segunda-feira, 30 de julho de 2012

Preparatório ANPAD - SETEMBRO/2012 - Matrículas encerradas

Leia o post mais recente: http://profmilton.blogspot.com.br/2013/02/preparatorio-anpad-junho-de-2013-com.html

 Preparatório ANPAD - SETEMBRO/2012 INTENSIVO


DESCONTÃO ESPECIAL de 20% à vista (detalhes adiante).

Instituto Integral – Onze anos – Recordista em Aprovação!
· 80% de nossas vagas são ocupadas por indicação de ex-alunos.
· 75% dos nossos alunos conseguem vaga nos melhores cursos de Pós-Graduação do Brasil.
· 70% das vagas do PPGA/UFRGS são ocupadas por nossos alunos.
www.institutointegral.com.br
preparatorioanpad@institutointegral.com.br

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Curso Preparatório para o Teste ANPAD
(o conteúdo de Rac. Lógico também é direcionado a concursos públicos)
Edição: SETEMBRO/2012 – Intensivo

MÓDULO I (Raciocínio Lógico e Raciocínio Quantitativo)
Carga-horária: 75 horas
Professor: Milton Araújo.

TURMAS:

1. NOITE: terças e quintas, das 19:00h às 22:00h (Aulas extras às segundas e quartas nas três primeiras semanas do curso)
Vagas: TURMA LOTADA! Oferecemos uma vaga EXTRA.
Início: 09/07 (As aulas já ministradas ainda podem ser recuperadas)

2. MANHÃ: quartas e sextas, das 9:00h às 12:00h (Aulas extras às terças e quintas nas três primeiras semanas do curso)
Vagas: TURMA LOTADA! Oferecemos uma vaga EXTRA.
Início: 10/07 (As aulas já ministradas ainda podem ser recuperadas)

3. SÁBADOS: das 13:30h às 17:00h, e Domingos das 9 às 12h (Aulas extras aos sábados, após 17h e domingos, 14-17h, nas três primeiras semanas do curso)
Vagas: TURMA LOTADA! Oferecemos uma vaga EXTRA.
Início: 06/07 (As aulas já ministradas ainda podem ser recuperadas)

4. TEU HORÁRIO: Caso tua preferência por algum horário não se encaixe nos acima citados, envia-nos um e-mail com tuas sugestões. Havendo demanda, estudaremos a possibilidade de ofertar a turma. Convida teus colegas e amigos para completar a turma mais rapidamente!

Plano de Aulas (http://goo.gl/IVlDH)
INVESTIMENTO (http://goo.gl/7ZWm9)
Material didático incluído.

DESCONTÃO ESPECIAL de 20% (não-cumulativo com outros descontos) para matrículas efetuadas até o dia (consulte sobre o prazo de validade da promoção), com pagamento à vista. O descontão é calculado sobre o valor “cheio” do curso, que é 5 x R$ 330,00 = R$ 1.650,00. Com o descontão, esse valor fica em R$ 1.320,00.

O Instituto Integral não cancela turmas nem adia o início do curso. Desde 2002 nossas turmas lotam rapidamente. Faz a tua reserva imediatamente.

Traz um(a) convidado(a) e cada um ganhará um bônus de R$ 100,00.

Antes de efetuar qualquer depósito, verifica se ainda há vagas na turma pleiteada.

Para efetivar a RESERVA procede do seguinte modo:
1) Faz o depósito do sinal de R$ 100,00 em uma das contas informadas a seguir.
a) Itaú: solicita os dados (agência e conta-corrente);
b) Santander: solicita os dados (agência e conta-corrente);
c) Banco do Brasil: solicita os dados (agência e conta-corrente);
d) Caixa Federal: solicita os dados (agência e conta-corrente).

2) O saldo remanescente é ajustado no primeiro dia de aula, com cheques para o dia 05 de cada mês. A matrícula somente estará efetivada após a entrega de todos os cheques, conforme modalidade de pagamento escolhida.

3) Envia e-mail imediatamente após efetuar o depósito do valor da reserva, para avisar sobre a operação e confirmar a turma pleiteada. Assim, poderemos dar baixa na vaga.

4) Ao efetuar a RESERVA, garantirás os descontos vigentes na data do depósito. O saldo remanescente é ajustado no primeiro dia de aula, por cheques pré-datados para o dia 5 de cada mês. Não aceitamos pagamento parcelado por depósitos bancários (somente em cheques). Ainda não trabalhamos com outras formas de pagamento.

5) Caso haja algum imprevisto, e não puderes fazer o curso, entra em contato conosco antes do início do curso para solicitar o reembolso do valor pago como reserva.

6) Assiste a uma aula como convidado(a). Entra em contato conosco antes de comparecer, para verificar se ainda há vagas na turma pleiteada.

7) Para aqueles que pretendem comparecer diretamente à primeira aula e efetuar a matrícula no ato, solicita-se que entrem em contato antes de comparecer, a fim de verificar se ainda há vaga disponível na turma pleiteada.

Módulo II – 30 horas (Português, Inglês e Rac. Analítico):
Este módulo é oferecido no regime de parceria com a Profª. Alayde. Todas as informações (assim como a contratação deste módulo) deverão ser obtidas diretamente com a professora (alayde76@hotmail.com).

Ainda tens alguma dúvida?
Estou a sua disposição para esclarecê-las.

Abraços.
Milton Araújo.
Av. José Bonifácio, 519, conj. 407
Porto Alegre – RS
(Visitas devem ser agendadas)
Fones: (51) 3028-3046 e 8136-5950
(Estacionamento-convênio (40% de desconto): Av. Venâncio Aires, ao lado do Bar do Beto)
__________________________________________
“Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.” [Steve Beckman]
“Covardes nunca tentam; fracassados nunca terminam; vencedores nunca desistem.” [Norman Vincent Peale]
“Os maiores dos erros são a pressa antes do tempo e a lentidão diante da oportunidade.” [Árabe]
“A Oportunidade é uma dama altiva, pois não perde tempo com os despreparados.” [Autor desconhecido]

segunda-feira, 19 de março de 2012

O dia da aposentadoria

Olá pessoal,
Os interessados em descobrir a data da aposentadoria, basta usar a planilha

O dia da minha aposentadoria

Informa se és mulher ou homem, a data de nascimento e o tempo de contribuição.

Se a data da tua aposentadoria cair, por exemplo, em 31/12/2045, reclama imediatamente do "erro", no seguinte departamento: dilma@presidencia.gov.br

Abraços.
Milton.

terça-feira, 13 de março de 2012

Curso de Matemática Financeira - Calculadora HP-12C

Curso de Matemática Financeira (Presencial)
Calculadora HP-12C
Prof. Milton Araújo


Aprenda, passo-a-passo, as funções da sua calculadora, das mais simples às mais complexas.

As funções serão apresentadas juntamente com o conteúdo de Matemática Financeira, que é o foco do curso.

Não se trata de um curso para simplesmente ensinar a usar as teclas da calculadora.

Se você não dominar o conteúdo, de nada lhe valerá a calculadora...


Conteúdo:

1) Apresentação da calculadora
2) Operações básicas
3) Simbologia
4) Memória
5) Operações com datas
6) Matemática Financeira:
6.1) Juros Simples
6.2) Desconto Simples
6.3) Juros Compostos
6.4) Taxas Equivalentes
6.5) Taxas Nominal e Efetiva
6.6) Séries de Capitais
6.7) Equivalência de Capitais
6.8) Sistemas de Amortização de Empréstimos
6.9) Análise de Alternativas de Investimentos (VPL e TIR)
6.10) Correção Monetária (cálculo em contexto inflacionário)

Carga Horária:
30 horas-aula.
Investimento:
Consulte

Horários:
Manhã ou Noite (duas vezes por semana)

Próximas Turmas:
As turmas se formam de acordo com a demanda. Consulte.
___________________________________

No link: http://is.gd/Mat_Fin_Exercicios você encontra uma Lista de Exercícios de Matemática Financeira com correção automática na própria Planilha do Excel.

Na primeira planilha, você deverá digitar a data de nascimento, para ajustar os dados de todas as questões. Os dados das questões mudam, conforme a data de nascimento digitada.

Ao final, você terá, inclusive, a NOTA do exercício.

No link: http://is.gd/Programa_Taxas há um programa para converter taxas efetivas na HP-12C.
Exemplo: Encontrar a taxa anual equivalente a 2% ao mês.
Solução (via programa): 2 [ i ] 30 [ n ] 360 [ R/S ]
Resposta: 26,82% ao ano.
(faça o download do programa através do link indicado acima; carregue-o na calculadora e use-o para facilitar sua vida)

Abraços e Bons Estudos!

Prof. Milton Araújo.
matfin@institutointegral.com.br
Crédito da Foto: http://xa.yimg.com/kq/groups/17986762/homepage/name/homepage.jpg?type=sn

Como passar em dez concursos antes dos 30?

