai entrar para a história por conta dos ataques virtuais a grandes redes e roubos de informações pessoais e financeiras de milhões de usuários e empresas. O caso emblemático do ataque às redes PSN e Qriocity no começo do ano, que afetou cerca de 100 milhões de contas, obrigou a Sony a desligar os serviços durante quase um mês inteiro ininterruptamente. Para 2012, as tendências em pagamentos móveis, computação em nuvem, consolidação dos dispositivos móveis e contínuo crescimento das redes sociais devem atrair ainda mais a atenção de criminosos virtuais e usuários mal intencionados.

Para o diretor de tecnologia da Websense - empresa de segurança na web -, Dan Hubbard, muitas vezes não é a qualidade do ataque, mas a ingenuidade dos usuários que determinam o sucesso do roubo. "Crackers mais avançados devem aproveitar a explosão de dispositivos pessoais, o crescente uso pessoal de redes sociais e expansão de atividades virtuais pessoais para atacar funcionários através de ataques de engenharia social mais avançados. Durante o próximo ano, o foco de muitos dos ataques contra empresas e governos não deve ser a complexidade do código, mas a sua capacidade de convencer vítimas desatentas a clicar em links maliciosos", afirma.

Portanto, para não cair na lábia virtual dos violadores, é necessário ficar atento às seguintes questões, divulgadas no começo da semana pela Websense:

1. Sua identidade na mídia social pode ser mais valiosa para o cibercriminoso do que o número do seu cartão de crédito. Os criminosos passarão a comprar e vender as credenciais de mídia social ativamente em fóruns online
As redes sociais são baseadas em confiança e se um criminoso consegue descobrir seu login para qualquer mídia social, ele provavelmente passará a manipular seus amigos, o que leva à segunda previsão.

2. O primeiro método de ataque adotado para desenvolver os ataques mais avançados será através dos seus "amigos" de redes sociais, dos dispositivos móveis e da nuvem

Já foi registrado um ataque persistente que usou a funcionalidade do bate-papo de uma conta de rede social comprometida para encontrar o alvo certo. A mídia social deve ser o principal vetor, ao lado de ataques via dispositivos móveis ou na nuvem, que estarão entre os ataques mais avançados e persistentes de 2012.

3. Mais de mil ataques focados em dispositivos móveis chegando a um smartphone ou tablet perto de você
As pessoas estão prevendo isso há anos, mas esse tipo de ataque começou para valer em 2011. E preste atenção: o número de vítimas de armadilhas avançadas que aproveitam da engenharia social deve crescer muito caso os crackers aprendam a usar os serviços de localização móvel para criar atentados altamente específicos, usando a engenharia social em conjunto com a geolocalização.

4. Navegação criptografada poderá confundir administradores de TI
Duas tendências estão aumentando o tráfego de dados em túneis de SSL/TLS seguros, que são usados para garantir a privacidade e proteção de informações. Primeiro, enfrentamos o crescimento desenfreado de dispositivos móveis e tablets. Segundo, muitos dos websites mais frequentados, como Google, Facebook e Twitter, estão adotando sessões https como padrão, e o protocolo https é um meio de transmitir informações que, à primeira vista, oferece mais segurança. Mesmo assim, com mais tráfego passando pelos túneis criptografados, muitos dos sistemas de segurança tradicionais terão mais dificuldade em procurar ameaças, já que é impossível verificar o tráfego codificado.

5. A contenção é a nova prevenção
Por anos, a segurança foi desenvolvida para barrar os crimes virtuais e o malware. As empresas mais avançadas devem implementar sistemas de inspeção de saída e adaptar as tecnologias de prevenção para concentrar mais em contenção, suspensão de comunicações e mitigação da perda de dados depois de uma infecção inicial.

6. Os Jogos Olímpicos de Londres, as eleições presidenciais dos Estados Unidos, o calendário maia e as previsões do apocalipse devem representar os principais meios de ataque dos criminosos
Os violadores continuarão aproveitando as notícias constantes nos noticiários, mas passarão a infectar usuários em lugares que normalmente seriam mais confiáveis: sites criados com a aparência de portais de notícias verdadeiros, feeds do Twitter, posts/e-mails do Facebook, atualizações do LinkedIn, comentários de vídeos no YouTube e conversas em fóruns.

7. A engenharia social e os antivírus falsos devem manter sua soberania
As táticas de scareware e a disseminação de antivírus falsos, que diminuíram um pouco em 2011, devem voltar. A diferença é que, desta vez, ao invés de receber páginas com "Você foi infectado", estamos prevendo a aparência de três subcategorias de scareware que devem crescer em 2012: programas falsificados para limpeza de registros, software falsificado para aumentar a velocidade da sua conexão e software falsificado de backup, simulando sistemas populares para realizar cópias de segurança em nuvens pessoais.

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Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil em 2011

Itaú e Banco do Brasil ocupam as duas posições posteriores, respectivamente; cinco instituições bancárias figuram no top 10, mesmo com o crescimento dos setores de varejo e telefonia.

AdNews

O Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil em 2011 pelo sexto ano consecutivo; vale R$ 31,2 bilhões segundo a Brand Finance. Os bancos ficam nos três primeiros lugares do ranking. Itaú e Banco do Brasil ocupam as duas posições posteriores, respectivamente.

A sétima posição é do Santander - que aparece pela primeira vez entre os primeiros colocados devido às operações do Banco Real - e a décima, da Caixa. Ao todo, cinco instituições bancárias figuram no top 10, mesmo com o crescimento dos setores de varejo e telefonia.

Petrobras está em quarto, Vivo em quinto e Oi em sexto. Walmart fica com a oitava colocação.

O levantamento considera 130 empresas de diversos setores. A soma do valor dessas marcas aumentou 16,4% em 2011 em relação ao ano passado: valem R$ 320 bilhões.

Com informações de O Estado de S. Paulo.

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A arrogância da autoridade circunstancial

A mudança comportamental é tão significativa que até duvidamos tratar-se da mesma pessoa que conhecemos. No passado, meiga, gentil até tímida no trato diário. No presente, alçada à atual condição de superioridade hierárquica, torna-se arrogante, autoritária e até agressiva.

Por Marco Antonio Eckert , www.administradores.com.br

"Se queres conhecer o caráter de uma pessoa, dê poderes a ela".

A frase bastante conhecida, amiúde reflete sua exatidão, quando alguém que conhecemos assume um cargo de chefia, principalmente àqueles considerados "importantes". Mas, não menos frequente, identificamos esse comportamento em algum conhecido, quando este conquista um posto superior na hierarquia funcional ou, pelo menos, assume uma atividade que lhe permita tomar decisões, quaisquer que sejam a importância dessas.

"Agora vocês saberão com quem estão lidando", a frase parece fazer parte do imaginário dessas pessoas, ao lado do composto de suas atribuições e aptidões.

A mudança comportamental é tão significativa que até duvidamos tratar-se da mesma pessoa que conhecemos. No passado, meiga, gentil até tímida no trato diário. No presente, alçada à atual condição de superioridade hierárquica, torna-se arrogante, autoritária e até agressiva.

Interessante observar no nosso dia a dia quantas vezes nos defrontamos com situações em que alguém, circunstancialmente, em nosso cotidiano, detém o poder de decidir se podemos ou não fazer algo, se podemos ou não seguir adiante ou, o que é para mim o mais significativo, sermos ou não atendidos.

Nessas ocasiões sempre me vem uma dúvida terrível sobre a minha importância: eu, um cidadão cliente.
Um atendente de loja, uma recepcionista de consultório, um frentista, uma telefonista, um comissário de bordo, um servidor público... Enfim, toda e qualquer pessoa que tem a difícil tarefa de atender alguém, de ser o contato entre o cliente e a empresa na qual trabalha.

