quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Intercâmbio - confira dicas para aproveitar melhor a oportunidade

Especialista dá sugestões para quem vai vivenciar ou começou a passar pela experiência.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Quando se vai fazer intercâmbio, algumas vezes vem a dúvida sobre como aproveitar a viagem e ainda assim ser bem sucedido crescendo e adquirindo mais experiência. O diretor da BEX Intercâmbio - organização brasileira de intercâmbio cultural e cursos no exterior - em João Pessoa, Igor Accioly, conta com experiência no envio de profissionais e estudantes a diversos locais do mundo e dá dicas para quem vai vivenciar ou começou a passar pela experiência do intercâmbio.

"Ressalto que é importante ficar atento à cultura dos outros países e estudar os costumes de cada região. Uma vez que o intercambista pesquisa e se intera sobre a tradição de um país, os estudos são mais bem sucedidos", relata.

O intercambista, ao chegar ao local, precisa pegar informações úteis sobre transporte e sobre a cidade. Na escola onde fará o curso escolhido, é fundamental se informar sobre horários, normas e provas. "Afinal de contas, o objetivo é aproveitar ao máximo a experiência".

Sobre o idioma, o especialista adverte para os cuidados com falsos cognatos. "Como a pessoa que resolve fazer um intercâmbio já tem o mínimo conhecimento do novo idioma, não custa nada levar um dicionário ou contar até mesmo com um tradutor online. Mas é sempre bom perguntar, antes de falar sobre algo de que não se tem certeza".

Accioly também alerta sobre a importância de manter toda a documentação em dia e à disposição, além de salientar a necessidade de estabelecer uma comunicação constante com a família e os amigos no Brasil. "Hoje, com facebook, twitter e outras redes sociais, é possível manter uma boa relação com parentes e amigos mesmo à distância".

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Endividados devem ter cautela nas compras parceladas para o Natal

Parcelar os presentes em prazos longos pode comprometer ainda mais a renda futura do consumidor, lembrando que em 2012 sua renda não crescerá como nos últimos dois anos.
Serasa Experian

Falta pouco para o Natal e com a entrada do 13º começa a corrida para as compras de final de ano. No entanto, os economistas da Serasa Experian recomendam aos consumidores endividados cautela na hora das compras e atenção aos prazos longos de financiamento para não comprometerem ainda mais a sua renda.

Segundo os economistas da empresa, não há problemas em parcelar os presentes, mas acumular dívidas envolve maior incerteza e no próximo ano a renda do trabalhador não deverá crescer como em 2011 e 2010.

Os economistas alertam também o consumidor que renegociou sua dívidas, aproveitando a primeira parcela do 13º, para ter cautela nos gastos de Natal, de forma a para não fazer novas dívidas e evitar de ficar inadimplente novamente. É bom destacar para quem estiver pagando renegociação de outras dívidas, que esta deve ser priorizada.

Para quem está endividado ou inadimplente e perdeu o controle das contas é aconselhável que busque a renegociação, alertam os economistas. Com a chegada do 13º salário, os consumidores têm a oportunidade de organizar sua vida financeira. Ele mesmo pode quitar ou renegociar suas dívidas diretamente com os credores e regularizar suas pendências sem precisar contratar serviços de terceiros.

Quanto aos parcelamentos de longo prazo, cabe esclarecer que envolvem maiores incertezas, como por exemplo a perda de emprego, enfermidade na família , entre outros, portanto, o consumidor deve comprometer apenas uma parcela menor de sua renda, para que numa eventualidade não tenha que reduzir seu patrimônio.

O consumidor deve evitar recorrer às linhas caras de crédito, a exemplo do pagamento mínimo do cartão de crédito e do crédito em conta corrente ( cheque especial) como opção de obter recursos para as compras de Natal.

Cheque pré-datado, deve ser utilizado com disciplina, já que exige controle maior do consumidor em conferir seu extrato bancário e junto com o canhoto no talonário.

O consumidor deve lembrar que em janeiro há o pagamento do IPVA, IPTU e despesas escolares.

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

10 dicas para entrar em 2012 com as finanças no azul

Evitar compras por impulso e planejar as compras de final de ano estão entre entre as principais recomendações.
Por Redação, www.administradores.com.br

Para ter dinheiro no bolso nesse fim de ano e se preparar para realizar os objetivos definidos para 2012, planejamento financeiro ainda é mais garantido do que simpatia. O educador financeiro Reinaldo Domingos, do Instituto DSOP, preparou algumas orientações aos brasileiros que querem passar longe da onda de endividamento.

Confira abaixo:

Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar - Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas coloca em risco a realização dos sonhos que foram priorizados com a família?

Planejamento do fim de ano: liste os ganhos do período (renda e ganhos extras como 13º, bonificações e férias). Liste todas as despesas ˆ fixas e variáveis. Avalie sua situação financeira. Há margem para novos gastos? Há pendências financeiras? Faça um esforço para identificar excessos, que geralmente representam 30% das despesas das famílias brasileiras. Avalie quanto poderá reservar para comprar presentes, artigos das festas de fim de ano, preferencialmente à vista. Evite a todo custo entrar no limite do cheque especial e pagar a parcela mínima do cartão de crédito. Reserve parte do décimo terceiro para as despesas do início do ano como IPVA, IPTU, matrícula e material escolar. Cuidado ao parcelar viagens. Pense: será que vale a pena passar dificuldades o ano todo por alguns dias de diversão? Será que uma viagem mais barata e dentro do orçamento não trará satisfação?

Planejamento financeiro de 2012: é fundamental evitar parcelamentos das compras de final do ano. Na empolgação do consumismo típico da época, esquece-se que os rendimentos extras, também típicos do período, não persistirão pelo ano seguinte. Porém, se o parcelamento for inevitável, faça uma planilha em que o valor já comprometido esteja previsto nos meses correspondentes. Sem esse controle, é certo o acúmulo de dívidas e o risco da inadimplência. É assim que inicia-se o ciclo de endividamento que afasta a realização daquilo que realmente traz satisfação e agrega valor à vida das pessoas. Por isso, reúna-se com a família para definir os desejos de curto (um anos), médio (até cinco anos) e longo (mais de 10 anos) prazos ou aqueles que se pretende em realizar em 2012 e incorpore o valor mensal necessário para a realização dos mesmos no orçamento mensal do próximo ano. Subtraia o valor desses sonhos da receita. O saldo restante é o orçamento para as demais despesas mensais.