Estudante de 26 anos aprovado em dez processos seletivos diz como a vida de concurseiro interfere em sua rotina, como se prepara e se vale mesmo a pena se dedicar tanto por uma vaga no serviço público.

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

O bom salário e a estabilidade do serviço público têm despertado o desejo de uma multidão de brasileiros. Com isso, gerou-se no país uma espécie de mega-caça ao tesouro em que o caminho pode significar, muitas vezes, abdicar de quase tudo na vida para se dedicar a um único objetivo: a aprovação.

O paranaense Guilherme Vieira, de 26 anos, sabe muito bem o que é a vida de um concurseiro. Desde 2007, ele já foi aprovado em dez processos seletivos, sendo três deles em primeiro lugar, outros três em segundo, dois em quarto, um em nono e outro em décimo. E se você acha pouco, ele diz que dará uma parada de cinco anos para se dedicar ao curso de Direito para o qual foi aprovado mas, logo em seguida, pretende retomar os estudos para tentar um cargo melhor na área.

Guilherme, apesar da pouca idade, já é formado em Contabilidade, cursou duas pós-graduações e é Analista de Controle Externo do TCE/PR (para o qual foi aprovado no último concurso que prestou, em 2011). E ele garante que, tenha precisado se dedicar bastante, anular a vida para se dedicar às provas apenas dificulta os estudos. "A pressão interna e também externa se torna muito grande quando somente se estuda para concursos", destaca.

Em entrevista ao Administradores.com, Guilherme conta como a dedicação à vida de concurseiro tem interferido em sua vida profissional, diz por que optou por seguir esse caminho e, claro, revela alguns dos segredos que o ajudaram a conseguir a aprovação em tantos processos seletivos.

Hoje, passar em um concurso público é o sonho de muitos brasileiros, seja pela estabilidade, pelo alto salário ou mesmo por vocação para o posto ao qual se pleiteia. Em seu caso, qual foi a motivação?

No primeiro momento, minha única motivação era a estabilidade financeira que o cargo poderia me proporcionar. Assim, tentava todos os concursos possíveis, até mesmo fora de Curitiba. A partir das primeiras aprovações, percebi que poderia escolher o cargo que eu gostaria de exercer, fosse pela atividade, pelo salário, pela carga horária, plano de carreira, local de trabalho, status etc. E acredito que a escolha do cargo é o mais importante, sempre procurando considerar todos os aspectos para lhe proporcionar a qualidade de vida almejada. A partir de então, escolhi um cargo considerando todos esses quesitos, e a minha maior motivação era imaginar que aquele era o cargo ideal para mim de acordo com o que eu imaginava para a minha vida profissional.

Com os altos índices de concorrência dos processos seletivos, muita gente deixa tudo de lado para se dedicar aos estudos. Você acha isso necessário?

Com relação à vida profissional, acredito que uma pessoa que tenha um emprego razoável e, ao menos que esse emprego exija muito tempo de dedicação diária sem intervalos para estudar, não deve parar de trabalhar somente para estudar. A pressão interna e também externa se torna muito grande quando somente se estuda para concursos, e com certeza essa pressão vai atrapalhar nos estudos. O ideal é ir se preparando, e quando sair um edital interessante utilizar o período de férias para se dedicar exclusivamente. Mas quem está iniciando os estudos para concursos, está desempregado, independente da idade e da formação, se tiver condições financeiras de ficar um tempo (três a seis meses) sem trabalhar, acho que vale a pena fazer um cursinho específico para concursos e o restante do tempo usar para estudar. Após esses seis meses, assim como no caso daqueles que saem do emprego para estudar, a pressão fica muito grande e o estudo será prejudicado. Com relação à vida pessoal, acredito que o estudante precisa de um planejamento e disciplina, trocando "algumas" horas de lazer por estudo, nunca precisando deixar de tudo somente para estudar. Quando sentir que está preparado e surgir um edital interessante, aí sim vale a pena largar de tudo (por um período de 30 a 60 dias) e se dedicar exclusivamente aos estudos. Eu nunca parei de trabalhar, sair com amigos, namorar, viajar, passar momentos com minha família para me dedicar exclusivamente aos estudos. O que eu fazia, no trabalho, era aproveitar o máximo possível os momentos de intervalo e folgas (almoço, ida e volta ao trabalho, filas) para estudar, e, logicamente, parte das noites e dos finais de semana abdicar dos momentos de lazer para estudar.

Você acha que, com um planejamento errado, o profissional pode acabar se prejudicando ao abdicar de algumas oportunidades de trabalho para se dedicar aos estudos para concursos?

Com certeza. Na minha opinião, a não ser que o trabalho exija muitas horas de dedicação exclusiva, e que não consiga aproveitar os momentos de folga para estudo, não vale a pena parar de trabalhar e ficar somente estudando, mesmo que tenha um planejamento adequado. A pressão de "só" estudar para concursos é muito grande, e com certeza trabalhando o estudante acaba aproveitando melhor as poucas horas que pode estudar. É preferível 2 horas diárias de estudo com dedicação exclusiva do que 4 horas com distração.

Você já abdicou de algum emprego ou oportunidade profissional para ter tempo de estudar para concursos?

Nunca. Eu comecei a estagiar somente no terceiro ano de faculdade, mas desde então nunca parei de trabalhar. Quando consegui minhas primeiras aprovações, em cargos com remunerações baixas, pensei em não assumir e, imaginando estar preparado para provas de nível mais difícil, ficar me dedicando somente aos estudos. Mas como sempre procurei conversar com pessoas mais experientes no assunto, principalmente com meu pai, que também foi concurseiro quando terminou a graduação, fui orientado a assumir para ganhar experiência, observar se realmente queria continuar na área pública, conhecer pessoas e etc. Acredito que fiz o correto.

Você chegou a assumir o posto em todos os concursos para os quais foi aprovado?

Não. Fui nomeado e chamado para vários cargos, mas assumi somente os que achei mais interessantes no momento. Felizmente, não me arrependo de nenhuma dessas escolhas.

Como foi (e é, ainda) sua rotina de estudos para os concursos? Afinal, qual o grande segredo do homem aprovado em dez concursos, quase sempre nas primeiras posições?

Acho que o segredo é a integração de planejamento, disciplina e material adequado. Sem esse conjunto, ao menos comigo, o estudo fica prejudicado. Para planejar meus estudos, primeiramente li vários artigos de dicas para estudos de concursos e livros especializados no assunto. Depois disso, escolhi os concursos para os quais queria me dedicar e comecei observando provas e editais anteriores das diversas bancas organizadoras de tais concursos. Com isso, pude observar quais matérias eram mais cobradas, quais eu tinha mais facilidade e aquelas que eu precisaria de estudo mais aprofundado pois tinha mais dificuldade. Assim, a cada edital lançado fazia um planejamento de quais matérias iria estudar mais e a quais reservaria menos tempo de dedicação. Com relação ao material adequado, hoje em dia, na internet há muito material bom para concursos. Sempre procurei utilizar cursos (on-line, impressos ou em vídeo) e livros específicos para concursos e, para revisar, livros de questões comentadas de provas anteriores. A minha rotina de estudo sempre foi com muita disciplina, estudando todo o tempo que fosse possível e com frequência diária em casa, e procurando aproveitar todo o tempo vago que estava fora.

Você disse que ainda pretende fazer mais um concurso, que é para auditor do tribunal em que já trabalha. Vai parar nesse ou pretende fazer outros, depois?

Agora em 2012 iniciei o curso de graduação em Direito, que acredito que me ajudará muito no exercício da minha profissão, para a preparação para o cargo de Auditor substituto de Conselheiro do TCE/PR (que só pode ser provido por maiores de 35 anos) e ainda abrirá um leque muito grande de oportunidades no serviço público, já que para os graduados em Direito a oferta de cargos públicos é muito maior. Considerando que tanto o estudo para concursos como o curso de Direito exigem muita dedicação, vou ficar cinco anos afastado de concursos. Mas depois disso, se Deus quiser, vou continuar meus estudos com foco no cargo que pretendo e, caso não seja possível, vou pensar em outros cargos da área jurídica.

Siga o Prof. Milton Araújo no Twitter: @Milton_A_Araujo

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Método Silva de Controle Mental

O Método Silva é o resultado de mais de meio século dos estudos iniciados pelo norte-americano Dr. José Silva (1914-1999), fundador da Organização Internacional que se encarrega da administração de cursos, formação de instrutores e atualização das pesquisas. A sede mundial que lidera 109 países está em Laredo, Texas, USA.

Pesquisas científicas realizadas em diferentes países comprovam os resultados benéficos da sua aplicação em escolas, universidades, hospitais, instituições beneficentes, empresas, etc. São milhões de pessoas que no mundo praticam esta metodologia, traduzida em trinta idiomas, isenta de enfoques místicos, ideológicos e religiosos.