Quantas vezes nos sentimos insignificantes pelo tratamento que recebemos? Indiferença, descaso, rispidez e tantas outras formas de "atendimento" nos são dispensados.

Dentre todos, penso que a indiferença seja a que mais afeta os clientes. Afinal de contas, ninguém gosta de se sentir ignorado, desprezado. Todos querem, e merecem, respeito, gentileza, cordialidade.

Os gestores, responsáveis pela seleção e permanência de pessoas nessas posições-chave, precisam se dar conta da necessidade de um perfil adequado, de treinamentos, avaliação e reciclagem desses profissionais. Afinal, são eles quem realizam, geralmente, o primeiro contato com o cliente ou a maioria dos contatos dos clientes com a organização.

Assim, são grandes responsáveis pela percepção da qualidade da empresa, com a capacidade de atrair ou repelir o cliente. O que começa ruim tende a seguir assim até o final.

Atenção, dedicação, proatividade e noção da sua importância no processo são características fundamentais para os colaboradores da chamada "linha de frente".

Queres fidelizar seus clientes? Então, evite a arrogância da autoridade circunstancial.

Marco Antonio Eckert é diretor de Produto e Operações da Central Nacional Unimed, além de palestrante sobre temas como vendas, motivação e criatividade

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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O caminho das pedras: 3 passos para o futuro administrador fazer a escolha certa

O aluno precisa deixar de lado a mentalidade de colégio, não deve ser passivo e aguardar apenas pelo professor.

Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

Ao escolher o curso
"O aluno não deve enxergar a Administração como um curso coringa, como um caminho para quem não tem opção ou não sabe o que quer. Se ele pretende cursar uma faculdade particular, a dica é primeiramente buscar informações sobre o corpo docente da faculdade e, dentro das possibilidades, tentar optar por aquela instituição que tenha professores realmente capacitados e preparados para ensinar Administração", sugere Marcos Hashimoto

Durante os estudos
" O aluno precisa deixar de lado a mentalidade de colégio, não deve ser passivo e aguardar apenas pelo professor. Ele precisa andar sozinho em busca do conhecimento, ser autodidata. Isso pode ser feito de várias maneiras: lendo, pesquisando, investigando, interagindo com profissionais da área e buscando a orientação dos professores. Um conselho mais radical é: se a faculdade onde você está não oferece uma boa formação e, se você tiver condições, não hesite em cair fora e optar por um curso melhor. No futuro, vai ver que valeu a pena", aconselha Sérgio Fernandes.

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Especial "Lavando a roupa suja da Administração"

No mercado de trabalho
"No caso do estágio e do primeiro emprego, a remuneração, muitas vezes, é um fator que influencia a decisão do jovem. Mas esse deveria ser o último elemento a ser considerado. O mais sensato é procurar uma empresa onde você terá a oportunidade de aprender mais, de desenvolver mais habilidades, de ampliar horizontes, de interagir com profissionais qualificados e de ter mais perspectivas de crescimento. Essa decisão precisa ser bem analisada, pois terá uma grande influencia no desenvolvimento do profissional e nos rumos que a carreira dele irá seguir", recomenda Sérgio Fernandes.

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Quando o corpo docente não interage entre si e com os alunos: o que fazer?

Em muitas instituições de ensino superior, o corpo docente nem sempre funciona como um "corpo".

Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

Quem passou por uma faculdade, seja ou não de Administração, certamente já ouviu o seguinte desabafo: "meus professores estão mais interessados em participar de disputas por poder e produtividade do que em interagir entre si e com os alunos".

De fato, em muitas instituições de ensino superior, o corpo docente nem sempre funciona como um "corpo". Em vez de agir de modo integrado, promovendo discussões, análises, debates e pensando conjuntamente os rumos do curso e a qualidade do ensino, muitos professores ficam isolados em suas disciplinas e pesquisas. Os alunos, por sua vez, acabam não encontrando, na figura do mestre, o guia e conselheiro que se espera – em vez disso, deparam-se com docentes inacessíveis, com pouco tempo disponível para orientar e aconselhar.
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Especial "Lavando a roupa suja da Administração"

No mercado de trabalho

Má-vontade dos professores? Não obrigatoriamente. Na maioria das vezes, o próprio sistema de ensino é responsável por esse problema. Um exemplo está na quantidade de aulas que cada professor precisa ministrar ao longo do ano letivo. "Em geral, os professores brasileiros dão muito mais aulas do que os de outros países. E isso tem um impacto na qualidade do curso e também no tempo que ele irá dedicar à interação com os alunos e ao desenvolvimento de pesquisas acadêmicas", avalia Paulo Prochno. Outro exemplo vem do sistema de avaliação da Capes, que mede a qualidade dos cursos de pós-graduação distribuindo pontos tomando como referência, entre outras coisas, a quantidade de artigos produzidos pelos professores. Na busca pela quantidade, a qualidade fica comprometida e pesquisas mais aprofundadas dão lugar a investigações superficiais e de curta duração.

Consequência: O resultado é uma maratona nada saudável nas faculdades, com os docentes correndo para cumprir todas as metas impostas a eles anualmente: dezenas de aulas, centenas de provas, milhares de temas a serem transmitidos, além de artigos que precisam ser escritos e publicados para conquistar os tais pontos da Capes. E, nessa maratona, o aluno, que deveria ser o centro das atenções, transforma-se em mero expectador. Sem orientação adequada e sem um corpo docente que esteja, constantemente, repensando e pensando como educá-lo melhor, a desmotivação entra em cena e isso vai afetar toda a trajetória do estudante e futuro profissional.

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Turmas desmotivadas: o grande dilema

O jovem chega muito verde, sem muito conhecimento sobre a carreira.

Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

Professores despreparados e disciplinas pouco inovadoras causam um efeito pra lá de maléfico sobre os alunos que, sem nem saber por que, vão ficando desmotivados com o passar das horas em sala de aula. Sem pique para os estudos, muitos acabam saindo da faculdade com a bagagem reservada ao aprendizado mais leve do que o esperado. "Além disso, o jovem chega muito verde, sem muito conhecimento sobre a carreira e, em muitos casos, optou pelo curso porque não sabia o que fazer. O problema é que, enquanto isso existir, vão existir cursos ruins e alunos desmotivados", alerta Marcos Hashimoto.

No mercado de trabalho
Consequência: A primeira dificuldade para o aluno que passou anos desmotivado surge na hora de ficar cara a cara com mercado de trabalho. E não se engane com o grande número de vagas abertas diariamente para administradores – nem sempre isso vai garantir uma boa colocação. "Hoje, por exemplo, o país está buscando uma grande quantidade de mão-de-obra importada e o meu temor é que, em consequência desses fatores, como a desmotivação de alunos e de professores, isso aumente ainda mais", observa Sérgio Henrique Fernandes, professor de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo.

E, segundo ele, há outro dano causado pela desmotivação: quem não recebe uma boa formação pode, no futuro, ao ocupar um posto de trabalho– seja operacional, seja de liderança --, impactar negativamente o mercado, a ponto de minar, por exemplo, a qualidade os serviços prestados no país. "Podemos dizer que, no Brasil, isso é muito deficitário. Nos serviços médicos, hospitalares, na área logística e em tantas outras, vemos muitos profissionais despreparados e esse despreparo tem a ver com todo o ciclo vicioso formado por universidades que facilitam o diploma, professores despreparados e alunos desmotivados", observa Sérgio Fernandes.

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Quando as disciplinas não acompanham a evolução do mercado

"É preciso inovar e oferecer também aos alunos disciplinas que reflitam a necessidade do mercado e ajudem na preparação deles".