Pesquisar preço e comprar à vista: Tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto.

Pedir desconto: Se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente à vista custará de 10% a 20% menos.

Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

Qualquer que seja a dívida, o consumidor deve investigar o que está levando ele a gastar mais do que ganha, somando dívidas que não consegue pagar e que roubam recursos que deveriam ser destinados para a realização de sonhos. Fazer acordos para pagamentos de dívidas sem antes saber qual é a real capacidade de pagamento, sem cortar excessos, sem ajustar o orçamento ao verdadeiro padrão de vida é um grande risco, além de uma medida paliativa que apenas adia a solução da causa do problema. Abaixo, algumas medidas para ajudar a quitar dívidas e reequilibrar as finanças.

Cheque especial - cheque especial é uma das mais altas taxas de juros praticadas no mundo. Procure o gerente da conta e proponha imediato cancelamento dessa linha de crédito, mesmo que esteja utilizando. Proponha troca por uma linha de crédito que não ultrapasse 3% de juros mensais. Caso esteja pagando 100 reais de juros ao mês, proponha um parcelamento do mesmo valor, com prazo alongado. Isto fará com que não tenha mais que pagar juros mensais de 10% - isso faz sua dívida dobrar a cada 7 meses. Caso o gerente não aceite, o melhor a fazer é poupar para uma futura negociação.

Cartão de crédito - busque negociação com operadora do cartão ou banco. Proponha um parcelamento com juros que não ultrapassem 3% ao mês, e que estas prestações caibam no orçamento financeiro mensal. Caso a operadora ou banco não aceitem, não faça acordos que não conseguirá cumprir. Mesmo que o nome seja negativado, guarde dinheiro mensalmente para uma futura negociação. Outra estratégia é buscar crédito com taxas mais baixas como, por exemplo, o crédito consignado. Mas atenção: não resolve trocar um credor por outro, é preciso resolver e atacar a verdadeira causa do desequilíbrio financeiro.

Financiamento de casa - Para a maioria dos brasileiros a compra da casa própria é um sonho que só é possível realizar adquirindo uma dívida ˆ o financiamento imobiliário. Em boa parte dos casos, o que impede o pagamento das prestações da casa são os gastos supérfluos. Se está difícil pagar as prestações, o melhor a fazer, além de cortar excessos de gastos, é procurar a financiadora e propor um alongamento da dívida, adequando a prestação à real capacidade de pagamento. Caso não consiga a renegociação, estude a possibilidade de trocar esse imóvel por um de preço inferior.

Carro - um veículo não é investimento e, sim, um bem de consumo. A prestação em si nem sempre é o motivo da dificuldade de custear esse bem - embora ao final do financiamento a pessoa tenha pagado por dois veículos e levado apenas um. O verdadeiro problema está na manutenção do veículo, cujo custo mensal equivale, em média, a 3% do valor do carro. A manutenção de um veículo de 20 mil reais, por exemplo, tem um custo de aproximadamente 600 reais mensais - gasolina, seguro, licenciamento, IPVA, entre outros. Portanto, é importante analisar o custo-benefício da compra do veículo. Se tê-lo é uma necessidade e está difícil pagar é melhor rever o orçamento e tentar renegociar o prazo da dívida com prestações que realmente caibam no bolso, considerando todas as demais despesas já assumidas. Se a renegociação também não for possível, o melhor é buscar um advogado e providenciar a devolução do veículo.

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Quatro tendências do marketing digital para 2012 que você precisa saber

O que as empresas precisam ficar atentas para aumentar seus resultados na internet em 2012.

Por Silvio Tanabe

Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.

Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas.

1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens, e à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.

Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, blog e redes sociais.

Se você atua em alguma área de especialidade, estética por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão, etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências como também mais credibilidade.

2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da "nuvem". Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na "nuvem", acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.

Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem também a ser realizados na "nuvem", e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?

Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independente de onde estiverem e vão se tornar cada vez mais comuns.

3. Internet dentro da internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais cresce no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar o Facebook em uma "internet dentro da internet". Isso siginfica que tudo o que é importante na web terá uma versão "facebookeada". Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.

Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram "filiais" no Facebook; há inclusive ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e Twitter, tudo para que o usuário encontrar tudo o que precisa sem sair do site.

É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.

4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nesta afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.

Exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os "8Ps" do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.

Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Sucesso: 11 dicas para conquistar seus objetivos em 2012

Especialista sugere ações para quem quer ter sucesso no ano que vem
Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Saber de que maneira alcançar metas é essencial para quem quer ser bem sucedido em tudo o que for fazer em 2012. Roselaike Leiros, especialista em comportamento humano, sugere 11 ações para se obter sucesso no próximo ano.
Roda da Vida - verifique como andam as realizações de cada área de sua vida, dando notas de 0 à 10 para elas: saúde, carreira, família, afetivo, espiritual, lazer, finanças e contribuição, por exemplo. Sugiro investir nas áreas mais deficitárias, pois o equilíbrio gera fluidez na vida. Faça uma lista dos seus objetivos para cada área e mãos a obra;

O passado - caso você não tenha realizado tanto quanto gostaria, avalie e aprenda com o seu passado para seguir adiante com sua melhor energia;

Objetivo - Formule seu objetivo no positivo. Ele deve ser específico, mensurável, alcançável, relevante e ter tempo de realização determinado. Caso ele seja muito grande, e segmente-o;

Sonho - antes de planejar sua realização sonhe ilimitadamente com isso. Deixe que sua mente se expanda, se abrindo a todas as possibilidades de realização;

Plano de Ação - agora sim planeje, traga seu sonho para o agora e crie um passo a passoescrito, e só depois do primeiro esboço pare para avaliar tornando-o ainda mais alcançável;

Evidências - sua mente precisa saber exatamente para onde vai levar você. Portanto, imagine esta realização, viva esse momento como se fosse agora e perceba o que você vê, ouve e sente. Isso mostra que é a evidência concreta de que você chegou lá;

Sabotadores - se perceber uma voz interna a fazer objeções ou uma sensação de desconforto é sinal que pode haver autosabotagem. Nesse caso, você deve conversar com essa parte de você e expor a importância da realização. Negocie com ela respeitosamente e encontrem uma maneira útil de tê-la como aliada;

Bom senso - perceba como esta realização afetará as pessoas importantes da sua vida. Se houver desarmonia com outras pessoas ou situações adéque o seu objetivo;

Motivação - pergunte-se "Por que eu quero isso? O que isto me proporciona de tão importante que me faz caminhar todos os passos necessários para sua realização? Isso é o seu combustível;

Ações - esteja comprometido a tomar todas as ações que forem necessárias para a realização. Desculpas e adiamentos não combinam com "realizar";

Comemorar - comemore a cada conquista intermediária e ainda mais na realização, você merece.