O Método Silva reune um conjunto de técnicas que desenvolvem as capacidades inatas que o ser humano possui, mas não exercita. Significa um saber guiar, orientar, conduzir a mente. Qualquer que seja o ponto de partida do participante, seu desenvolvimento ou seu nível intelectual, obterá ao finalizar o curso um importante incremento no uso de suas capacidades inatas e poderá aplicá-las sob o seu próprio controle, para se ajudar a resolver os problemas cotidianos, melhorando assim sua qualidade de vida.

O Método nos ensina de forma prática a relação existente entre o nosso cérebro (computador biológico) e a nossa mente (programador) e a aplicá-la conscientemente mediante concentração e programação fazendo melhor uso das faculdades internas.

Sabe-se que o cérebro emite ondas elétricas passíveis de medição, através do eletroencefalógrafo: Alfa, Beta, Theta e Delta. Existe uma relação entre a produção de ondas cerebrais, estados mentais e atividades desenvolvidas pelo Ser Humano.
Comumente, se a pessoa está consciente (desperta) e atuando com seus sentidos físicos, predomina a produção de ondas Beta.

Alfa, uma freqüência mais lenta e mais energética que Beta, está relacionada com o chamado nível subconsciente onde se encontram as capacidades criativas do ser humano.

Controle Mental ensina como produzir a freqüência Alfa em estado consciente para utilizar na prática os recursos internos.

Além da criatividade, as ondas Alfa estão relacionadas com a capacidade de relaxamento e descanso, com a recuperação de energia, com a memória, a concentração e a intuição.
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Clica no link a seguir para baixar um curso GRATUITO de Controle Mental: http://www.metodosilvadevida.com/portugues

Prof. Milton Araújo.

D.O.M. - Projeto de Desenvolvimento Pessoal

O Treinamento D.O.M. (Desenvolvimento e Orientação Mental), surgiu em 1986, criado por um grupo de profissionais, todos de nível superior, que atuavam na área comportamental e tinham como foco a melhoria da qualidade de vida. Os treinamentos sempre foram voltados para o desenvolvimento pessoal, tendo como base a prática consciente do relaxamento físico e mental. Em cursos com duração de uma semana, essas práticas foram levadas a praticamente todos os estados brasileiros.

Nos últimos 10 anos o treinamento DOM, no modelo tradicional, esteve fora do ar. Os grupos continuaram se encontrando semanalmente em suas cidades e uma vez por ano durante uma semana nos seminários nacionais. O objetivo sempre foi atualizar os conhecimentos, adquirir novas informações e promover uma integração nacional. Foi com esse propósito que o Seminário D.O.M. foi criado. O sucesso tem sido sua maior marca e tem sido prestigiado, não só pelos antigos “alunos”, mas também por muita gente nova que se interessa pelo assunto e que se preocupa com uma vida de melhor qualidade, física e mental.

Para atender a inúmeras solicitações de todo o Brasil, o DOM está voltando com novo nome e um formato ligeiramente diferente. O treinamento será promovido pelo Centro de Treinamento DOM, com o nome: Projeto de Desenvolvimento Pessoal.

Acompanhando todas as tendências e mudanças, estamos oferecendo algo diferente. Será um treinamento que, além das técnicas focadas em autocontrole, auto desenvolvimento e qualidade de vida, terá também um conjunto de orientações práticas que facilitarão sua vida, tanto pessoal quanto familiar, social e profissional. Além de outras novidades...

Neuroplasticidade é a capacidade que o cérebro humano tem de produzir respostas a partir de estímulos, tanto físicos como mentais. Sempre se afirmou isso com base em intuições, suposições ou observações não científicas, mas essa realidade mudou. A Neurociência tem mostrado experiências científicas que comprovam o quanto o nosso cérebro é capaz de responder às nossas expectativas quando devidamente estimulado.

Como todo o funcionamento do nosso organismo é comandado a partir do cérebro e ele não sabe distinguir o real do imaginário, estamos diante de uma descoberta fantástica. Se você souber estimular de forma correta a linguagem que ele interpreta, ficará surpreso(a) com as maravilhas que será capaz de produzir em sua vida... e nós estamos preparados para ajudar você nesta jornada.

Sabemos da importância da programação mental, mas reconhecemos que, se você tiver um projeto consistente e um plano de ação para torná-lo realidade, a probabilidade de sucesso cresce absurdamente. A maior causa de fracasso em todo o mundo é a falta de planejamento. Não importa a sua área de atuação ou o seu foco (pessoal, social, familiar, profissional, etc.), sem planejamento, a probabilidade de que seu projeto seja um sucesso é próxima de zero. Essa é uma das novas propostas – como fazer o seu projeto de vida e um planejamento estratégico pessoal.

Se você tem interesse em reciclar ou levar pessoas novas para participar, fale com a organização da sua cidade. Se sua cidade não tem um(a) organizador(a), faça contato com arlene@ctdom.com.br e você poderá começar a organizar o D.O.M. na sua região.

Se você valoriza: qualidade de vida, qualidade das relações, equilíbrio emocional, criatividade, auto controle, etc., estamos aguardando o seu contato. Venha também fazer parte dessa grande família DOM, são mais de 100.000 pessoas em todo o Brasil que já participaram dos nossos treinamentos.

Se você tem interesse em participar do curso ou do seminário, cadastre-se aqui!


Significado da logomarca
A pirâmide, uma das estruturas mais antigas que existem na terra, representa o tangível, resistente e sólido. Colocada com a base para cima, ela simboliza a abertura para receber, aprender e processar o novo. Suas pontas arredondadas caracterizam o cuidado com a forma, a eliminação das arestas ou a possibilidade de causar danos. Por fim, as silhuetas sobrepostas simbolizam, ao mesmo tempo, o constante processo de desenvolvimento das pessoas nos três estágios pelos quais passamos: dependência, independência e interdependência.


Prof. Milton Araújo.
Graduado pelo Método Silva de Controle Mental (1981).
Graduado em Desenvolvimento e Orientação Mental (1986).

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Por que pessoas bem-sucedidas destroem suas carreiras?

Saber lidar com os pequenos fracassos do dia a dia é um dos fatores mais importantes no caminho para o sucesso.

Por Sílvio Celestino , www.administradores.com.br

Whitney Houston, Amy Winehouse, Michael Jackson... por que pessoas bem-sucedidas se autodestroem? Quando nos lembramos de Elvis Presley e Marilyn Monroe, observamos que foram dois exemplos de seres humanos que possuíram tudo o que as pessoas dizem desejar para ser felizes: eram bonitos, famosos, ricos e amados, aliás, são amados até hoje. Mas, se autodestruíram. O que teria acontecido?

Não é apenas no universo das celebridades da música ou do cinema que isso ocorre. Nas empresas, líderes executivos e outros profissionais que, teoricamente, fizeram ou estão no meio de carreiras bem-sucedidas e sabotam a si mesmos. Abusam de álcool e outras drogas, são infelizes em suas vidas pessoais, suas palavras e ações são motivos de sofrimento para si e para aqueles que os cercam. Alguns chegam ao suicídio. Por quê?

As pessoas não se preparam para o sucesso. Muitas acreditam que, quando tiverem sucesso material e financeiro, as demais áreas de sua vida automaticamente se resolverão. Mas isso não ocorre. Lidar com o fracasso na área financeira é muito difícil, mas ser bem-sucedido financeira e profissionalmente e ter dificuldades em outras esferas da vida é um desafio incompreensível para muitos.

Quando o sucesso ocorre, mas o indivíduo não está preparado, em geral é esmagado por ele. Uma agenda repleta de compromissos, cobrança das demais pessoas, autocobrança exagerada, exposição pública, críticas improcedentes, a gestão da vida pessoal, enfim, tudo se torna muito complexo. Assim como não se espera que um motorista de automóvel, com seu conhecimento sobre o painel de um carro, seja capaz de pilotar um avião, na vida, não se espera que alguém seja habilitado a gerir a complexidade do sucesso com a visão de uma criança.

Embora não exista uma cartilha para lidar com o sucesso, até porque as pessoas estão mais preocupadas em achá-lo do que em geri-lo, algumas sugestões são relevantes para pensar.

Você não pode mudar seu passado
Ninguém escreve em seu currículo: "Sou pós-graduado pela FGV e foi muito difícil, porque passei fome e meu pai abandonou minha família quando eu tinha 10 anos." Lamento que coisas terríveis tenham acontecido em seu passado, mas o mundo não se importa com isso. A pessoa tem de aprender a lidar com seus medos, fatos lamentáveis de sua vida, dificuldades indescritíveis que teve de enfrentar para chegar onde chegou. O sucesso não vai tornar esses fatos mais compreensíveis ou aceitáveis. A pessoa terá de elaborá-los, aceitá-los, enfim, lidar com eles da forma mais funcional possível. Isto é, permitir que eles façam parte de seu passado, mas não se deixar influenciar negativamente por eles, querendo compensá-los, consertá-los ou escondê-los por meio de seu sucesso.