Por Redação, www.administradores.com.br

Ao ingressar no curso de Administração, não há como escapar do estudo de disciplinas básicas e fundamentais. Afinal, nas aulas de Teoria de Administração, Administração Pública e Administração de Recursos Humanos, entre tantas outras, o aluno será apresentado às bases de uma área que terá de dominar nas milhares de horas-aula seguintes.

Por isso, disciplinas como essas são importantíssimas. Mas é necessário ir além. "É preciso inovar e oferecer também aos alunos disciplinas que reflitam a necessidade do mercado e ajudem na preparação deles, transmitindo não apenas conteúdos, mas focando na formação do indivíduo e no desenvolvimento de competências", sugere o professor Marcos Hashimoto.

No mercado de trabalho
Consequência: Muitas faculdades acabam se restringindo às disciplinas básicas da área e pecam ao não atentarem para as novas exigências do mercado. "É muito comum, no Brasil, os cursos serem estruturados de maneira muito rígida, o que acaba deixando a oferta de disciplinas limitada e, em conseqüência, os alunos ficam limitados e desmotivados", explica Paulo Prochno. No modelo americano, segundo ele, ocorre o contrário. Os alunos, no início da graduação, podem escolher entre uma série de disciplinas genéricas e aprender sobre temas gerais, não necessariamente ligados à Administração.

"Nos dois primeiros anos da faculdade, eles têm liberdade para escolher estudar, por exemplo, política mundial, economia, marketing e, numa etapa posterior, podem optar por aquelas disciplinas nas quais querem se aprofundar", conta o professor. O impacto desse sistema é que o aluno, além de mais motivado, consegue ter tempo para amadurecer e ponderar o rumo que dará à sua carreira antes mesmo de sair da faculdade. "Infelizmente, essa liberdade de escolha não existe no Brasil ou existe de maneira muito mais limitada", lembra Paulo.

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Quando os professores estão despreparados, para onde o curso vai?

Muitos professores acabam despejando conteúdo sem preocupação alguma.

Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

A Administração, você sabe, é um campo amplo e seus profissionais podem ser absorvidos por diferentes setores do mercado. Há administradores atuando nas áreas pública e privada, de saúde, alimentação, tecnologia, educação, finanças, aviação, apenas para citar algumas. E, por esse motivo, as faculdades abrem as portas para professores também graduados ou especializados em outros campos, os quais podem ir da engenharia à psicologia, do marketing à matemática.

Esse conhecimento multidisciplinar, aliás, é importante para a formação do profissional. O problema é na hora de adaptar o conhecimento das outras áreas para a prática da Administração. Muitos professores acabam despejando conteúdo sem essa preocupação e, no dia-a-dia, questões básicas – por exemplo, "como a disciplina de Cálculo será útil no dia a da do administrador?" ou "como o conhecimento de tipos psicológicos poderá ajudar no gerenciamento de uma empresa?" -- ficam sem resposta.

No mercado de trabalho
Consequência: "Ao contrário Consequência: Segundo Marcos Hashimoto, a amplitude da área também é perigosa por outro motivo: "Ao contrário de áreas como exatas e tecnologia, a abertura em Administração é muito grande, o que leva muitos cursos a perderem o foco e a aceitarem professores vindos de outros campos, mas sem uma sólida formação de base, o que acaba gerando consequências negativas dentro da própria sala de aula", observa.

Em casos extremos, segundo ele, ocorre assim: algumas faculdades acabam aceitando docentes que, no máximo, têm apenas uma especialização em Administração – e, algumas vezes, nem isso. "No dia a dia, não é raro alguns buscarem informações sobre a Administração na internet ou em livros que não são referência. O resultado é que se acaba passando aos alunos conceitos e informações sem base teórica", ressalta, lembrando o quanto isso vai prejudicar o estudante e futuro profissional da área.

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O aluno é só um cliente?

Estamos falando do tipo de relação mantida entre escolas e os alunos, uma relação em que o foco, que deveria estar na educação, concentra-se no consumo .

Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

A cada ano, mais cursos superiores surgem no país, muitos deles oferecidos por faculdades particulares. Dentro de algumas dessas instituições de ensino está o segundo perigo. Estamos falando do tipo de relação mantida entre elas e os alunos, uma relação em que o foco, que deveria estar na educação, concentra-se no consumo.

Funciona assim: o estudante, querendo comodidade, busca uma instituição onde a aquisição do diploma será facilitada; já algumas faculdades, dispostas a satisfazer seus clientes, não impõem barreiras a essa busca e, por isso, acabam priorizando menos a formação e muito mais a satisfação do consumidor. Terminado o curso, o cliente (estudante) sai feliz, porém, pouco qualificado profissionalmente.

No mercado de trabalho
Consequência: A professora da FGV/RJ Sylvia Vergara notou que esse problema teve origem há cerca de quatro décadas. "A A partir dos anos 70, com a crise do petróleo, as políticas educacionais têm sido fortemente influenciadas pela ideologia neoliberal, que propõe a privatização do ensino médio e superior, e restringe a ação do Estado à garantia da educação básica, deixando os outros níveis de ensino sujeitos às leis da oferta e da procura", afirma, no artigo Reflexões sobre o conceito de aluno-cliente nas instituições de ensino superior brasileiras.

Foi nesse contexto que as instituições de ensino superior começaram, pouco a pouco, a se multiplicar e inauguraram a tal relação perigosa na qual o indivíduo que ensina (professor) se torna um prestador de serviço, aquele que aprende (aluno) se torna cliente e o ensino se transforma em um produto. O resultado é que a educação se transforma em um mercado a ser explorado sem limites. "Há uma diferença fundamental em formar administradores ou qualquer outro profissional e 'dar ensino superior'", alerta Antônio Vico Manãs, professor de Administração da PUC de São Paulo. Para ele, quem busca ensino e educação (e não uma relação de consumo) deve ter consciência de que um bom curso de Administração irá, acima de tudo, "gerar possibilidades para que os alunos possam refletir, criar e efetuar mudanças e processos com excelência."

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Quando o objetivo é só o diploma

"Exatamente assim aconteceu comigo. Escolhi Administração porque não sabia bem o que queria fazer na vida e passei quatro anos estudando, indo às aulas, fazendo provas, mas sem muito interesse e sem me preocupar em como utilizaria aquilo tudo."


Por Revista Administradores, www.administradores.com.br

"Um problema típico do Brasil é que as pessoas se sentem na obrigação de fazer um curso superior e o próprio mercado acaba reforçado essa cobrança ao exigir que os profissionais tenham um diploma", avalia Paulo Prochno, professor de administração na Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Sim, ele tem razão. E o resultado dessa "obrigação" não é nada positivo. Ao contrário: isso acaba levando muitos estudantes a escolherem o curso de graduação pelos motivos errados.

"Isso faz com que eles escolham aqueles aparentemente mais fáceis de cursar, ou menos concorridos na hora do vestibular, ou que ofereçam mais facilidade para conseguir o diploma", lembra Marcos Hashimoto, professor de Empreendedorismo do Instituto de Pesquisa (Insper), em São Paulo. É aí que a Administração entra em cena. O curso ainda é visto com uma espécie de coringa – quem é formado na área pode atuar nos mais diversos setores do mercado – o que o torna, ironicamente, a escolha ideal para quem não sabe o que escolher ou só quer saber do diploma. "Optar por essa área acaba sendo um mecanismo natural para muitos estudantes. E esse é grande um problema", analisa Paulo.