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Brasil produz energias renováveis, mas as aproveita de forma insuficiente, diz agência

De acordo com documento, o Brasil foi o quinto país que mais investiu em energias limpas no ano passado, totalizando US$ 7 bilhões.
Por Renata Giraldi, Agência Brasil

O Brasil ocupa posição de destaque na produção de energias renováveis, mas poderia fazer mais esforços em relação às energias solar e eólica, segundo relatório da Conferência da ONU para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), divulgado na última terça-feira (29). O documento informa que o Brasil foi o quinto país que mais investiu em energias limpas no ano passado, totalizando US$ 7 bilhões.

A China, com o valor recorde de US$ 49 bilhões, liderou os investimentos em energias renováveis em 2010, seguida pela Alemanha (US$ 41,1 bilhões), os Estados Unidos (US$ 30 bilhões) e a Itália (US$ 14 bilhões).

"O Brasil, devido ao seu clima e à sua superfície, tem enorme potencial em termos de energia eólica e solar, mas não explora de forma suficiente sua capacidade nessas áreas", disse a diretora do relatório Tecnologia e Inovação - Potencialização do Desenvolvimento com Energias Renováveis, Anne Miroux.

Ela observou que o país se concentra em setores "maduros", como os biocombustíveis e a geração de energia hidrelétrica, criados há décadas. "O Brasil está entre os principais países que produzem energias renováveis, mas não em termos de energias modernas, como a eólica e a solar, nas quais nos focalizamos hoje", acrescentou.

Segundo dados do instituto voltado para estudos na área de energias renováveis REN 21, citados no relatório, o Brasil é o quarto principal país em termos de capacidade de produção dessas energias, incluindo a hidrelétrica. Mas o país não está entre os cinco principais em relação à capacidade de produção de energia eólica (liderada pela China) ou solar.

O relatório da Unctad acrescenta que os países do grupo Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) "fazem avanços tecnológicos significativos nos setores eólico e solar". "A China está fazendo grandes esforços em relação ao uso de energias renováveis. Um dos grandes problemas do país são as suas centrais térmicas que utilizam carvão. A transição não é simples e não pode ser feita de um dia para o outro", disse Miroux.

A diretora ressaltou que o Brasil "está no bom caminho" com o objetivo "notório" de desenvolver as energias renováveis, apesar de ainda "não fazer o suficiente" em relação às energias solar e eólica. Miroux elogiou a meta fixada pelo governo de que 75% da eletricidade produzida no país sejam provenientes de energias renováveis em 2030. "O Brasil é um dos raros, talvez o único, a ter uma meta tão ambiciosa", disse a diretora, que pergunta se as reservas do pré-sal colocarão em risco a estratégia atual de desenvolvimento das energias limpas no país.

Segundo o relatório, os investimentos globais em energias renováveis saltaram de US$ 33 bilhões em 2004 para US$ 211 bilhões no ano passado – um aumento de 539,4%. O crescimento médio anual no período foi de 38%.

Apesar dos números, Miroux alertou que ainda faltam "centenas de bilhões de dólares" para aperfeiçoar as tecnologias nos países em desenvolvimento e expandir o uso das energias renováveis no mundo.De acordo com o relatório, as energias renováveis oferecem oportunidade real para reduzir a pobreza energética nos países em desenvolvimento. Com informações da BBC Brasil.

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Estudantes acreditam que conhecimento é fundamental dentro das empresas

A resposta foi indicada por 34,34%. Outros pontos indicados pelos estagiários foram boas maneiras e pontualidade.
Infomoney

Um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) revelou que o conhecimento no ambiente de trabalho é considerado o fator mais importante para a maior parte dos estudantes. A resposta foi indicada por 34,34% dos respondentes.

A coordenadora de Treinamentos Externos do Nube, Yolanda Brandão, explica que o conhecimento pode ser entendido de dois modos.

O primeiro é o conhecimento que a empresa exige de seus profissionais, enquanto o segundo é como a empresa pode ajudar o estudante a desenvolver as competências relacionadas à carreira.

Boas maneiras e pontualidadeOutros pontos indicados pelos entrevistados como importantes dentro das empresas foram as boas maneiras (27,75%) e a pontualidade (16,32%). Sobre as boas maneiras, a especialista explica que, por falta de experiência em trabalhar e por causa da idade, muitos acabam errando em pequenas coisas.

“São coisas pequenas, como vestimenta ou descuido da aparência. As boas maneiras também podem ser percebidas por meio do e-mail. Não se deve responder e-mails corporativos como se estivesse nas redes sociais”, explica.

Além disso, Yolanda afirma que alguns estudantes se comportam no ambiente de trabalho como se estivessem ainda na escola. “Adequar-se às regras é importante, faz parte das relações de trabalho”.

Em relação à pontualidade, a coordenadora afirma que, geralmente, os estagiários não apresentam dificuldades em cumprir horários. Segundo ela, a falta de pontualidade é uma característica pessoal e não depende do fato de a pessoa ser estagiária ou inexperiente, pois existem profissionais bem mais velhos que não conseguem nunca chegar no horário previsto.

Sobre a importância da pontualidade para as empresas, o item aparece em terceiro lugar no ranking, porque muitas, por terem horários flexíveis, não se prendem tanto à hora de chegada e saída dos colaboradores.

Cordialidade e discriçãoPor fim, os estudantes apontaram a cordialidade e a discrição, que aparecem em 4º e 5º lugares, com 14,39% e 7,20%, respectivamente.

A especialista afirma que, apesar de aparecerem nos últimos lugares, estes dois pontos são importantes, porque a ausência deles pode ocasionar a demissão do profissional. “São competências comportamentais. As pessoas são contratadas pelo conhecimento, mas são demitidas pela maneira como agem”.