Aprenda a lidar com as frustrações
Não existe uma regra que diga: seus pais têm de amar você. Também não há lei que diga que seus amigos querem seu bem, sempre. Ou que pessoas mal-intencionadas jamais se aproximarão de você. Ou que todas as suas ações produzirão os resultados desejados. Algumas pessoas literalmente tiveram de ser salvas de seus pais. Outras, de seus amigos e amores. E outras tiveram de se reerguer devido a decisões erradas que tomaram no passado e que consumiram grande parte de sua energia e tempo para ser corrigidas. A vida tem dessas coisas. Não há sucesso que possa torná-lo mais forte com relação às frustrações. Você terá de buscar essa força no exercício diário da vida, reconhecer que as frustrações, por vezes profundas, fazem parte da vida. Querer uma vida sem dor, sem problemas é um desejo impossível. Aliás, as únicas pessoas que não possuem problemas estão no cemitério. As demais acordam todos os dias e têm de enfrentá-los.

E por falar nisso, e quando a morte chegar? Nossa evolução nos permitiu ter consciência da realidade que nos cerca e nos transpassa. Mas o preço é saber que, um dia, aqueles que amamos e nós mesmos morreremos. Quanto tempo ainda temos? Não espere para ter aquela conversa com quem é relevante para você. Aquele assunto, é melhor você colocar na agenda e tocar nele o quanto antes com aquela pessoa. As conversas que não tivemos, por vezes, são as lembranças mais difíceis de aceitar.

Certa vez, perguntaram a Dalai Lama se era possível um ser humano se desenvolver sozinho. Após longa pausa e algumas considerações, a resposta foi: "Sim, é possível... só que leva muito mais tempo."

Assim, se há preparo possível para o sucesso, diria que é, em primeiro lugar, observar as demais pessoas. Se olhar com interesse, verá que você é parecido com todas e que cada uma delas está em sua luta diária. Só por isso merecem seu mais profundo respeito, antes ou depois de seu sucesso.

No decorrer de seu desenvolvimento, contrate profissionais que possam contribuir com seu fortalecimento: médicos para fazer o check-up e manter a saúde de seu corpo físico em dia, um personal trainer que possa lhe dar um bom condicionamento para um dia puxado de atividades. Mas não se esqueça de incluir também um coach que possa ajudá-lo a desenvolver competências nas diversas áreas de sua vida. Fazer, ao menos uma vez na vida, uma consulta a um psicólogo para ver como anda sua saúde nessa esfera. Ter momentos de serenidade, como uma meditação, um retiro ou qualquer atividade que possa lhe acalmar. Centrar-se e energizar-se com frequência.

E sempre reavaliar todos esses profissionais, amigos e mesmo familiares. Se o indivíduo não tiver competência para identificar as pessoas de má índole que se aproximam dela, principalmente após seu sucesso, terá sérios problemas em lidar com ele.

Deve também ser capaz de gerir suas emoções, para que não lhe causem danos ao longo do tempo, daí o preparo psicológico. E pensar com quais pessoas relevantes de sua vida gostaria de conversar sobre quais assuntos que lhe são fundamentais.

Não conheço nenhuma pessoa que declare que, se tivesse menos dinheiro, estaria melhor. Mas conheço muitas pessoas que se lamentam pelo fato de o dinheiro e o sucesso não terem lhe dado a serenidade que tanto desejavam. O sucesso profissional e financeiro é somente uma área de nossa vida, não é a vida toda. Após chegar lá, seja onde for para você, as demais esferas da vida continuarão esperando para ser exploradas e conquistadas.

Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching e autor do livro "Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira"

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Entenda com Dan Ariely por que irracionalidade e sucesso têm tudo a ver

A ideia é um pouco difícil de se aceitar exatamente porque nos consideramos racionais, intuitivos e infalíveis. Porém, não se surpreenda se as palavras de um dos principais porta-vozes da Economia Comportamental no mundo modificarem essa convicção.

Por Rodolfo Araújo, Revista Administradores

Um desses acasos do destino colocou-me frente a frente com Dan Ariely em sua recente visita ao país, por ocasião do Fórum de Gestão e Liderança da HSM Brasil, em 2011. O que era para ser uma entrevista formal tornou-se um descontraído bate-papo no qual o divertidíssimo autor de "Previsivelmente Irracional" e "Positivamente Irracional" falou sobre motivação, família, trabalho e, claro, irracionalidade.

Vários autores exploraram recentemente o tema irracionalidade em suas obras, como Malcolm Gladwell ("Blink, a decisão num piscar de olhos"), Stephen Dubner e Steven Levitt ("Freakonomics" e "Superfreakonomics"), e Tim Harford ("The Logic of Life"). O que há de comum ou diferente nessas obras?

Os outros autores que escrevem sobre a irracionalidade preocupam-se se o copo está meio cheio ou meio vazio em vez de se preocuparem com o copo. Pense em "Freakonomics": fizeram um estudo com lutadores de sumô mostrando que eles trapaceavam um pouco. O fato de trapacear um pouco não significa que trapaceiem o tempo todo, mas que eles não são totalmente honestos. Os lutadores respondem aos seus incentivos. O meu interesse é estudar por que eles não trapaceiam o tempo todo. Por que trapacear só um pouco?

Sim, a racionalidade diz que eles deveriam trapacear o tempo todo...

O problema é que os outros livros abordam o comportamento através de uma perspectiva de racionalidade, considerando que as pessoas são perfeitamente racionais. Os estudos mostram que as pessoas são influenciadas por forças racionais. Não acho que elas não sejam, mas as forças racionais não mostram o quadro inteiro. Muita coisa fica sem explicação.

Em seu primeiro livro, Tim (Harford, "The Logic of Life") diz que tudo o que fazemos é otimizado. Já o novo ("Adapt: Why Success Always Start with Failure?") busca algumas explicações em experimentos. Quando você faz um experimento, já parte do princípio de que as coisas não são otimizadas. Porque, se você tem que testar, significa que não é perfeito e que você não pode confiar na sua intuição.

A Economia é um modelo de aprendizado. O mercado e o ambiente lhe forçam a aprender de forma a atingir um ponto ótimo. Você precisa aprender mais e precisa ser sistemático na sua forma de aprender. A Economia Comportamental está mostrando que as pessoas têm uma intuição ruim e, numa situação dessas, têm que se esforçar mais para aprender.

Em seu novo livro, "The Predictioneer's Game", Bruce Bueno de Mesquita diz que tudo o que fazemos é racional, mas, pelo fato de não entendermos as motivações das pessoas, dizemos que é irracional.

Eu não gosto dessa definição. Acho que há um problema em dizer que tudo o que as pessoas fazem é racional. Dizer que fazer alguma coisa aumenta a sua utilidade é diferente de dizer que é racional.

Recentemente fiz um trabalho com propagandistas médicos da Indústria Farmacêutica. Nos Estados Unidos, normalmente, são mulheres e muito atraentes. Frequentemente pagam almoços e entradas para jogos de basquete aos médicos. A Indústria sabe melhor do que os médicos que tipos de incentivos funcionam e, assim, exercem influência sobre eles. Os médicos pensam que, quando os propagandistas lhes pagam o almoço, não estão exercendo influência sobre eles. Seria tolo achar que eles entendem isso. As evidências mostram que os médicos não percebem quando estas forças estão agindo.

Você diz que os médicos não veem a influência agindo. E você, vê? Você percebe quando não está sendo racional?

Não, em vários momentos. Eu me preocupo muito com conflitos de interesses, por exemplo, porque eles dizem muito sobre o comportamento irracional. Envolve sermos pagos para vermos as coisas de uma maneira diferente. Vemos as coisas de forma diferente, mas não percebemos isso quando fazemos algo porque recebemos para isso. Se você torce para um time, consegue ver um jogo de futebol de forma objetiva? Claro que não. Com médicos, banqueiros e políticos, não dá para acreditar que possam fazer melhor.

Vou contar-lhe uma história: eu estava fazendo um experimento no laboratório e esperava ter um resultado interessante. Num dos grupos, havia um sujeito que teve uma performance péssima, prejudicando a média do grupo todo. E eu me lembrei que, neste dia, havia um senhor que estava bêbado. Então, eu percebi que este ponto fora da curva era o bêbado e pensei: "Vamos eliminá-lo". Quando eu removi seus dados – BUM! – os resultados ficaram do jeito que eu queria. Alguns dias depois, eu pensei: "O que aconteceria se aquele cara estivesse no grupo?". A outra média ficaria mais baixa e os resultados seriam ainda mais interessantes.

O problema é que, quando eu eliminei aquele voluntário, achei que estava servindo à Ciência. Na minha cabeça, os dados estavam melhores sem ele do que com ele. Eu estava fazendo o trabalho de Deus no progresso científico, manipulando os dados para se encaixarem na minha expectativa e inventando histórias para remover os obstáculos. E, realmente, temos alguns indícios que apontam que as pessoas criativas trapaceiam mais.