Consequência: Desânimo, apatia, falta de perspectivas profissionais. Esses são alguns efeitos colaterais de quem não sabe por que escolheu Administração ou entrou na área pelos motivos errados. Se o estudante não tomar consciência desse perigo e o tempo inteiro mantiver o foco apenas em obter o diploma, acabará deixando passar a chance de grandes aprendizados e descobertas. Pior: lá na frente, quando estiver no mercado de trabalho, terá que compensar tudo o que não aprendeu.

Foi o que ocorreu com Marcos Xavier, 29 anos. "Exatamente assim aconteceu comigo. Escolhi Administração porque não sabia bem o que queria fazer na vida e passei quatro anos estudando, indo às aulas, fazendo provas, mas sem muito interesse e sem me preocupar em como utilizaria aquilo tudo. No final, ficou o diploma e tive de reaprender muita coisa, dessa vez, na prática", conta ele, que hoje superou os obstáculos, redescobriu a Administração e administra uma construtora em João Pessoa, na Paraíba.

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Para ter felicidade no trabalho é preciso compreender desejos

Para especilista, o que traz satisfação a uma pessoa pode não satisfazer outra, visto que cada indivíduo tem suas necessidades.

Infomoney

Para ter felicidade no trabalho é preciso compreender os próprios desejos e necessidades, segundo análise do diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos, João Xavier.

Na opinião dele, o que traz satisfação a uma pessoa pode não satisfazer outra, visto que cada indivíduo tem os seus desejos, vontades e necessidades.

Dessa forma, explica, para quem o desejo é ser importante e conhecido, provavelmente um cargo de chefia, gerência ou que exponha seu nome e habilidades será capaz de gerar felicidade. Já para aqueles cujo desejo é ter mais tempo para a família, a felicidade estará em um trabalho que respeite horários ou que tenha flexibilidade para sair para levar e buscar os filhos na escola ou até mesmo trabalhar em casa.

No caso daqueles para os quais a felicidade está em ganhar dinheiro, um trabalho onde as recompensas são financeiras, que pague horas extras, comissões e prêmios para as vendas e metas atingidas e onde os aumentos salariais ocorram independente de promoções, certamente trará mais satisfação.

O que dizem as pesquisas?
Pesquisa realizada pela Hays Recruiting – empresa especializada no recrutamento de profissionais de média e alta gerência - aponta que aspectos como liderança e remuneração não estão entre os fatores determinantes para a felicidade no trabalho.

Ainda de acordo com o levantamento, o fato de a empresa compartilhar informações, conhecimento e experiências também não está diretamente ligado à felicidade dos funcionários no ambiente de trabalho.

Por outro lado, ter desafios, possuir excelente integração com a equipe, ser reconhecido e respeitado, além de ter perspectiva de crescimento e desenvolvimento, são quesitos notadamente importantes para os profissionais

Outro estudo, dessa vez realizado pela Right Management, diz que terminar a graduação não garante felicidade no trabalho. De acordo com a pesquisa, dentre os profissionais, os mais insatisfeitos são os que possuem graduação, com 61%; contra 18% dos que fizeram pós-graduação, 15% dos que cursaram MBA, 5% dos mestres e 1% dos doutores.

O levantamento verificou ainda que, quanto mais baixo o cargo, maior é o número de insatisfeitos, sendo que os analistas apresentam o maior percentual de não felizes (26%) e os presidentes e diretores o menor, de 8%.

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Carga horária excessiva tem elevado o estresse de profissionais, diz pesquisa

Estudo revela que executivos se sentem mais cansados com jornada atual, que pode se estender fora das empresas.

Infomoney

Os executivos brasileiros têm se sentido mais cansados e estressados com a atual jornada de trabalho, que por vezes não apenas ultrapassa as tradicionais oito horas diárias, mas também se estende fora do dia a dia da empresa.

De acordo com um recente levantamento da consultoria Asap, por exemplo, dos 1.090 profissionais entrevistados, 67% deles declararam ter a vida pessoal afetada pelo trabalho, por conta de uma carga horária excessiva, sendo vítimas de cansaço e estresse constantes. Já outros 54% demonstraram não ter tanto tempo para dedicar à família, por causa do trabalho.

Horário problema
Tal problema é tão comum, que já passou a ser considerado uma realidade nas empresas. Para se ter uma ideia, segundo a própria Asap, a média de trabalho informada por 57% dos executivos entrevistados é de oito a dez horas por dia.

“O aumento de carga horária é ocasionado na maioria dos casos (48%) por uma promoção ou pelo aumento de responsabilidades no trabalho (19%)”, detalha o estudo.

Ainda de acordo com a pesquisa, aqueles que informaram estar trabalhando mais porque a empresa em que atuam precisou enxugar custos relativos à mão de obra corresponderam a apenas 14%.

Férias? Que nada!
A situação é tão grave que nem sequer em casa ou nas férias os profissionais podem desfrutar do descanso. Com os avanços tecnológicos, os celulares, tablets e e-mails corporativos começaram a invadir também outros espaços, como a casa dos executivos.

“Cerca de 78% dos funcionários são acionados fora do expediente para tratar de assuntos relacionados ao trabalho e 52% costumam responder e-mails durante as férias”, detalha o estudo.

A soma das tarefas corporativas feitas em casa totalizariam cerca de três horas extras semanais, segundo 60% dos profissionais entrevistados, e de três a seis horas, para 29% deles. Os que trabalham de casa até dez horas representarim apenas 7% do total.

O sentimento
Mas será que, mesmo trabalhando de casa e nas férias, os profissionais vestem a camisa das empresas na qual atuam? De acordo com a pesquisa realizada pela Asap, tudo depende do salário a ser pago pelo empregador e das perspectivas profissionais oferecidas aos contratados.

Ao que parece, 41% dos executivos entrevistados trocariam de empresa, se recebessem uma proposta para ganhar mais em uma outra organização com melhores perspectivas de trabalho. Isso ocorreria mesmo se precisassem trabalhar mais. Já os que se dizem satisfeitos com seus empregos, bem como com as perspectivas oferecidas pela empresa no momento, somam apenas 22%.

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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Universitários: veja dicas de como aproveitar as férias para turbinar o currículo

Há sugestões muito interessantes, mas, antes de tudo, o estudante deve ponderar alguns elementos como: experiência profissional anterior, interesses e afinidades e dinheiro para investimento em algum curso, por exemplo.

Infomoney

O final do ano chegou e, com ele, chegaram as férias escolares. Universitários de todo o Brasil têm agora pela frente cerca de três meses longe das salas de aula. O grande dilema é: como aproveitar esse período para dar uma turbinada no currículo?

Há sugestões muito interessantes, mas, antes de tudo, o estudante deve ponderar alguns elementos como: experiência profissional anterior, interesses e afinidades e dinheiro para investimento em algum curso, por exemplo.

De acordo com o diretor-geral da Trabalhando.com Brasil, Renato Grinberg, a opção mais interessante é realizar algum tipo de trabalho no exterior, pois além de estar aprendendo outra língua, também se desenvolve profissionalmente. Mas essa opção não é a única.

O que fazer nas férias?
Trabalho temporário –- os empregos de curta duração, como vendedor de loja, são boas opções para quem não tem experiência profissional anterior. Grinberg explica que o estudante adquire diversas habilidades nesses trabalhos, aprendendo a lidar com pessoas, administrar conflitos, trabalhar em um ambiente dinâmico e que exige grande flexibilidade, "para poder atender o cliente".

Entre qualquer opção de como investir o tempo durante as férias, se o estudante não tiver nenhuma experiência profissional anterior, essa é a sugestão de Grinberg. O especialista observa que hoje em dia os profissionais estão ficando cada vez mais nivelados em termos de formação, logo, o grande diferencial acaba sendo as experiências profissionais.