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Muito tempo fora do mercado? Veja dicas para obter sucesso na recolocação

Segundo especialista, primeira providência a ser tomada é deixar de lado qualquer pensamento ou comportamento derrotista.
Infomoney

São diversos os motivos que levam um profissional a se afastar do mercado de trabalho. Contudo, para aqueles que pensam em voltar à ativa, o primeiro pensamento que vem à cabeça é: o que fazer para se tornar interessante para os recrutadores?

De acordo com o diretor de projetos da Bazz Estratégia e Operação de RH, Edvaldo Rodrigues, a primeira providência a ser tomada é deixar de lado qualquer pensamento ou comportamento "derrotista".

“A pessoa não pode ir para a entrevista, por exemplo, já pensando que ela não vai conseguir. Ela não deve ter uma postura derrotista, se sentir inferior ou ter medo de se expor”, diz.

Quem tem dificuldade?
De modo geral, explica a consultora e coordenadora da área de transição de carreira da De Bernt Entschev Human Capital, Gizelle Marques, os motivos que mais levam as pessoas a se afastarem do mercado de trabalho são o nascimento dos filhos e a opção por ficar mais tempo com a família, no caso das mulheres, ou a abertura de um negócio próprio, Há também os que optam por estudar fora do país ou se dedicar ao meio acadêmico, sendo que este último é o que mais tem facilidade para se recolocar.

Rodrigues concorda e acrescenta que o desemprego, sobretudo aquele que atinge pessoas que estavam trabalhando durante muito tempo na mesma empresa, também é um dos motivos que levam os profissionais a ficarem fora do mercado de trabalho por um período prolongado, sendo que estes, juntamente com os que saíram para se dedicar a um negócio próprio, são os que mais têm dificuldades de recolocação.

Outras atitudes
Ainda de acordo com os especialistas, além de evitar a postura derrotista, quem ficou muito tempo afastado do mercado e deseja se recolocar deve retomar a rede de contatos e deixar claros a sua situação atual e os seus objetivos de carreira.

Investir no marketing pessoal também é importante, bem como, em uma entrevista, demonstrar entusiasmo e energia para o recrutador.

O currículo também é um ponto importante para quem quer se recolocar, sendo que o candidato deve colocar no documento somente informações verdadeiras, não omitindo datas por medo de ser preterido.

Sobre atualizações, os especialistas afirmam que elas são importantes. Contudo, caso não seja possível fazer algum curso antes de arrumar um emprego, é interessante deixar a intenção de fazê-lo o quanto antes para o recrutador.

Por fim, dizem, se decidir procurar por um headhunter, faça uma lista, contate-os e aguarde o retorno. “É importante aguardar o contato de volta e não ser insistente”, ressalta Gizelle.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Revista afirma que Bill Gates pode voltar a comandar a Microsoft

Segundo a Fortune, alguns acionistas têm ventilado a suposta volta.

Por Redação, www.administradores.com.br

Quando a Apple estava à beira da falência, nos anos 90, Steve Jobs voltou à companhia – que havia fundado e da qual, alguns anos depois, decidiu se afastar – para comandá-la novamente. Já agora, nos anos 2000, Howard Schultz fez o mesmo caminho de volta, para assumir a Starbucks e salvá-la do buraco. O final (aliás, o estágio atual) dessas duas histórias dispensam comentários.

Agora, segundo uma reportagem da revista norte-americana Fortune, quem pretende trilhar esse mesmo percurso é Bill Gates, fundador da Microsoft. É verdade que a fabricante do Windows não anda mal como a Apple e a Starbucks quando seus fundadores decidiram reassumi-las. Mesmo com o crescimento dos concorrentes e a criação de novos mercados que a companhia não conseguiu acompanhar, ela ainda pode se orgulhar de dominar fortemente o setor de PCs. Mas não é segredo para ninguém que a empresa vem perdendo fôlego.

Segundo a revista, alguns acionistas têm ventilado a suposta volta. O magnata, entretanto, negou a possibilidade e disse que a sua fundação filantrópica é seu trabalho agora.

Com informações da Fortune

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Universitários professores: Programa Bolsa Universidade abre inscrições

Proposta do projeto é contribuir para a formação universitária do estudante para que esse atue como educador nas unidades do programa Escola da Família.

Agência Fapesp

Instituições de ensino superior particulares interessadas em firmar convênio com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo para participar do projeto Bolsa Universidade em 2012 podem se inscrever até 19 de dezembro.

A proposta do projeto é contribuir para a formação universitária do estudante para que esse atue como educador nas unidades do programa Escola da Família, auxiliando no desenvolvimento das atividades previstas pelo programa.

O projeto oferecerá bolsa integral para os universitários atuarem aos fins de semana como educadores em escolas públicas. Em contrapartida, ele receberá bolsa integral de seu curso, custeada pela Secretaria – que irá arcar com o valor proporcional a 50% da mensalidade, desde que este não seja superior ao teto de R$ 310 – e pela instituição de ensino, que completará o restante do valor.

No caso dos cursos de licenciatura, a Secretaria da Educação pagará o auxílio integral de R$ 310, não excedendo o valor das respectivas mensalidades.

Para se cadastrar, as instituições devem consultar o site do programa e enviar a documentação requerida para a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), na Av. São Luís, nº 99, 15º andar, Centro, São Paulo, CEP 01046-001.

Os documentos também podem ser entregues pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

E se o Facebook reunisse tudo o que você vê na web?

A proposta do dono da maior rede social do mundo é que ninguém precise mais compartilhar nada; deixe que o Facebook faça isso por você.
AdNews

Em setembro, quando anunciou as mudanças no perfil do Facebook - a "Timeline" -, Mark Zuckerberg falou sobre uma intenção que preocupou muita gente. Trata-se do "frictionless sharing" (compartilhamento sem fricção), que voltou à pauta nos últimos dias.

A proposta do dono da maior rede social do mundo é que ninguém precise mais compartilhar nada; deixe que o Facebook faça isso por você. Enquanto navega, o internauta lê, assiste e escuta e tudo isso iria para o site sem que fosse necessário dar um "curtir".

A princípio é preciso autorizar essa coleta automática de dados, chamada de "Open Graph". A plataforma usa o "Ticker" (no Brasil, "novidades"), que publica tudo o que os usuários fazem - ali são postadas as atividades por meio de aplicativos que mostram o que estão ouvindo, assistindo, se estão cozinhando, correndo etc.