Porque eles têm incentivos maiores?

Porque eles conseguem inventar histórias melhores para si mesmos.

Os bônus funcionam dessa forma.

Bônus, claro. Imagine que eu lhe pague um milhão de dólares cada vez que você escrever uma matéria boa sobre o Governo. Você escreveria uma porção de coisas boas. É muito complicado!

Claro que você pode tirar pessoas bêbadas de um experimento, mas essa regra tem que ser definida antes. Você não pode fazê-lo depois de ver os resultados. Então, eu tenho regras bem específicas sobre meus conflitos de interesses. Eu nunca faço consultoria. Se eu for pago por uma empresa, deixarei de ver as coisas objetivamente.

Num artigo recente ("Good Decisions, Bad Outcomes, Harvard Business Review", dezembro de 2010) você mencionou outro pesadelo dos administradores: a aleatoriedade. Como você acha que as pessoas estão preparadas para lidar com a aleatoriedade em suas vidas?

Terrivelmente. Nós simplesmente não somos bons em lidar com o acaso. Imagine que você está num campo e tem que chutar uma bola de olhos fechados. Se você introduzir alguma aleatoriedade, todo o seu poder de previsão se acaba.

Isto se chama aprendizado de múltiplas causas. Imagine que eu te dê uma lista de filmes, diga quanto dinheiro foi gasto em cada um deles, quanto arrecadaram na primeira semana e lhe perguntasse qual seria a receita ao final de um ano. Se você deixar que as pessoas façam isso de forma intuitiva, dando algumas variáveis, elas se saem muito bem. Se você fizer isso algumas vezes, vai ficar bom. Adicione aleatoriedade e todo mundo se perde. Não dá para pensar num modelo que incorpore a aleatoriedade. Nós buscamos padrões o tempo todo. Olhamos para uma nuvem e vemos uma figura.

Você deu um exemplo pessoal de como a irracionalidade pode afetar o seu lado profissional. Mas como isso acontece dentro da sua casa, quando você vê seus filhos se comportando de forma irracional? Você os corrige ou acha que isso é parte do aprendizado?

Algumas irracionalidades são boas. Não acho que todas sejam ruins. A forma como nos preocupamos com estranhos, por exemplo, é irracional. Não faz sentido algum. Se tudo o que você quer é ser rico, por que se preocupar com as pessoas no Japão?

Então, eu encorajo este lado irracional. Meu filho de oito anos e eu acabamos de escrever o nosso primeiro artigo juntos sobre o jogo "Angry Birds". Perguntamos por que os pássaros se comportam de forma diferente se são todos iguais.

Então, basicamente, eu tento incentivar o comportamento irracional. Minha esposa e eu discordamos às vezes. Recentemente, por exemplo, meu filho fez um projeto para a escola que levou uma semana. O professor disse: "se você fizer isso e aquilo, ganha um A; se fizer menos, ganha um B; menos ainda, um C, e assim por diante". Eu disse para ele: "tire um C". O esforço extra não compensa, se você considerar custo e benefício. Minha esposa detestou isso...

Muitas vezes os incentivos podem sair pela culatra. Que tipos de incentivos você acha que funcionam?

Pessoalmente, eu tento não dar às crianças qualquer incentivo financeiro. Não acredito em dar trocados por tarefas. Eu tento mostrar o lado positivo das coisas que fazem em família. Tento não dar dinheiro para lavar a louça ou levar o lixo para fora, senão vira uma simples troca financeira e sua casa se transforma numa empresa.

Parte do seu novo livro trata sobre novas descobertas a respeito da motivação. É a motivação das pessoas que está mudando ou só agora estamos fazendo as perguntas corretas a respeito?

É a motivação que está mudando. Pense no que fazíamos quando éramos caçadores e coletores, lá na Idade da Pedra. Havia uma limitação na quantidade de motivação que você poderia ter. Além disso, as pessoas não viviam muito tempo.

Uma mudança dramática no atual cenário foi o surgimento de uma classe média. Pense nos pequenos luxos que você pode conseguir agora. Você pode comprar um telefone, um computador e uma porção de outras coisas legais. A vida está muito diferente. Isso realmente mudou a motivação.

Escrevi recentemente sobre a utilidade das coisas inúteis. Imagine que eu começasse a vender garrafas cheias de ar. Uma coisa inútil, mas que as pessoas começassem a gostar. Então elas passariam a trabalhar mais para conseguir comprar. E, no final das coisas, essa coisa inútil teria uma utilidade, que seria fazer as pessoas quererem trabalhar mais. O fato de haver um monte de coisas inúteis que você queira comprar já muda a sua motivação.

Você mencionou as novas pesquisas que está fazendo. Como vai a "teoria do homem das cavernas"?

Ela gira em torno da forma como as pessoas adoram a palavra "natural". No Brasil também é assim?

Sim, bem parecido.

Você pega um remédio, acrescenta a palavra "natural" e aí as pessoas acham que ele é melhor. Basicamente, o que estamos descobrindo é que as pessoas não acham que o medicamento é melhor para tratar a doença. Elas pensam que ele tem menos efeitos colaterais, especialmente os de longo prazo.

Pensam que ambos os remédios são como uma engrenagem que pode substituir outra, defeituosa, mas que o natural não vai destruir o restante das peças da máquina. E, por isso, as pessoas estão mais inclinadas a tomar medicamentos naturais, mesmo que não estejam aprovados pelas autoridades sanitárias. Isso pode ser altamente prejudicial.

Você acha que isso pode ser usado de forma negativa?

Acredito que este movimento de coisas naturais está amedrontando as pessoas para direcionar seus comportamentos.

É assim que agem os movimentos ecológicos?

Não necessariamente. Pense nos desastres nucleares. Há um risco muito pequeno de que alguma coisa ruim aconteça, mas as pessoas têm um medo gigantesco disso. Mas, na sociedade atual, isto (a energia nuclear) é necessário. Então, o desafio é fazer as pessoas entenderem o tamanho real do risco que enfrentam. Você não imagina a quantidade de cartas que comecei a receber depois que falei sobre esse assunto.

Posso imaginar, se for algo comparável ao caso dos dentistas (Ariely deu uma entrevista numa rádio na qual disse que os dentistas tinham incentivos perversos para achar problemas nos dentes de seus pacientes).

(Risos) Isso foi uma das piores coisas da minha vida. Depois dessa entrevista, o chefe do Conselho local me escreveu uma carta exigindo uma retratação. Eu respondi que não dava para retratar a verdade.

Se você mostrar uma radiografia para um dentista, com uma cárie num dente, e pedir que ele encontre uma cárie neste dente específico, ele a encontrará. Se você pedir a outro dentista que encontre alguma cárie na radiografia, ele também a encontrará, mas em outros dentes. A chance de dois dentistas encontrarem a mesma cárie no mesmo dente é de 50%.

Nesse episódio, o Diretor da Associação Americana de Dentistas escreveu um e-mail para 165 mil dentistas pedindo que me escrevessem pessoalmente. Eu recebi milhares de e-mails. Alguns deles diziam: "você está correto, realmente existe esse problema e algo precisa ser feito. Eu não posso lhe dizer o meu nome, mas desejo-lhe boa sorte!".

Dan, muito obrigado por seu tempo e pela agradável conversa.

Também gostei muito! Você curte charadas?

Imagem: Divulgação HSM/Lola Estúdio

Quando respondi que sim, Ariely enroscou um pequeno bastão de metal amarrado a uma cordinha na minha camisa e desafiou-me a desenroscar a geringonça sem cortar o fio (foto acima). Disse-me para escrever depois contando quanto tempo levei para realizar a tarefa. Confesso que precisei de um par de horas para desatar o nó...

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Eu sou meu chefe: quem disse que é fácil?

Muitas vezes sem formação específica em Administração, profissionais liberais precisam exercer suas profissões e, ao mesmo tempo, administrar seus negócios.

Por Simão Mairins, www.administradores.com.br

A cultura do empreendedorismo tem ganhado cada vez mais força no Brasil, com o desenvolvimento da economia, a expansão das políticas de apoio e a diversificação dos modelos de tributação. Para se ter uma ideia, o país – que possui a maior taxa empreendedora do G20 e do Bric, segundo o GEM (Global Entrepreneurship Monitor) – conta atualmente com mais de 6 milhões de micro e pequenas empresas e quase 2 milhões de empreendedores individuais formalizados, de acordo com dados dos ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Nessa massa, há um grupo normalmente pouco lembrado nas discussões sobre o assunto. É o que inclui aqueles que, para exercer suas carreiras, precisam se dividir entre uma profissão principal e a atividade administrativa, como advogados (na administração de seus escritórios), médicos (nos seus consultórios) e tantos outros profissionais liberais.