"As empresas querem saber se as pessoas sabem se comportar no universo profissional", explica Grinberg, ressaltando que as oportunidades de temporário em lojas é um grande oportunidade de aprendizado. Deve-se levar em conta que há diversas ofertas desse tipo de emprego no Brasil este ano, reflexo da boa conjuntura econômica, "é importante aproveitar esse momento, pois nunca se sabe como o Brasil estará no ano quem".

Trabalho voluntário - se dedicar a alguma atividade não remunerada também compensa para os estudantes. De acordo com Grinberg, o trabalho voluntário ajuda os jovens a trabalhar em equipe, conhecer as diferentes classes sociais, respeitar as diferenças e ainda desenvolver a liderança.

Nesse tipo de trabalho, os projetos nem sempre têm recursos e pessoas suficientes, logo, os envolvidos precisam ter flexibilidade para lidar com as mais diversas situações e adversidades. Do lado das empresas, fazer um trabalho voluntário mostra que a pessoa tem comprometimento, engajamento social, e, sobretudo, mostra que é pró-ativa a ponto de buscar algum tipo de atividade.

Grinberg ainda lembra que o trabalho voluntário pode ser desenvolvido paralelamente com um temporário - remunerado, já que não são atividades excludentes. É possível fazer aos finais de semana, por exemplo.

Estágio internacional - trabalhar fora do Brasil é, sem dúvida, a opção mais interessante. Os estudantes adquirem experiência profissional ao mesmo tempo em que aprendem uma nova língua, ou aprimoram o que já sabem. Há diversos destinos e oportunidades para estudantes de diversas áreas, basta procurar e se planejar.

Cursos – os cursos, tanto no Brasil como no exterior, também são opções interessantes, principalmente os cursos de línguas e cursos de focados na área de estudo. Grinberg observa, no entanto, que entre viajar para estudar e desenvolver algum tipo de trabalho profissional, a segunda opção é mais interessante para aqueles que não têm nenhuma experiência anterior.

Os cursos internacionais podem ser feitos durante períodos curtos, de um mês, por exemplo, enquanto o estudante está de férias do estágio, recomenda.

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Dedicação extra pode transformar trabalho temporário em emprego fixo

E, verdade seja dita, esforços para isso não faltam, especialmente no que diz respeito às tentativas de agradar aos seus superiores.

Infomoney

Para tentar conquistar uma vaga permanente no mercado de trabalho em 2012, muitos brasileiros têm apostado nas contratações temporárias de fim de ano. E, verdade seja dita, esforços para isso não faltam, especialmente no que diz respeito às tentativas de agradar aos seus superiores.

"Os profissionais possuem um prazo muito curto, que é o da contratação temporária, para mostrar seu talento aos empregadores e precisam aproveitar tal período ao máximo", aconselha a gerente de Recursos Humanos da Personal Service, Alexandra Visconti Morgado.

Aliás, segundo ela, é justamente nesta ocasião que eles devem se fazer notar em uma empresa. "Para ser efetivado em uma organização, os funcionários devem realizar seu trabalho de forma profissional, de modo que a atenção do empregador se volte para eles de forma positiva", detalha Alexandra.

Qualificações
A dedicação extra e o talento nato figuram como as principais qualificações de um trabalhador que deseja ver seu emprego temporário se transformar em uma oportunidade fixa.

"Dedicação extra, pois é preciso se empenhar no curto prazo, que é o da contratação temporária para conquistar um emprego. E talento, pois de nada adianta tentar executar uma atividade da qual não se possui vocação para tal", orienta o consultor em Gestão de Pessoas, Eduardo Ferraz.

Na opinião dele, por exemplo, uma pessoa tímida não seria bem-sucedida em uma atividade que envolvesse o público, assim como alguém extremamente extrovertido também não se sairia bem, se fosse contratado para trabalhar em um escritório fechado.

"É importante não forçar a natureza de um profissional e identificar quais são os pontos fortes de cada um", orienta o consultor.

Pontos fortes
São considerados pontos fortes os comportamentos sociais que podem ser aplicados na carreira de forma positiva, como a comunicação, o trabalho em equipe, a liderança, entre outros. Já os comportamentos considerados inadequados precisam ser avaliados com cautela, pois nem sempre podem ser enquadrados de forma negativa, podendo variar conforme o ponto de vista do gestor que analisa a função.

"Ser desconfiado pode ser um talento em algumas empresas, especialmente naquelas em que desconfiar seja um pré-requisito para a contratação de um profissional, como um auditor, por exemplo", orienta Ferraz.

Sem vagas
Mas se, apesar de tantos esforços, aquela tão esperada vaga efetiva de fato não ocorrer após a demanda de fim de ano, não desanime ou faça cara feia, afinal, muitas empresas realmente esgotam seus recursos e, infelizmente, não apresentam condições de contratar novas pessoas para sua equipe.

"Existem lojas que não possuem vagas em um momento, mas que podem apresentar outras oportunidades em um futuro próximo. Além disso, um bom networking pode abrir portas para boas indicações. Por isso, mantenha a postura e não desanime se uma vaga temporária não se tornar fixa", aconselha Alexandra.

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Procon alerta consumidores sobre cuidados nas compras de Natal feitas pela internet

Com o crescimento no número de pedidos, os órgãos de defesa do consumidor estimam que também deva aumentar o número de queixas contra as lojas virtuais.

Por Elaine Patricia Cruz , Agência Brasil

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,6 bilhões no Natal deste ano, o que representa um crescimento nominal de 20% em comparação a 2010. A expectativa é da e-bit, empresa especializada em informações sobre o setor de e-commerce, como é chamado o comércio eletrônico. Segundo a empresa, o número de pedidos também será maior este ano em comparação ao ano passado, com crescimento estimado de 25%.

Com o crescimento no número de pedidos, os órgãos de defesa do consumidor estimam que também deva aumentar o número de queixas contra as lojas virtuais. Segundo o ReclameAQUI, um dos principais sites de reclamações do país, as cinco lojas virtuais mais reclamadas do país – Americanas.com, Submarino, Compra Fácil, Shoptime e Walmart – acumularam 69 mil queixas só nos últimos 12 meses.

Entre as principais reclamações, de acordo com o site ReclameAQUI, estão o atraso na entrega, entrega de produto com defeito, dificuldade de contato com a empresa, cobrança indevida e mau atendimento no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). "Os maiores problemas que temos identificado na Fundação Procon é com relação à entrega dos produtos adquiridos pela internet", disse Andrea Sanchez, diretora de Programas Especiais da Fundação Procon-SP, em entrevista à Agência Brasil.

Segundo ela, o consumidor deve estar atento ao fazer uma compra pela internet, principalmente durante o período de Natal, em que o volume de pedidos e a ocorrência de problemas na entrega são maiores. "Primeiro, o consumidor deve observar se se trata de um site seguro, com uma chave de segurança normalmente representada por um cadeado no pé do site. E tentar evitar comprar em sites que tenham domínio fora do país, sem o ponto com ponto br [.com.br]", disse.

Andrea também alerta o consumidor para verificar nas redes sociais e no próprio portal do Procon se os sitesde compras virtuais estão gerando reclamações e como eles estão procedendo para solucionar esses problemas. "Os problemas vão existir em todos os segmentos, mas o diferencial é a ação do site para a solução deles", observou. "O consumidor que comprou pela internet tem o direito, garantido pelo Código de Defesa do Consumidor, de arrependimento pelo prazo de sete dias da data da contratação", alertou Andrea.

No caso de sites de compras coletivas – aqueles em que são apresentadas ofertas de produtos e serviços com valores mais baixos que no mercado e cujas compras só se validam após a aquisição de cupons por um determinado número de pessoas – a diretora do Procon orienta o consumidor a observar os prazos dados para utilização ou entrega do produto ou do serviço adquirido.