Nem mesmo nos Estados Unidos a Timeline funciona plenamente, tampouco o Ticker, portanto o assunto ainda não gerou tanta discussão. Porém, algumas pessoas já conseguem experimentar o recurso - e o feedback se divide entre positivo e negativo.

De volta
Alguns dias atrás o Financial Times reportou que houve um aumento considerável no tráfego de notícias velhas, muito velhas. Em uma semana específica, Tim Bradshaw, do blog FT Tech Hub, relatou que os assuntos mais vistos eram da década de 1990.

Isso aconteceu porque os internautas que autorizaram o Facebook a rastreá-los e, depois disso, acessaram alguma notícia antiga, tiveram as informações postadas no site involuntariamente.

Geralmente, quando lemos algo velho, segundo Jeff Sonderman, do Poynter, é por ser um assunto interessante ou bizarro (um garoto que foi pai aos 12 anos, por exemplo), portanto, os contatos desse usuário "curtiram", comentaram ou compartilharam, aumentando o tráfego sobre o que aconteceu há tempos.

Isso cria novas oportunidades para o mercado de informação, que não precisaria se preocupar tanto com as notícias quentes, e sim com o que poderia chamar atenção por mais tempo.

Automático demais
Ao mesmo tempo, criou sensações desagradáveis a quem encontrou no Facebook o que não gostaria que estivesse lá.

David John Walker, do Social Barrel, deu um testemunho sobre o assunto afirmando ter visto na rede social uma atualização de status que dizia: "Dave leu 'tal e tal notícias' no Yahoo! News", sendo que logo abaixo seus amigos interagiam sem que ele tivesse feito nada.

"Foi um pouco desconcertante ver que foi publicado na minha 'Wall' e na do meu amigo, e um amigo tinha visto e 'curtiu', tudo sem qualquer esforço da minha parte", reclamou ele, que tirou a permissão.
Evgeny Morozov, colunista da Folha de S.Paulo, foi mais além: o esforço combinado do Vale do Silício em cercar os internautas vai acabar com a criatividade da rede. Na semana passada, Zuckerberg se viu obrigado a admitir que vigia os usuários mesmo quando não estão logados no Facebook. Imagine isso em escala maior - bem maior.

E se tudo o que você vir na internet não passar de resultado de rastreamento? Todos os links e banners com sugestões de livros, filmes, músicas, roupas, lugares para frequentar... Tudo.

Os passos arriscados pelo dono do Facebook poderiam transformar o internauta crítico e ávido por conteúdo novo em alguém passivo que simplesmente recebe - sem perceber - o que lhe é mostrado.

Para quê serve?
Um caso que chamou atenção no mês passado e que foi repercutido esta semana pelo youPIX é o do estudante de direito Max Schrems, de Viena (Áustria). Ele pediu ao Facebook um relatório sobre ele próprio (há essa opção).

Depois de muita resistência, a equipe da rede social enviou um CD a Schrems com tudo o que ele já havia feito por lá durante os três anos em que manteve sua conta. Se impresso, o documento contém 1,2 mil páginas - nem serviços de inteligência possuem relatórios tão extensos.

Com isso em mãos, o estudante descobriu que o Facebook não apaga os dados quando você quer que isso seja feito, então entrou na Justiça contra a rede e criou um site chamado Europa versus Facebook para pedir transparência.

E toda essa informação virá à tona quando a Timeline for efetivamente implementada, pois ela mostrará fatos até então esquecidos. Todos divididos por período - como nascimento, começo e término de namoros, casamento, conquista de um novo emprego etc.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Startups: empreendedorismo online focado no brasileiro

Cada vez mais as plataformas digitais farão parte do nosso cotidiano e os números de outubro podem estar indicando apenas o começo de uma virada no nosso atual comportamento de consumo.
Por Eduardo Marques, www.administradores.com.br

Novos dados indicam que os brasileiros gastam boa parte do seu tempo online em sites de comércio eletrônico. Segundo levantamento da IBOPE Nielsen, os sites de comercio eletrônico chegaram a 32,3 milhões de usuários únicos no mês de outubro. Isso representa 58,8% dos usuários brasileiros ativos no mês.

Esses dados nos mostram que o brasileiro está querendo consumir. Agora, por que não aproveitar esse momento para investir em um negócio digital? Afinal, cada vez mais as plataformas digitais farão parte do nosso cotidiano e os números de outubro podem estar indicando apenas o começo de uma virada no nosso atual comportamento de consumo. São ilimitadas as possibilidades de negócios. Aqui vão algumas dicas.

Segmente - Não bata de frente com empresas estruturadas a anos caso você não tenha uma ideia muito bem elaborada em um plano de negócios. Busque fornecer soluções inovadoras a nichos que tenham a ver com o que você domina. Mercados regionais também são uma alternativa interessante.

Estruture - Escolha entre átomos ou bytes. Afinal, sua empresa venderá produtos que serão enviados pelo correio ou baixados no celular/computador? Para cada uma dessas opções, há uma dinâmica diferente de se faturar e fazer negócios.

Pondere - Seja crítico, mas não demais. Novos serviços nascem a toda hora e aquela sua ideia talvez não seja tão absurda assim. Mesmo com pouco capital inicial é possível criar uma empresa de sucesso.

Avalie - Diferente de uma empresa física, uma empresa online possui certas vantagens. Use e abuse dos relatórios de acesso para traçar perfis e identificar comportamentos. Identificar necessidades e estabelecer relacionamentos ficou muito mais simples do que antigamente.

Foque - Meça o retorno de suas ações de marketing com mais precisão e inove nas redes sociais. Pra cada tipo de público, uma comunicação e uma oferta diferente. Em um universo de abundância, passamos a dar valor àquilo que tem um tom de exclusividade. Personalizações e contato pessoal criam lealdade.

Enfim, um bom negócio online para um ávido consumidor brasileiro será aquele que trouxer valor sem perder a praticidade. Use sua criatividade e boa sorte! Seja bem-vindo a um grupo cada vez maior de empreendedores.