Mas, será que, com todas as responsabilidades de uma profissão específica, há tempo para conciliá-la bem com a administração de um negócio? "Eu defendo que não se deve conciliar no sentido de "combinar', mas sim de 'harmonizar'. A atividade administrativa faz parte da profissão dessas pessoas", afirma Fábio Zugman, autor dos livros "Empreendedores esquecidos" e "Administração para profissionais liberais".

Para Zugman, entretanto, "o problema é que a maioria das escolas – e boa parte dos próprios profissionais – se esquece" de que administrar é algo intrínseco à carreira de qualquer um que opte por trabalhar por conta própria.

"Como os profissionais liberais colocam uma grande ênfase em suas habilidades, muitas vezes veem as tarefas administrativas como 'a parte chata' que os impede de exercer sua tarefa principal. Isso é um erro. Eu costumo dizer para essas pessoas que elas devem enxergar a tarefa administrativa como uma higiene que fazem em suas profissões – algo que as permite trabalhar melhor", explica Zugman.

O cirurgião vascular Gerd Schreen – que atua em um dos maiores hospitais particulares do Brasil e ainda administra sua própria clínica – sabe muito bem o que é ter de se dividir entre as duas atribuições. Mas isso está longe de ser um incômodo para ele. "Ser médico é uma vocação e, mesmo que quisesse, não conseguiria me afastar da profissão que escolhi exercer há muitos anos. O contato com o paciente, a relação de confiança, a incrível experiência de cuidar do próximo não é algo que se pode achar com tanta profundidade em muitas profissões. Por outro lado, cuidar do próprio negócio é, ao mesmo tempo, um grande desafio e um grande prazer. Idealizar uma estratégia, perseguir e alcançar objetivos, metas, superar obstáculos e entraves burocráticos valorizam o empreendimento", explica.

Já a advogada Belisa Dinelli destaca que "administrar o próprio negócio possibilita uma melhor visão" do trabalho que desenvolve, e garante que "separar um tempo só para a administração do escritório" é fundamental.

"Disciplina na organização e principalmente no cumprimento da agenda é a chave para que você chegue ao final do dia sem a sensação de que falta um caminhão de coisas para resolver", complementa Gerd Schreen.

Para Fábio Zugman, a administração do tempo deve incluir até mesmo a previsão do que fazer em caso de surgirem, de última hora, espaços vazios na agenda. "O que fazer, por exemplo, quando um cliente falta e abre-se um espaço de uma hora durante o dia? Há formas de o profissional liberal se planejar para lidar com essas questões", ressalta.

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Marketing sacoleiro: como empresas crescem maltratando consumidores

Algumas grandes empresas estão construindo excelentes resultados financeiros excluindo a satisfação do consumidor da equação de negócios.

Por Flávio Ferrari

O segredo da sustentabilidade de um negócio é compreender e atender equilibradamente os desejos e necessidades dos stakholders. Ou, pelo menos, esse é o discurso acadêmico. Entretanto, algumas empresas conquistam posições tão sólidas e favoráveis que permitem desafiar esse princípio, pelo menos por algum tempo, adotando práticas que aumentam sua lucratividade de curto-prazo.

É o caso da loja de uma grande rede de supermercados aqui perto de casa. Localizada num ponto privilegiado na região dos Jardins, em São Paulo, sem nenhum concorrente num raio de 10 quarteirões, a modesta loja não tem estacionamento. Por isso mesmo atende, basicamente, às necessidades mais imediatas dos moradores da região, que fazem pequenas compras diárias. A estratégia adotada pela direção da rede para a loja parece haver sido cunhada para otimizar a rentabilidade aproveitando as oportunidades oferecidas pela situação.

Considerando que as compras feitas pelos clientes se destinam a consumo imediato, a rede transfere para a loja os produtos que estão com data de validade próxima do vencimento, e provavelmente negocia com os fabricantes algum desconto adicional.

Dada a falta de concorrentes nas proximidades, pratica preços um pouco mais elevados e frequentemente substitui as marcas líderes nas prateleiras pelos produtos genéricos (de marca própria) ou de fabricantes "preferenciais" (da família dos acionistas).

Embora a região seja "sofisticada" e de alto poder aquisitivo, alguma pesquisa deve haver indicado que as compras são feitas por "prepostos" (motoristas, empregados domésticos) e/ou por pessoas apressadas que trabalham na região e fazem compras de última hora. Só isso poderia justificar a pouca preocupação com a seleção e o treinamento da equipe da loja, que chega a discutir sua insatisfação com as condições de trabalho na presença dos clientes.

A limpeza da loja deixa a desejar, é frequente a presença de produtos vencidos nas prateleiras, a morosidade no atendimento dos caixas provoca grandes filas a qualquer hora do dia e o slogan "lugar de gente feliz", adotado pela rede, soa como uma piada de mal gosto.

Nesta semana em que a rede adotou a extinção das sacolinhas plásticas (que, aliás, eram de péssima qualidade) vestindo-se de defensora do planeta e buscando convencer seus consumidores a adotar uma atitude "sustentável", o clima na loja ficou ainda pior. Os clientes não conseguem entender porque precisam pagar por sacolas importadas da Coréia para transportar suas compras ou de que forma a eliminação das sacolas (que eram reutilizadas em suas casas, normalmente como sacos de lixo) irá ajudar a melhorar alguma coisa em suas vidas. Mas fato é que, mesmo sem ter acesso aos resultados financeiros, imagino que a loja siga dando bons resultados, abusando de sua posição.

Alguns clientes com os quais tenho conversado deixam claro que estão cultivando uma profunda antipatia que se estende para a marca. Sempre que possível, evitam comprar não só na loja em questão, mas em qualquer outra loja da rede, porque têm a clara percepção de que a marca não se preocupa e nem respeita o consumidor.

Os que têm condição para isso comentam que procuram planejar melhor suas compras e realizá-las num outro supermercado sofisticado da região (um pouco mais distante e que requer o uso do carro).

E, durante essa semana, vários afirmaram que reduziram suas compras ao mínimo essencial para transportá-las na mão ou, no máximo, em uma única sacola que adquirem a contragosto.

Não é a primeira vez em que me deparo com esse tipo de situação. E, por mais que me sinta desrespeitado como consumidor e espantado como executivo (ou consultor), sou obrigado a admitir que grandes marcas em situação privilegiada de mercado conseguem não só sobreviver, mas crescer e lucrar maltratando seus consumidores.

Certa vez, quando uma grande editora de revistas implementou a renovação automática de suas assinaturas pelo cartão de crédito, informando a seus assinantes que isso estava sendo feito para facilitar sua vida e que, se não estivessem de acordo, bastaria telefonar antes do vencimento para solicitar o cancelamento, eu procurei seu CEO para manifestar não só a minha indignação (como assinante) mas minha percepção de que essa atitude anti-ética prejudicaria a imagem da editora. A reposta que ouvi do executivo foi que essa ação havia aumentado a taxa de renovação de assinaturas em 30%!

Pessoal e profissionalmente, acredito que existam formas melhores e mais eficientes para construir um negócio de sucesso, e tive a oportunidade de demonstrar isso nas empresas para as quais trabalhei.

Deixar de atender adequadamente um stakeholder fragiliza a posição da empresa e, principalmente quando esse stakeholder é o cliente, a torna vulnerável para a ação dos concorrentes.

Mas fato é que o modelo atual de remuneração dos executivos reforça a busca de resultados de curto prazo e raramente considera a questão da sustentabilidade (real) como algo relevante.

Minha sugestão é que os acionistas exijam mais de seus executivos e desafiem sua criatividade voltando a incluir a satisfação do consumidor na equação.

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Preparatório ANPAD - JUNHO/2012 (Matrículas encerradas)

Leia o post mais recente:
http://profmilton.blogspot.com.br/2013/02/preparatorio-anpad-junho-de-2013-com.html

Instituto Integral – Dez anos – Recordista em Aprovação!
· 80% de nossas vagas são ocupadas por indicação de ex-alunos.
· 75% dos nossos alunos conseguem vaga nos melhores cursos de Pós-Graduação do Brasil.
· 70% das vagas do PPGA/UFRGS são ocupadas por nossos alunos.


www.institutointegral.com.br
preparatorioanpad@institutointegral.com.br

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Atendendo a pedidos, prorrogamos o DESCONTÃO de 25% à vista até o dia 05/03.
Caso queira usufruir deste benefício, veja instruções adiante. Mas seja rápido, pois o limite de vagas está prestes a se esgotar!

PARABÉNS ao nosso aluno, Maurício Pozzebon, pelos 592,82 pontos (99,22%) no Teste ANPAD de Fevereiro/12.

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Curso Preparatório para o Teste ANPAD
Edição: JUNHO/2012 – Extensivo


MÓDULO I (Raciocínio Lógico e Raciocínio Quantitativo)
Carga-horária: 75 horas
Professor: Milton Araújo.