Segundo ela, é preciso também observar as condições da oferta, o período da entrega e as condições de devolução. "Se o consumidor não tiver mais interesse porque passou o prazo ou porque não interessa usufruir daquele produto ou serviço após aquela data, ele pode rescindir o contrato e a restituição paga será devolvida, inclusive com atualização monetária", explicou.

No começo do mês, a Fundação Procon-SP pediu a suspensão das atividades de três lojas virtuais, todas pertencentes à B2W Companhia Global do Varejo – Americanas.com, Shoptime e Submarino. A motivação do Procon para o pedido de suspensão foi o fato de as empresas reincidirem na prática de não entregar os produtos aos consumidores. Segundo o órgão, a B2W teve um aumento de 146% no número de reclamações feitas por consumidores ao Procon, passando de 1,47 mil queixas, no segundo semestre de 2010, para 3,63 mil, no primeiro semestre deste ano.

No dia 7 de novembro, o Procon também autuou os sites de compras coletivas Groupon, Click On e Peixe Urbano por prática de condutas em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor, tais como não garantir a qualidade dos serviços oferecidos e negar a devolução dos valores nos casos de não prestação de serviço.

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Mercosul é mercado potencial para micro e pequenas empresas

Durante os dias 1º e 2 de dezembro, em Curitiba, será realizado o 3º Encomex Mercosul; reajuste do teto do Simples Nacional, que passa a valer em 2012, deve incentivar processo de exportação para empreendimentos de pequeno porte.

Sebrae/PR

O acesso ao mercado externo é um desafio para empresários de micro e pequenas empresas que, para conquistar clientes internacionais, precisam de preparação e, principalmente, planejamento para fechar parcerias comerciais no exterior. O Mercado Comum do Sul (Mercosul) é um canal de comercialização que deve ser avaliado como potencial, por empresários paranaenses.

A experiência de duas décadas do Mercosul, cujo o processo para promover uma integração regional e comercial teve início em 1991, com a assinatura do Tratado de Assunção pelos governos da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, estará na pauta de discussão do 3º Encontro de Comércio Exterior do Mercosul – 3º Encomex Mercosul, que será realizado nos dias 1º e 2 de dezembro, em Curitiba.

O evento, promovido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), com patrocínio do Sebrae, também visa debater com autoridades e especialistas quais são as projeções e planejar os próximos 20 anos do bloco econômico. No Encomex Mercosul, serão realizados painéis com a participação de ministros dos países-membros do Mercosul e autoridades, além de oficinas setoriais e temáticas e, ainda, um encontro de negócios.

Toda a programação acontece na Universidade Positivo, das 9 às 18 horas.

Os palestrantes debaterão maneiras de facilitar o comércio entre os países do bloco econômico e tratarão de temas específicos, entre eles, crescimento econômico, inovação, competitividade, câmbio, mecanismos de financiamento e negociações com terceiros países.

O Sebrae terá um estande no evento. Consultores vão orientar os empresários de pequenos negócios sobre mecanismos de acesso ao mercado internacional e quais soluções a entidade dispõe para contribuir na qualificação de empresas que visam exportar.

Na quinta-feira, dia 1º, o gerente da Unidade de Inovação e Competitividade do Sebrae/PR, Agnaldo Castanharo, participa do painel "Inovação como Diferencial Competitivo", às 14 horas. Para debater o tema, também foram convidados o secretário de Inovação do MDIC, Nelson Akio Fujimoto; o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Vigílio Augusto Fernandes Almeida; o diretor do Centro Internacional de Inovação da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Filipe Cassapo; o secretário-executivo da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (ANPEI), Naldo Dantas; e o diretor-presidente da empresa Prati-Donaduzzi, Luiz Donaduzzi.

Ainda na quinta-feira, o especialista em Relações Internacionais e Comércio Exterior do Sebrae, Gilson Honorato, será o moderador na oficina setorial e temática "Inserção Competitiva de Micro e Pequenas Empresa em Mercados Internacionais", com início às 16h05.

Na oficina participam o presidente da Asociación Civil Cámara de Emprendedores de la Región Iguazú (CAEMPRI), da Argentina, Ricardo Arturo Brizuela; Melina Burgos Quiñones, diretora de Promoção de Iniciativas Empresariais e Associativas da Dirección General de la Micro y Pequeña Empresa y Cooperativas, do Peru; e Fernando Espíndola, gerente da Plataforma de Cooperação Técnica com Sebrae e Desenvolvimento Empresarial, da Fundação Parque Tecnológico de Itaipu - Paraguai.

As entidades, que têm atuação em processos de cooperação institucional e empresarial com Brasil por meio do desenvolvimento de micro e pequenas empresas, são aliadas do Sebrae no trabalho desenvolvido no Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para a Integração Transfronteiriça de Micro e Pequenas Empresas do Mercosul e América Latina (Sebrae CDT-AL).

Com uma iniciativa do Sebrae Nacional, executada pelo Sebrae/PR, o Sebrae CDT-AL atua para fortalecer os laços de integração, cooperação e transferência de tecnologias em favor das micro e pequenas empresas do Mercosul e América Latina.

Oportunidades no exterior
Segundo dados do Sebrae, a participação de micro e pequenas empresas no volume de exportações brasileiras é essencialmente tímida, cerca de 2% do total. Para o consultor do Sebrae/PR, Marcos Uda, o montante negociado no exterior é baixo por uma série de fatores.

"Entre eles está o receio dos empresários em negociar em mercados estrangeiros. Questões como a legislação dos países, as taxas de tributação, as barreiras comerciais interferem. O empresário precisa avaliar as características do país que pretende exportar e ter cuidado, porque para uma negociação dar errada no mercado externo é muito fácil", afirma Marcos Uda.

O consultor do Sebrae/PR salienta que a medida do Governo Federal em reajustar 50% as faixas de enquadramento e o teto da receita bruta anual das empresas do Simples Nacional (microempresa passa de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o da pequena sobe de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões), sancionada pela presidente Dilma Rousseff, no dia 10 de novembro, terá impacto para as empresas exportadoras e se caracteriza como um incentivo para os pequenos negócios.

"As empresas terão o limite de receita bruta anual duplicado. Ou seja, as suas vendas para o mercado externo poderão chegar ao mesmo valor do faturamento bruto anual no mercado interno. O que acontecia antes era que muitas empresas passavam a reter suas exportações para não sair do Simples, sistema de tributação mais vantajoso. A ampliação do teto foi um avanço", avalia.

A mudança, que passa a valer em janeiro de 2012, é mais um passo para fomentar a geração de negócios no mercado externo. Para Marcos Uda, os empresários de micro e pequenas empresas devem avaliar algumas alternativas como a criação de consórcios exportadores, modelo que envolve operações de mais de um empreendimento, para ingressar no mercado externo.

Ainda durante o evento, serão divulgados os dados da balança comercial do mês de novembro e do acumulado do ano. "São informações importantes para os empresários terem condições de avaliar quais sãos os principais produtos exportados, se são commodities ou não, e para quais países os produtos são exportados. A divulgação dos dados é um balizador para quem pretende investir no mercado internacional", completa Marcos Uda.

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Administradores.com.br firma parceria com Ideia Sustentável e inaugura série sobre liderança e sustentabilidade

Primeiro vídeo da série traz mini-palestra com Guilherme Leal.

Por Redação, www.administradores.com.br

Tudo começou com um livro: "Conversas com Líderes Sustentáveis: o que aprender com quem fez ou está fazendo a mudança para a sustentabilidade" (Ed. Senac), de Ricardo Voltolini. Logo o trabalho editorial, que reúne depoimentos de executivos de algumas das principais companhias brasileiras que têm como bandeira a sustentabilidade, se expandiu e agora é parte de um projeto mais amplo, que tem procurado difundir ideias sustentáveis apostando na inspiração.