Eduardo Marques - é publicitário com MBA em Marketing e estratégias digitais pela Universidade Federal do Paraná. Atualmente trabalha como gerente de projetos web na Midiaweb Interactive.
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Chrome passa Firefox e se torna o 2º no mundo

A partir do mês passado, o browser do Google passou a ser adotado por 25,7% dos internautas, em nível global, contra os 25,23% do Firefox.
AdNews

Depois de abocanhar todo o mercado sul-americano, o Chrome agora tomou a posição do Firefox no ranking dos navegadores mais usados do mundo, informa o TechCrunch, repercutindo dados da StatCounter.

A partir do mês passado, o browser do Google passou a ser adotado por 25,7% dos internautas, em nível global, contra os 25,23% do Firefox. Enquanto isso, o Internet Explorer mantém a liderança com 40,63%.

Apesar de o produto da Microsoft estar bem à frente dos dois principais concorrentes, o gráfico da StatCounter mostra que tanto IE, quanto Firefox caem rapidamente - no mesmo nível em que o Chrome sobe.

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Sustentabilidade, custos e o impacto da TI

Países da União Européia e os Estados Unidos possuem legislação específica sobre equipamentos de TI, e essas legislações sofrem evoluções constantes. O Brasil vem despertando para este assunto também.
Por Maurício Ruiz, www.administradores.com.br

Sustentabilidade é um dos assuntos que vem ganhando força nas discussões da sociedade brasileira – com setores públicos e privados discutindo ativamente sobre como suprirmos nossas necessidades atuais sem comprometer o ambiente e os recursos para as gerações futuras. Como a TI vem se tornando cada vez mais relevante na vida das pessoas e das empresas brasileiras, ela não está à margem da discussão sobre sustentabilidade.

Países da União Européia e os Estados Unidos possuem legislação específica sobre equipamentos de TI, e essas legislações sofrem evoluções constantes. O Brasil vem despertando para este assunto também. O Ministério do Planejamento, por exemplo, passou a regulamentar as suas compras de TI desde janeiro de 2010, destacando a necessidade de utilização de tecnologias que contribuam para a redução do impacto ambiental, obrigatoriedade na divulgação de materiais ociosos para doação e aquisições de bens que não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS, que define parâmetros para presença de elementos químicos nocivos.

Há muitos anos que a indústria de TI tem trabalhado para diminuir os impactos ambientais, e componentes "amigos" do meio ambiente estão disponíveis em vários produtos, mas ainda tem pouca relevância nos processos de compra. Exemplos como o citado acima são uma exceção.

Um item que vem ganhando notoriedade, mas que ainda não está refletido totalmente nas políticas das empresas e na compra de produtos é a questão do consumo de energia – tema que foca tanto na sustentabilidade, quanto na economia financeira. Entretanto, ainda são poucas as empresas que colocam a economia de energia na ponta do lápis, usando como fator de decisão simplesmente o custo de aquisição do equipamento.

Vejamos um exemplo do potencial impacto deste item: uma grande empresa que precisa realizar a aquisição de 20,000 computadores. Ela pode optar por um equipamento mais moderno, que tem custo de aquisição superior, mas consome 40% menos energia do que o equipamento da geração anterior. A máquina mais atual consome apenas 52 W/h(*) = 0.052 KW/h (killovatt por hora). Supondo que pagamos um preço de KW/h de R$ 0,30 (empresas negociam estes valores), isso daria uma economia de 0.052 * 0.30 = R$ 0,0156 / hora. Estamos falando de 20.000 computadores, funcionando 8 h/dia, durante 22 dias do mês, durante 12 meses. Isso dá uma economia de até R$ 2,6 milhões, aproximadamente.

Quando pensamos em servidores, estes valores são ainda maiores. Isso porque há máquinas equipadas com processadores de baixo consumo que trazem uma diferença de cerca de 40W, e os servidores ficam ligados todos os dias, num periodo de vida de 4-5 anos. Em um projeto de aquisição de 2.000 servidores, a projeção de economia pode chegar a R$ 2,5 milhões em quatro anos.

O país passa por um momento muito importante, com crescimento e maior consumo de PCs, Servidores e infraestrutura de TI. Reduzir o impacto no meio ambiente e ao mesmo tempo economizar são vetores muito importantes e que devem fazer cada vez mais parte da agenda das empresas, sejam grandes ou pequenas, privadas ou públicas. Estes impactos precisam ser levados em conta na hora de pensarmos o processo de aquisição.

Maurício Ruiz é diretor para o Segmento Corporativo da Intel Brasil

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Tímidos devem tentar se controlar para facilitar evolução da carreira

Para especialistas, alguns exercícios simples podem ajudar a diminuir os efeitos da timidez; em alguns casos é preciso ajuda.
Infomoney

Quem tem a timidez como uma de suas características deve tentar controlá-la para facilitar a evolução na carreira. O alerta é da consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Karla Mara Alves de Oliveira.

“Se não controlada, a timidez pode se tornar um fator limitador, porque a pessoa fica insegura e hoje, cada vez mais, é preciso se expor”, explica.

A diretora de comunicação corporativa e desenvolvimento profissional do COP Consultoria – Centro de Otimização Profissional - e professora da Veris Faculdades, Maria do Carmo Oliveira Carrasco, concorda, mas lembra que a timidez não deve ser considerada uma doença.

“Pelo senso comum, a timidez é um comportamento que caracteriza-se pela inibição em situações sociais, com o aparecimento de alguns sinais ou sintomas, como por exemplo: taquicardia, aceleração da respiração, rubor, palidez, alteração na voz, alteração na fala com hesitações de fala ou gagueira, boca seca, calafrios, “brancos” e enjoo. É interessante enfatizar que a timidez não é considerada uma doença, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (..) No entanto, provoca certas reações que dificultam e prejudicam a performance do profissional, dificultando a expressão de pensamentos, sentimentos e diminuindo a interação”, diz Maria.

Onde prejudica?
De modo geral, dizem as especialistas, quando a timidez é grande, ela acaba impedindo o profissional de expor suas ideias e sugestões, atrapalha na apresentação de projetos, além de prejudicar o relacionamento com clientes e colegas de trabalho.

Dentre as profissões, ressaltam, a timidez se torna mais prejudicial em áreas que necessitam de mais integração e relacionamento interpessoal, como RH (recursos humanos), comunicação e vendas.

Por outro lado, segundo análise da consultora da Ricardo Xavier, em áreas nas quais as pessoas precisam ser mais focadas e centradas, como TI (tecnologia da informação), a timidez pode ser até uma aliada.