TURMAS:
(Solicite o Plano de Aulas)

1. NOITE: segundas e quartas, das 19:00h às 22:00h
Vagas: Dez (nove já foram reservadas)
Início: 05/03/12

2. EXTRA – NOITE: terças e quintas, das 19:00h às 22:00h
Vagas: Dez (sete já foram reservadas)
Início: 13/03/12

3. MANHÃ: quartas e sextas, das 9:00h às 12:00h
Vagas: Dez (seis já foram reservadas)
Início: 07/03/12

4. EXTRA – MANHÃ: terças e quintas, das 9:00h às 12:00h
Vagas: Dez (cinco já foram reservadas)
Início: 15/03/12

5. SÁBADOS: das 13:30h às 17:00h, e Domingos das 9 às 12h
Vagas: Dez (dez já foram reservadas. Oferecemos duas vagas extras nesta turma)
Início: 10/03/12


Devido ao comprometimento de horários, nesta edição não ofereceremos turmas de intensivo.


INVESTIMENTO (Solicite a Tabela de Valores).
Material didático incluído.

Atendendo a pedidos, prorrogamos o DESCONTÃO especial de 25% (não-cumulativo com outros descontos) para matrícula feita por depósito bancário, até o dia 05/03 (improrrogável).

NOTA: O descontão é calculado sobre o valor cheio do Módulo I:
5 x R$ 330,00 = R$ 1.650,00 (veja a Tabela de Valores). Com 25% de desconto, este valor fica em R$ 1.250,00 (você economiza R$ 400,00).

Mas é só até o dia 05/02, impreterivelmente.

Caso faça sua reserva imediatamente, você poderá pagar o valor (com o descontão) em duas parcelas iguais a R$ 625,00 cada uma (a primeira no ato da reserva, por depósito bancário e a outra no primeiro dia de aula, por cheque pré-datado para 7 de abril).



Para efetivar a RESERVA proceda do seguinte modo:

1) Faça o depósito do sinal de R$ 100,00 em uma das contas informadas a seguir.
a) Itaú: solicite os dados (agência e conta-corrente);
b) Santander: solicite os dados (agência e conta-corrente);
c) Banco do Brasil: solicite os dados (agência e conta-corrente);
d) Caixa Federal: solicite os dados (agência e conta-corrente).

Antes de efetuar qualquer depósito, verifique se ainda há vagas na turma pleiteada!


2) O saldo remanescente é ajustado no primeiro dia de aula, com cheques para o dia 07 de cada mês subseqüente.

3) Envie e-mail imediatamente após efetuar o depósito, para avisar sobre a operação e confirmar a turma pleiteada (para que se possa dar baixa na vaga).

4) Ao efetuar a RESERVA você garante os descontos vigentes na data do depósito, e pode ajustar o saldo remanescente no primeiro dia de aula, por cheques pré-datados para o dia 7 de cada mês subseqüente.

5) Caso haja algum imprevisto, e você não possa fazer o curso, entre em contato conosco antes do início do curso para solicitar o reembolso integral do valor pago pela RESERVA.

6) Para aqueles que pretendem comparecer diretamente à primeira aula, e efetuar a matrícula no ato, solicita-se que entrem em contato antes de comparecer, a fim de verificar se ainda há vaga disponível na turma pleiteada.

Não vacile! Faça uma reserva agora mesmo. Nossas turmas lotam rapidamente!
A edição de Junho é a que registra a maior demanda pelo curso preparatório. No ano passado, vários interessados ficaram sem vaga.

Módulo II – 30 horas (Português Inglês e Rac. Analítico):
Este módulo é oferecido no regime de parceria com a Profª. Alayde. Todas as informações (assim como a contratação deste módulo) deverão ser obtidas diretamente com a professora (alayde76@hotmail.com).

Você ainda tem alguma dúvida?
Estou a sua disposição para esclarecê-las.

Milton Araújo.
Av. José Bonifácio, 519, conj. 407
Porto Alegre – RS
Ver Mapa: http://www.institutointegral.com.br/localizacao.php
(Visitas devem ser agendadas)
Fones: (51) 3028-3046 e 8136-5950

(Estacionamento-convênio (40% de desconto): Av. Venâncio Aires, ao lado do Bar do Beto)

Instituto Integral – Dez anos – Recordista em Aprovação!
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preparatorioanpad@institutointegral.com.br

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“Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.” [Steve Beckman]
“Covardes nunca tentam; fracassados nunca terminam; vencedores nunca desistem.” [Norman Vincent Peale]
“Os maiores dos erros são a pressa antes do tempo e a lentidão diante da oportunidade.” [Árabe]
“A Oportunidade é uma dama altiva, pois não perde tempo com os despreparados.” [Autor desconhecido]
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Padronizar ou adaptar-se?

Este é o dilema que se coloca para as empresas que encaram o desafio de conquistar espaço em mercados internacionais. A resposta, no entanto, é complexa – e depende de cada caso.

Por Alex Pipkin* - Revista Amanhã

Quando se fala em internacionalização de empresas, a “massa crítica” das organizações focaliza estratégias de marketing e os clássicos 4Ps, o composto mercadológico que, tropicalizado, inclui as estratégias de produto, praça de distribuição/comercialização, preço e promoção. É claro que todas essas variáveis são importantes. Contudo, é cada vez mais necessário pensar na questão do desenvolvimento de produtos e sua respectiva inserção nos mercados além-fronteiras por meio de uma nova abordagem, fundamentada em insights que resultem em modelos de negócio inovadores. O velho e cada vez mais necessário segredo: ser diferente, ousar e implementar uma nova curva de valor.

Nessa perspectiva, o grande dilema estratégico em matéria de internacionalização coloca a companhia diante das seguintes opções: seguir a via da padronização do composto de produto ou adaptá-lo às condições peculiares a cada mercado externo? A quem espera uma resposta simples, um alerta: aqui, não há receita de bolo. A decisão dependerá dos recursos, capacidades e tecnologias da organização. Além de considerar, obviamente, as características de cada mercado alvo em aspectos não apenas socioculturais, políticos e econômicos, mas também de natureza tecnológica.

A decisão entre padronização ou adaptação do produto dependerá sobretudo da proposta de valor da empresa. A companhia quer se inserir lá fora com algum nível de diferenciação? Ou pretende se estabelecer com um produto de baixo custo e preços mais acessíveis para um dado mercado ou segmento?

Analistas com forte orientação para a produção e custos advogam a favor da padronização, enquanto aqueles mais sensíveis às nuances culturais se mostram adeptos da adaptação para se aproximar das efetivas necessidades e desejos do consumidor estrangeiro. Acerta quem enxerga o nível adequado dessa customização. Sabidamente, aquelas empresas que passam a ter um maior controle do canal de comercialização internacional conseguem enxergar e entender melhor tais necessidades. Assim, adaptam e criam características (não somente funcionais), trabalhando forma, design, embalagem e serviços, entre outros itens relevantes. E, dessa forma, aumentam o seu desempenho exportador. Naturalmente, as empresas que desenvolvem produtos pensando em inseri-los nos mercados vizinhos – física e culturalmente mais próximos – tendem a obter maior sucesso, alcançando fatias mais expressivas de mercado e maior rentabilidade.

A própria questão lançada pelo paradigma porteriano – “liderança de custos ou diferenciação” – passa a ser questionável. Afinal, hoje, em função do avanço tecnológico que nivela equipamentos e processos, e da identificação do que o consumidor estrangeiro quer, é possível ter simultaneamente um produto com algum nível de diferenciação e, ao mesmo tempo, com baixo custo – o que permite repassar o bem ou serviço ao consumidor com preços inferiores.

Hoje, com o avanço tecnológico, que nivela equipamentos e processo, é possível ter um produto com algum nível de diferenciação e baixo custo
Aqui, vale a inovação de valor. O que isso significa? Que, em razão daquilo que o consumidor estrangeiro valoriza, é preciso eliminar ou reduzir determinados atributos do produto – cortando custos – e adicionar e criar outros atributos que são apreciados, mas que nunca foram oferecidos a tais consumidores. Significa alinhar inovação com utilidade, preços e ganhos de custo. A inovação de valor faz com que se criem produtos diferenciados e de baixo custo. Foi exatamente isso que a Kimberly-Clark Brasil fez em relação à oferta de fraldas descartáveis ao adotar um tipo de elástico fixador reutilizável, substituindo as fitas adesivas e, bingo, barateando o produto.

É interessante notar que, muitas vezes, as possibilidades de inovar estão muito próximas daquilo que uma empresa tem como o seu negócio central. A inovação pode estar muitas vezes oculta nas adjacências de sua maior competência. Este é o caso de fabricantes que passam a inovar vendendo serviços especializados ligados às suas competências centrais. A húngara Nabi entrou com vigor no mercado norte-americano ao oferecer um ônibus de preço mais alto e custo de manutenção mais baixo. Como? É que, em vez de utilizar chapas de aço – material pouco resistente à corrosão, que dificulta e onera a reparação de veículos acidentados –, a Nabi fez carrocerias com fibras de vidro. É um ônibus de conserto mais rápido, fácil e barato. E que ainda consome menos combustível, por ser mais leve.