Uma iniciativa da consultoria Ideia Sustentável, a Plataforma Liderança Sustentável reuniu em diversos vídeos mini-palestras dos entrevistados para o livro, entre os quais estão Guilherme Leal, Fábio Barbosa e Paulo Nigro, que abordam sob diferentes perspectivas o papel das empresas no desenvolvimento de políticas de sustentabilidade.

Todo esse conteúdo você poderá conferir a partir desta semana aqui no Administradores.com.br, na série que iniciaremos sobre liderança e sustentabilidade. Por meio da parceria que firmamos com a Ideia Sustentável, traremos semanalmente uma mini-palestra e, para iniciar, separamos o vídeo de Guilherme Leal, acionista e co-presidente do Conselho de Administração da Natura, que foi candidato à vice-presidência da República o lado da ex-senadora Marina Silva, pelo Partido Verde (PV).

Confira o vídeo aqui.

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Série Liderança Sustentável: as lições de Guilherme Leal sobre negócios e sustentabilidade

Em sua mini-palestra na Plataforma Liderança Sustentável, que inaugura hoje a série sobre sustentabilidade e liderança aqui no Administradores.com.br, o executivo trata do assunto com a experiência de quem tem carregado com bastante empenho a bandeira da sustentabilidade.

Por Redação, www.administradores.com.br

Ninguém faz negócios sozinho. Isso não é segredo para ninguém, mas para muitos empreendedores essa é uma máxima um tanto difícil de assimilar na prática. Entretanto, para Guilherme Leal, acionista e co-presidente do Conselho de Administração da Natura, compreender que nenhuma empresa sobrevive sem considerar sua interdependência com outros empreendimentos bem como com os consumidores e o meio ambiente é algo muito claro.

Em sua mini-palestra na Plataforma Liderança Sustentável, que inaugura hoje a série sobre sustentabilidade e liderança aqui no Administradores.com.br, o executivo trata do assunto com a experiência de quem tem carregado com bastante empenho a bandeira da sustentabilidade.

Confira o vídeo: http://vimeo.com/26013819

Esta série é uma parceria do Administradores.com.br com a consultoria Ideia Sustentável, responsável pela Plataforma Liderança Sustentável.

A plataforma
Um ponto de encontro com a inspiração e o conhecimento. Essa é a função que a Plataforma Liderança Sustentável, lançada pela consultoria Ideia Sustentável: Estratégia e Inteligência em Sustentabilidade, se propõe a desempenhar. Segundo Ricardo Voltolini, diretor da consultoria e publisher da revista Ideia Sustentável, trata-se de "um movimento que pretende identificar, inspirar, mobilizar e conectar jovens lideranças em sustentabilidade espalhadas pelo Brasil".

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Reporting 2012 auxilia pequenas e médias empresas

Dentro das tendências de negócios mais importantes, vale a pena ressaltar a importância do aspecto digital, social e móvel que todas as PMEs devem trabalhar.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Uma iniciativa de SAP Crystal Solutions, o Reporting2012 tem como objetivo a divulgação e promoção das principais tendências de negócios que todas as Pequenas e Médias empresas da Região devem enfocar em 2012. Atualmente, os mercados onde operam as PMEs latino-americanas são cada vez mais competitivos e desafiantes, e aquelas empresas que conseguem entender seu contexto e fazer planejamentos a longo prazo devem sair na frente.

Muitos desafios devem ser enfrentados pelas organizações, mas também são muitas as oportunidades que existem e que podem ser aproveitadas pelas PMEs para o seu crescimento em 2012. Dentro das tendências de negócios mais importantes, vale a pena ressaltar a importância do aspecto digital, social e móvel que todas as PMEs devem trabalhar, e também o foco no comportamento e forma de ser dos nativos destas novas tecnologias.

Com respeito aos processos internos das organizações, se destacam o teletrabalho e a terceirização como soluções ideais para serem aproveitadas no próximo ano, da mesma forma que novas técnicas para recursos humanos e a motivação no trabalho.

Para finalizar, em 2012, voltam a receber mais importância a realização de reportes como a única forma de analisar os dados e métricas que ajudam a melhorar nossa organização.

Conheça o Facebook e o Twitter da SAP Crystal Brasil.

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Comissão do Senado conclui votação sobre Código Florestal

A expectativa agora é que o texto possa ser votado em última instância pelos senadores na próxima semana.

Por Mariana Jungmann, Agência Brasil

Brasília - A Comissão de Meio Ambiente do Senado concluiu a votação do novo Código Florestal Brasileiro. O texto-base do código foi aprovado dia 23 e os senadores votaram os 77 destaques, dos quais quatro foram incorporados no texto que seguirá para o plenário do Senado.

A expectativa agora é que o texto possa ser votado em última instância pelos senadores na próxima semana, seguindo para a Câmara dos Deputados logo depois. "É um texto muito bom para o meio ambiente, para o Brasil, e que vai dar a segurança que os produtores precisam para trabalhar dentro da lei", declarou o relator, senador Jorge Viana (PT-AC) após a aprovação.

O texto passou inicialmente pela Câmara dos Deputados e pelas comissões de Constituição e Justiça, de Agricultura e de Ciência e Tecnologia do Senado. Como recebeu alterações em relação ao projeto enviado pela Câmara, o novo código precisará voltar para análise dos deputados. Eles poderão rejeitar parte ou integralmente o que foi modificado no Senado, mas não poderão fazer novas alterações. O projeto terá ainda que ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff.

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Oi abandona conceito de "liberdade" e passa a cobrar multas

Operadora passará a vender aparelhos bloqueados e irá cobrar multas de usuários que cancelarem planos.

AdNews

A Oi resolveu abrir exceções em relação à "liberdade" que a tornou famosa. A operadora venderá aparelhos subsidiados e planos sujeitos a multa por cancelamento, informa a Info Online.

Até então, o cliente podia escolher o plano e, se de repente mudasse de ideia, tinha direito de desistir dele, trocar ou simplesmente pular para outra operadora. Agora, isso permanece apenas em parte, pois serão criadas alternativas com punições, os planos de fidelização.

A Info exemplifica com a promoção de natal do plano "Fale à Vontade", que carrega uma multa de R$ 358 ao usuário, caso queira cancelar. O valor passa a ser proporcional à quantidade de dias que faltarem para se chegar aos 12 meses contratados - e o cliente ainda perde todos os benefícios do plano imediatamente.

Quanto aos aparelhos, também serão adotados dois modelos: a venda de desbloqueados e bloqueados, sendo que os últimos terão descontos - como fazem todas as outras operadoras. Eles devem chegar às lojas no início de 2012, só falta terminarem as negociações da Oi com os fabricantes.

"Hoje, quando o consumidor pensa em telefonia móvel, antes de pensar em um plano, ele pensa no aparelho que quer, seja um iPhone, um Samsung Galaxy ou um iPad", disse à Info o diretor de Segmentos de Varejo da operadora, Maxim Medvedovsky. "Entendemos que a Oi não podia ficar fora desse movimento."

Acontece que a nova postura contraria a ideologia que ajudou a colocar a empresa no mercado. Em 2009, ela chegou a veicular uma campanha intitulada "Multa não", dizendo que "multar os consumidores era o absurdo dos absurdos".

"É um absurdo não te tratar bem porque tem uma multa te prendendo. Em respeito a você, a Oi acabou com a multa. Você fica porque gosta, não porque é obrigado. Liberdade total só na Oi", dizia.