Maria do Carmo tem opinião semelhante, contudo, observa que as pessoas não devem escolher uma profissão por medo da timidez. “No geral, os profissionais mais tímidos e, na maioria das vezes, mais introspectivos são ouvintes excelentes e colegas de trabalho com mais facilidade de internalização de informações. E essa é uma característica fundamental nos dias de hoje (…) Muitos indivíduos tímidos escolhem áreas e profissões que acreditam não necessitar de exposição, o que é, na verdade, um engano, pois vivemos por meio dos relacionamentos comunicacionais e interpessoais. O contato e a interação são de fundamental importância para o convívio e para o desenvolvimento humano”.

Como amenizar os efeitos?
Para as especialistas, se a pessoa se sente prejudicada pela timidez, ela deve se autoavaliar e redefinir objetivos, buscando superar as dificuldades sozinha ou mesmo procurando ajuda profissional.

Neste sentido, completa Maria do Carmo, alguns exercícios simples realizados em torno de 25 minutos antes de momentos de exposição podem ajudar:

- Respiração abdominal;
- Espreguiçar e alongar o corpo;
- Rotações de ombro;
- Rotações de cabeça e pescoço lentamente (movimentos para frente e para trás, para os lados e circular);
- Bocejo;
- Respiração: inspiração e expiração com a pronúncia dos sons de /s/, depois de /f/ e, para finalizar, de /x/;
- Sons vibrantes (vibração de ponta de língua ou de lábios).

Liderança
No que diz respeito à liderança, ao perceber que um profissional é tímido, o líder deve buscar interagir com aquela pessoa e se mostrar acolhedor.

Sobre as tarefas, ressalta Karla, “o líder não deve discriminar jamais o profissional, pois é importante que este sinta que há confiança em seu trabalho”.

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Bolsa com risco zero: saiba como investir com segurança

Poupar para aplicar é a regra fundamental.
Por Mauro Calil, www.administradores.com.br

Em tempos de crise financeira, fortemente temperada por quedas acentuadas nas bolsas de valores, meu telefone costuma tocar incessantemente e minha caixa postal amanhece cheia. Os interlocutores, de ambos os canais, buscam sempre respostas para as mesmas perguntas: "Vai cair mais? Quando começa a recuperação? Devo vender tudo para sair? Devo vender para recomprar mais tarde? Devo comprar mais?".

Para estas perguntas, darei sempre uma única resposta: depende. Depende da prioridade dada e da premissa escolhida para seus investimentos em bolsa.

Via de regra, os investidores despejam na bolsa seus investimentos "normais", ou seja, o que ao final de um mês, ano ou outro período qualquer estava acumulado em Renda Fixa e era chamado de poupança da família, economias, colchão financeiro etc., e que passam a ser realocados para a bolsa justamente após um significativo período de alta nas cotações. Assim, a premissa é olhar o passado para prever o futuro, algo como dirigir um carro olhando pelo retrovisor.

Veja que este comportamento traduz a falta de prioridade e comprometimento com as próprias economias. Para ser mais ácido, demonstra a inaptidão para planejar e controlar os investimentos pessoais. Mas isto pode ser mudado facilmente.

Em primeiro lugar, a mudança deve ocorrer na escala de prioridade dada ao quanto e o porquê de economizar. Em ato contínuo, estabelece-se a premissa de primeiro economizar para investir ao invés de investir as sobras. Vou explicar: cedo ou tarde, você perceberá que é importante economizar para o futuro, seja ele amanhã ou daqui a 20 anos, e que é melhor economizar para pagar à vista do que pagar juros. Quando isto acontecer, sua prioridade de economizar passou a ser mais importante do que gastar, ou seja, as aplicações financeiras não serão o destino das sobras orçamentárias, mas sim o primeiro destino do dinheiro e a bolsa de valores será considerada para os objetivos de maior prazo, como sua aposentadoria.

Se você investir antes de consumir, facilmente conseguirá dinheiro para aplicar na bolsa de valores sem risco algum. Veja que antes você tomaria todas as caipirinhas, iria a todos os restaurantes, compraria todos os CDs, iria à padaria da esquina de carro, somente se importaria com os pontos das multas de trânsito e não com seu valor, assinaria o pacote mais caro da TV a cabo, deixaria as luzes de toda a casa acesa, tomaria banhos demorados, diria sempre 'sim' a todas as vontades de seus filhos no shopping etc.

Todo este comportamento consumista resulta em perdas significativas e permanentes para as finanças. Luzes acesas gastam dinheiro e significam 100% de perda daquela quantia para seu bolso. Pagar por canais que você nunca assiste significa 100% de perda para seu bolso. Comprar inúmeros brinquedos que ficarão encostados ou serão destruídos significa 100% de perda para seu bolso. Pagar multas significa 100% de perda para seu bolso.

Enfim, tudo que você puder economizar dos 100% que já estão perdidos e passar a colocar na bolsa significa risco zero para o investimento em ações. Se sua conta de luz costuma ser de R$ 200 e passa para R$ 175, destine os R$ 25 para investimentos em bolsa. Repare que, no final, são os mesmos R$ 200. No entanto, ao invés de entregar (perder) a totalidade para a concessionária, você será sócio dela e passará a receber dividendos da empresa.

E se a empresa quebrar? Neste caso, você perde os R$ 25 da mesma forma que já teria perdido na sua situação original, ou seja, caso você gastasse e não investisse. Viu como o risco é zero?

Faça isso com tudo que for possível. Estabeleça metas de economia para reinvestimento - 1%, 2% até chegar a 10% de sua renda. Mesmo que você não vá para a bolsa, ainda assim, seu risco será zero e suas finanças progredirão rapidamente.

Mauro Calil - é palestrante, educador financeiro e autor do livro "A Receita do Bolo" – www.calilecalil.com.br

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Mesmo com avanços, mulheres ainda ganham menos que os homens

De acordo com levantamento, diferença entre homens e mulheres gira em torno de 18% para ocupações semelhantes.
Infomoney

O número de mulheres no mercado de trabalho, bem como o tipo de ocupação feminina, só tem mostrado avanços ao longo dos anos. Apesar disso, segundo estudo da Fortune, publicado na edição de 26 de novembro no The Economist, tais mudanças não têm se traduzido em equiparação nos salários.

