quinta-feira, 1 de outubro de 2026

377 pontos. Um time que só perde precisa mudar o treinador.

 


O Brasil estampou para o mundo, no PISA 2025, 377 pontos em matemática. 71º lugar entre 89 países. Só 28 de cada 100 estudantes atingem o nível básico, contra 65 na média da OCDE. E o detalhe mais incômodo: é a mesma nota de dez anos atrás. Uma década inteira de estagnação, medida, divulgada e ignorada.

Eu já disse isso no meu livro, no Capítulo 23: um time que só perde precisa mudar o treinador. E aqui está a parte que ninguém quer encarar — a partir de 1980, o setor de ensino deixou de selecionar o professor pela vocação. Vi 'professores' de matemática formados em cursos online, que não sabiam somar frações, dando aula no nível médio. Chegamos ao absurdo de um doutor propor, numa prova de proficiência, que '30% de R$ 9.000,00 é igual a R$ 2.500,00'. Se essa turma não for retirada do setor de ensino, nunca veremos o país bem posicionado nesse campeonato.


E o mais curioso? O povo faz revolução quando um time de futebol tradicional vai mal e cai para uma divisão inferior. Mas não luta pelo próprio filho que vai mal na escola. Reclamação não muda coisa alguma. Precisamos trocar esses 'treinadores' — e já passou da hora há décadas.


Você pode continuar sendo espectador dessa cena, ou pode fazer algo concreto ao seu alcance: dar uma chance a você e ao Uóliben. O Uóliben não é mágica, é método — ele não entrega a resposta, entrega a pista, e quem aprende com ele descobre que matemática não é talento, é jeito de olhar. O mesmo método que nasceu numa mesa de cozinha em 1994 e que hoje vira professor no Instituto Integral, na forma do Uóliben IA.


Os 377 pontos vão voltar a ser notícia no próximo PISA, e no seguinte, se a nossa resposta continuar sendo 'alguém deveria fazer algo'. Esse alguém pode ser você. Ou, se preferir, continue assistindo o Brasil estampar 377 pontos em matemática para o mundo ver. A escolha é sua — e ela tem consequência direta sobre a próxima manchete.


Quer saber de onde veio esse método? Ele não nasceu ontem, numa palestra ou num software. Nasceu em 1975, na janela de um menino de dez anos que quis treinar papagaios para ensinar matemática — a mesma linha reta que chega até o Uóliben IA de hoje. Essa história é a próxima leitura: [LINK — POST 1: O MENINO QUE QUIS TREINAR PAPAGAIOS].


E se você quer acompanhar o método na prática, escreva para contato@uoliben.com.br e diga que quer fazer parte. O curso será testado primeiro nas Escolinhas de TI e Literatura do Professor Uóliben — gratuitamente, para estudantes com CadÚnico. Quem escrever para esse e-mail recebe as novidades, as datas e como participar.