Com a ascensão econômica de países como Brasil, China, Índia, Rússia e Turquia, o próprio processo de inovação – e o seu “caminho lógico” – vem se invertendo. Antes, a Europa, os EUA e outros países adiantados desenvolviam produtos que eram posteriormente comercializados nos países mais pobres. Hoje, porém, percebe-se que os principais países emergentes alteraram o fluxo das inovações e também passaram a lançar produtos e serviços nos mercados mais desenvolvidos. Tornaram-se, enfim, plataformas de exportação de inovações.

São novos tempos que trazem mais e maiores oportunidades para aquelas empresas que questionam os limites de seus negócios tradicionais e lançam mão de coragem, criatividade e talento para inovar e ter sucesso. A Nokia é um exemplo desse processo inovativo. Com seus aplicativos para celulares, a empresa criou produtos mais simples e baratos que, certamente, terão grandes oportunidades em mercados desenvolvidos. Obviamente, em certas situações, adaptações para diferentes contextos são necessárias.

Certo é que estamos presenciando a abertura de grandes e novas oportunidades globais. E essa estrada do futuro passa pela inovação de valor em produtos. Para determinados mercados podem inclusive ser necessárias pequenas e simples adaptações em rótulos, por exemplo. Noutros será preciso adaptar, inovando de acordo com as idiossincrasias do mercado. Muito embora a readequação do portfólio de produtos possa ser uma ação recomendável – uma vez que com um maior grau de padronização se consegue atender a um maior número de mercados –, é preciso conhecer e entender bem aquilo que o consumidor estrangeiro quer, percebe e valoriza. E é este entendimento de mercado que dá asas à criatividade e à ousadia – que são ingredientes fundamentais para inovar e ter sucesso nos mercados internacionais. As empresas brasileiras devem atentar e implementar modelos de negócio que contemplem verdadeiramente inovações que alarguem as suas fronteiras de mercado.

*Professor de Estratégias de Marketing Internacional da Unisinos, diretor comercial e de marketing da Borrachas Vipal e autor do livro Marketing Internacional: uma Abordagem Estratégica (Ed. Aduaneiras)

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Deixe pistas para um headhunter e torça para ser encontrado

De olho nas oportunidades, executivos mostram suas habilidades para chamar a atenção dos headhunters do mercado.

Infomoney

Estar por dentro das principais vagas oferecidas pelas grandes empresas e multinacionais não é, nem de longe, o suficiente para garantir uma possível entrevista em tais organizações. Para conseguir, de fato, estar dentro dos processos de seleção, os executivos interessados precisam ser habilidosos e qualificados para entrar na mira dos headhunters responsáveis por esses processos no mercado.

Mas engana-se quem pensar que tal tarefa pode fácil, afinal, os headhunters são responsáveis pela caça de executivos no mercado e por exercer tal função, não costumam procurar profissionais em quaisquer lugares.

Por isso, quem quiser chamar a atenção de um "caçador de talentos" precisa aprender a deixar as pistas certas se quiser ser realmente encontrado. De acordo com a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Rosanne Martins, uma boa pista é ter o próprio currículo divulgado em uma rede social acessível.

"Atualmente, o LinkdIn é a rede social mais consultada por headhunters, especialmente porque além do currículo do profissional, é possível checar o networking dele. Outros sites de busca por vagas também costumam ser consultados”, avalia Rosanne.

Por dentro das pistas
Outras pistas também podem ser apreciadas, especialmente se o profissional for um líder competente, conforme aponta a headhunter e presidente da Daisen Executive Search, Adriana Prates.

“O headhunter quer saber se o executivo é o melhor dos melhores. Para isso, costuma analisar o perfil do profissional constantemente para saber se ele realmente é um bom líder capaz de gerar sucessores”, explica.

Ela diz que outra rede muito consultada é o BlueSteps, site de referência em recrutamento executivo em sete países.

“Usamos o networking do profissional para buscar referências, para saber como ele é, como se relaciona, como gerencia conflitos etc. Analisamos tudo o que é possível no perfil”, detalha Adriana.

Muita ou pouca visibilidade?
Uma situação um tanto curiosa mencionada por ambas headhunters entrevistadas diz respeito à exposição dos profissionais na busca por uma nova recolocação no mercado. De acordo com Rosanne, por exemplo, uma boa dica para saber se um executivo está insatisfeito com o próprio emprego é observar o perfil dele no LinkedIn.

Para ela, uma atualização repentina pode ser um sinal de que algo está por vir. “Se um profissional não atualiza com frequência seu perfil e, de repente, passa a atualizar o mesmo sem acrescentar nenhum curso, isso pode ser um forte indício de insatisfação profissional”, acredita.

Já para Adriana, o excesso de disponibilidade em muitos sites deve ser olhado com cautela. “Do ponto de vista mais prático, quando um executivo quer aparecer demais é sinal de que ou o mesmo está sob muita pressão ou está enfrentando muitos obstáculos na empresa onde atua”, relata.

Identifique um headhunter
E para não confundir o recrutamento de um headhunter com o de uma empresa de consultoria ou mesmo com uma possível ligação de seu chefe, fique atento às dicas que o InfoMoney preparou para você e não deixe de comparecer ao processo de seleção quando for convocado.
Tarifa zero! Os headhunters recebem das empresas para recrutar talentos, por isso, os mesmos não devem cobrar nenhuma tarifa dos executivos contatados para realizar as entrevistas. Em outras palavras, duvide de empresas que cobrarem taxas referentes a processos de seleção, passagens aéreas ou mesmo alimentação. A AESC (Association of Executive Search Consultants) possui uma relação de empresas de recrutamento certificadas no mundo e informa quais os direitos e deveres dos headhunters. Fique de olho!

Um headhunter ligou para você! Para ter certeza que não recebeu um trote e que quem ligou para você foi mesmo um headhunter e não seu chefe, fique atento à abordagem destes profissionais. Normalmente, os mesmos costumam perguntar se esse é um bom momento para falar com você e, em seguida, se apresentam detalhando todo o histórico da empresa em que atuam. Essa medida é necessária para que o executivo contatado saiba que não se trata de um trote, mas sim de um contato de uma empresa idônea.

Psiu! Segundo a AESC, o recrutamento de um executivo deve obedecer algumas normas, entre elas, a de um rigoroso processo de sigilo. Por isso, uma empresa idônea deve se responsabilizar por manter em segredo a identidade do executivo contatado, bem como sua identificação durante a entrevista. Segundo Adriana, o ideal é que a entrevista com o executivo contatado seja feita em uma sala reservada para que ele não seja reconhecido por outro profissional do segmento, por exemplo, durante a espera da entrevista.

Networking é tudo... por isso, seja educado! Os executivos devem ser solícitos sempre que receberem um contato de um headhunter, e isso mesmo se tal ligação ocorrer em um momento em que o mesmo esteja satisfeito com seu emprego atual. Lembre-se sempre que o mercado de trabalho muda constantemente e pode ser que, no futuro, você venha a precisar dos serviços daquele mesmo headhunter que um dia desprezou.

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domingo, 1 de janeiro de 2012

Desafios e Prévia do Livro

O que você faz diante de um desafio? Encara ou corre?

Isto é um Desafio! É para que cada um tente, por seus próprios recursos, chegar às respostas e enviá-las para correção e também para receber "dicas". Por isso, o gabarito não segue junto com a lista...

Acredite, não há outro meio de se aprender Lógica! A falha no aprendizado da Lógica está justamente no fato de "corrermos atrás das respostas, sem empreendermos o mínimo de esforço para chegar sozinhos até elas..."

Assim nunca conseguiremos aprender, pois, como diz o próprio título da matéria, o "Raciocínio" a ser empregado na solução é o nosso, e não o de outra pessoa. Se o problema ou questão já está com a resposta ou (pior!) com a solução, não haverá "Raciocínio", pois nosso cérebro para de trabalhar na busca da resposta e foca na visualização do raciocínio alheio. Isto é um verdadeiro tiro no pé. Não se aprende Lógica ou Matemática dessa forma...

Pense na prova do concurso que você irá prestar. Primeiro, serão apenas o caderno da prova na sua frente, sua caneta e seu cérebro os únicos recursos disponíveis. Você não terá ali um gabarito ou alguma dica, para que pense partindo da resposta para depois tentar entender o problema, não é mesmo? O gabarito só virá depois, para que você verifique o que realmente conseguiu aprender do conteúdo que estudou.

Diante de um desafio há apenas duas opções: (1) encará-lo e tentar vencê-lo, buscando os recursos que faltam; ou (2) correr para bem longe dele e aceitar o fracasso sem o mínimo sinal de luta...

Qual é a sua escolha?

Abraços.
Milton.

Link dos Desafios: http://www.mediafire.com/?d2o2tapej9fxm4u

Link da Prévia do Livro: http://www.mediafire.com/?76iq24xsqsqbws2

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