Antes destinado a trazer infomações sobre portabilidade e notas sobre o fim das multas, o site www.oiliberdadetotal.com.br agora passou a redirecionar para outro endereço, em que estão serviços da Oi.

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sábado, 26 de novembro de 2011

Sebrae anuncia recursos para gestão de incubadoras

Edital foi lançado na quinta-feira (24), em São Paulo.

Por Regina Mamede, Agência Sebrae

O Sebrae lançou quinta-feira (24), edital para seleção de incubadoras que vão receber investimentos destinados à melhoria na gestão. O volume total de recursos e o detalhamento das condições foram divulgados, às 11h, no escritório do Sebrae Nacional, em São Paulo.

Estiveram presentes o presidente do Conselho Deliberativo Nacional, Roberto Simões, o presidente Luiz Barretto e o diretor-técnico Carlos Alberto dos Santos. O presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), Guilherme Ary Plonsky, também participa do evento.

"Com o edital, o Sebrae quer implantar um padrão de excelência para o funcionamento desse tipo de empreendimento e aumentar o número de empresas beneficiadas pelas incubadoras", diz diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. A proposta, segundo ele, é promover o fortalecimento das incubadoras de forma que desenvolvam empreendimentos inovadores e competitivos para fazer frente às perspectivas de crescimento do país. Pelo menos 160 projetos receberão apoio da instituição.

Os termos do edital levam em conta as práticas-chaves do Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne), um modelo de gestão criado pela Anprotec, em parceria com o Sebrae, para certificação de incubadoras de empresas. O Cerne foi inspirado nos modelos desenvolvidos pelos Small Business Development Centers (SBDCs) e Business Innovation Centers (BICs), programas de apoio às micro e pequenas empresas norte-americanas e europeias.

"A trajetória do conhecimento hoje está focada na inovação e no empreendedorismo. Nosso papel é ajudar as empresas", avaliou o presidente do Anprotec, Ary Plonsky. O objetivo é fortalecer as incubadoras tendo em vista o aumento da taxa de ocupação e melhorar os resultados quantitativos e qualitativos. O acompanhamento e a avaliação dos resultados serão feitos por consultores especializados da Anprotec e do Sebrae.

Os ambientes das incubadoras são favoráveis à atração de empresas nascentes que apresentam condições de crescimento de forma sustentável, competitiva e inovadora. Estudo feito pelo Sebrae, que incluiu 223 de um universo de 294 incubadoras apoiadas pela entidade, mostra que a maioria delas está ligada às instituições de ensino superior do país; o maior número é de base tecnológica e trabalha com pessoal reduzido; e 48% dependem de recursos de terceiros para oferecer suporte técnico às empresas incubadas.

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Programa de Banda Larga quer chegar a 4 milhões de domicílios na Região Sul até primeiro trimestre de 2012

A representante do Ministério das Comunicações Lygia Pupatto disse que entre as metas do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) até 2015 está a de alcançar a marca de 40 milhões de casas com internet.

Por Lúcia Nórcio , Agência Brasil

Cerca de 4 milhões de domicílios em 142 municípios da Região Sul devem ser atendidos pelo Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) até o primeiro trimestre do ano que vem, garantiu na quinta-feira (24) o presidente da Telebras, Caio Bonilha, ao participar da abertura do I-Business 2011. O evento, realizado pela Associação Nacional das Empresas de Soluções de Internet e Telecomunicações, reuniu ontem (25), na capital paranaense, provedores de internet e empresários da área de tecnologia da informação.

"Atualmente estamos trabalhando no trecho São Paulo – Campinas – Porto Alegre, com ponto de presença em Londrina. Estamos percorrendo todo o interior de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul", afirmou Bonilha. Os pontos de presença são as estações que abrigam a infraestrutura e os equipamentos para o funcionamento do PNBL.

Segundo ele, dos 639 provedores de internet licenciados na Região Sul, 60% já manifestaram interesse em aderir ao programa. A expectativa é atender 91,25% dos municípios até 2017, viabilizando o atendimento de 95,48% da população com conexões do PNBL.

A representante do Ministério das Comunicações Lygia Pupatto disse que entre as metas do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) até 2015 está a de alcançar a marca de 40 milhões de casas com internet.

"Queremos que o número de domicílios com internet chegue a 40 milhões, em relação aos 17 milhões que temos atualmente, e o mesmo patamar de crescimento para a TV por assinatura. Que todas as escolas públicas brasileiras tenham acesso à internet, incluindo as 80 mil do meio rural", destacou. Ela lembrou que o uso de TV paga saiu da estagnação, somando 2 milhões de novos lares recebendo esse serviço desde janeiro de 2011.

Segundo Lygia Pupatto, o programa vai elevar a velocidade da internet banda larga, diminuindo o preço e aumentando a cobertura geográfica. "Já está pronta a medida provisória que vai reduzir os impostos que incidem sobre construção, modernização e a expansão de redes de alta capacidade. Para isso vamos disponibilizar nos próximos anos investimentos da ordem de R$ 20 bilhões."

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Samsung vai lançar TV com Android em 2012

Baseado em informações de um executivo do próprio Google, o The Wall Street Journal diz que a pareceria tem potencial para alavancar as vendas de televisores, que caíram junto com a desaceleração global.

AdNews

Enquanto a TV da Apple não se torna realidade, o Google corre por fora para estender seu atendimento nesse mercado. A gigante de buscas termina suas negociações com a Samsung para lançar, em 2012, um aparelho equipado com Android.

Baseado em informações de um executivo do próprio Google, o The Wall Street Journal diz que a pareceria tem potencial para alavancar as vendas de televisores, que caíram junto com a desaceleração global.

Além disso, a novidade deve dar mais visibilidade às chamadas "smart TVs". O aparelho Google/Samsung dará acesso a internet, e-mail e redes sociais.

A televisão será apresentada em janeiro, durante a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas (EUA), segundo o presidente da divisão de design de produtos da Samsung, Yoon Boon-Keun.

Mas a companhia não agirá sozinha no mercado, pois a LG também prepara um lançamento com o sistema operacional do Google. A apresentação deve ocorrer na mesma feira.

As informações são do IDG Now!.

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Boas práticas garantem financiamento a pequenos negócios

Sebrae apoia as iniciativas que concedem recursos para pequenos investimentos.

Por Cláudia Sanz , Agência Sebrae

O cooperativismo de crédito é uma excelente alternativa de acesso ao crédito pelos pequenos negócios brasileiros. Para fomentar o setor, há quase uma década o Sebrae vem desenvolvendo atividades para disseminar as boas práticas na concessão de microcrédito por parte de cooperativas.

A informação é do analista de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, Robson Matos, que participou do III Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, nesta quarta-feira (23), em Brasília. Ele informou que, em dezembro próximo, será apresentado o novo plano de metas do Sebrae que pretende triplicar as ações de desenvolvimento do microcrédito até 2014.

"O sistema de cooperativas de crédito é, por natureza, vocacionado para o microcrédito", lembra o analista. "A maioria dessas instituições foi criada por empresários que não encontrava financiamento nos bancos tradicionais", diz Matos.

Entre as propostas para o desenvolvimento desse cooperativismo, o Sebrae pretende intensificar a promoção do empreendedorismo, estimular o crédito, aumentar o alcance territorial das cooperativas, além de ampliar o número de parceiros.

Segundo Robson Matos, o Sebrae poderá contribuir para o aumento das cooperativas de crédito com duas estratégias – a da competitividade, mostrando, por exemplo, que elas podem compartilhar terminais de auto atendimento, com a adequação de produtos e serviços. A outra estratégia se refere à inovação para ampliar o número de micro e pequenas empresas e também de empreendedores individuais que buscam crédito nas cooperativas.

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