De acordo com o levantamento da Fortune, nos países desenvolvidos, a proporção de mulheres no mercado de trabalho passou, desde 1970, de 48% para 64%, chegando a 70% ou mais nos países nórdicos.

Apesar disso, as mulheres ainda ganham menos do que os homens, sendo que a diferença gira em torno de 18% para ocupações semelhantes.

Mais dados
O estudo estima ainda que o PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos é 25% maior, desde a entrada feminina no mercado de trabalho, sendo que, se fossem eliminadas as diferenças entre homens e mulheres, o aumento no PIB poderia ser de 9% nos Estados Unidos, 13% na zona do Euro e 16% no Japão.

No que diz respeito ao tipo de ocupação das mulheres, o levantamento aponta mudanças consideráveis, sendo que nos anos 1920, a força de trabalho feminina era mais jovem e solteira e trabalhava em fábricas ou como domésticas.

A partir da década de 1930 mais mulheres passaram a estudar mais, chegando às universidades, e, consequentemente, aos escritórios. Nos anos 1950, o destaque foi o número de mulheres casadas que passaram a trabalhar fora, como secretárias, professoras, enfermeiras, assistentes sociais e outras ocupações em meio período.

Nos anos seguintes, a participação feminina só foi aumentando, sendo que, na década de 1990, as mulheres passaram, cada vez mais, a ocuparem postos mais altos.

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Por má qualidade, MEC corta mais 2,8 mil vagas de cursos superiores da área de saúde

O indicador afere a qualidade da oferta do ensino em uma escala que vai de 1 a 5. As informações foram publicadas hoje no Diário Oficial da União.

Por Amanda Cieglinski , Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) anunciou na última quinta-feira (1°) o corte de mais 2.794 vagas em 153 cursos que obtiveram resultado insatisfatório nas avaliações de qualidade promovidas pela pasta. A medida atinge graduações nas áreas de biomedicina, nutrição e fisioterapia que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC) de 2010.

O indicador afere a qualidade da oferta do ensino em uma escala que vai de 1 a 5. As informações foram publicadas hoje no Diário Oficial da União. O corte faz parte do processo de supervisão pelo qual passam esses cursos em função dos resultados insuficientes. A redução atinge 29 cursos de biomedicina (811 vagas), 50 cursos de nutrição (772 vagas) e 74 cursos de fisioterapia (1.211 vagas).

Desde que foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério já cortou mais de 7 mil vagas em faculdades que oferecem cursos consideradas de baixa qualidade. Além das áreas anunciadas hoje, também houve redução da oferta de vagas em medicina, odontologia e enfermagem. O MEC informou que pretende suspender, até o fim do ano, 50 mil vagas. As medidas também atingirão graduações de ciências contábeis e administração. Na avaliação do ano passado, 594 dos 4.143 cursos avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considerada satisfatória e CPCs 4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.

As instituições de ensino terão um ano para cumprir as exigências do termo de saneamento de deficiências que será firmado com o governo. Após esse período, o MEC fará uma nova avaliação para verificar o cumprimento das exigências. Se as deficiências não forem corrigidas, as instituições poderão, ao fim do processo, ser descredenciadas pelo MEC.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Google planeja serviço de entregas rápidas para e-commerce

Objetivo é conter crescimento da Amazon.
AdNews

O Google quer se adentrar no mercado dos Estados Unidos de entregas rápidas de varejistas online. O objetivo é concorrer com a Amazon e conter o crescimento da empresa concorrente.

As negociações com redes parceiras para que os produtos sejam entregues no mesmo dia ou no seguinte já começaram. Os testes devem começar em San Francisco no próximo ano. Macy's, Gap e OfficeMax mostram interesse.

O valor do serviço Prime da Amazon é de US$ 79 anuais e prevê que o pedido seja recebido em até dois dias. Esta é uma estratégia que pode contar para o crescimento da empresa. Com informações da Reuters.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mapa de dados permite a medição da qualidade da internet no país

Mais de 600 mil pessoas contribuíram para formular o panorama da qualidade da conexão brasileira.
AdNews

O CGI (Comitê Gestor de Internet no Brasil) construiu um mapa com dados do Simet (Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha) que mostra um raio-x da qualidade da internet no Brasil.

Mais de 600 mil pessoas contribuíram para formular o panorama da qualidade da conexão brasileira. O usuário informa o CEP de onde realiza o teste e o resultado vai para o mapa. Os pontinhos vermelhos indicam conexões ruins e os verdes, as boas.

O Simet é responsável pela medição da velocidade, atrasos e informa ao provedor contratado a qualidade do serviço quando tiver dados suficientes. Desta forma, ele pode atuar para melhoria da rede.

As cidades menores do interior do país possuem as piores velocidades. Já as capitais e cidades de maior porte da região sudeste contam com as melhores.

Segundo o NIC.br, 80% das conexões são provenientes de seis grandes provedores. Os outros 20% vêm de 1.928 provedores. Destes, 43% atuam no sudeste do Brasil.

Para ver mais detalhes, confira o mapa.

Para fazer a medição da sua conexão, acesse aqui.

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Vai ao ar nova interface do YouTube

De acordo com anúncio do blog oficial, "o site está mais limpo e simples".

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Na sexta-feira (2) entrou no ar para todo o mundo a nova versão do YouTube com mudanças na interface. As alterações foram encomendadas pelo Google para dar uma roupagem mais "social" ao site de compartilhamento de vídeos, além de aproximar a plataforma das ferramentas de integração e personalizar o conteúdo.

De acordo com anúncio do blog oficial, "o site está mais limpo e simples". A página tem novo layout, com um espaço para propanda no topo e um barra lateral separada em categorias.

Antes publicados horizontalmente, os vídeos agora são mostrados na posição vertical. Além disso, fica por conta da usuário a personalização da página da melhor maneira para si, que também tem a possibilidade de conectá-la através de links com outras redes sociais: Google+ e Facebook.

Veja um vídeo explicativo da nova interface do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=W-ajXnrpkio

Com informações do site Adnews.

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Fim da pirataria pode aumentar arrecadação em R$ 30 bilhões, estima secretário

"Há um custo social muito alto por trás da pirataria, que gera muitos prejuízos para o Brasil, por isso temos que conscientizar o consumidor que comprar produto pirata é um mau negócio, em vários aspectos", afirmou.

Por Luana Lourenço, Agência Brasil

O fim da pirataria e da circulação de produtos contrabandeados no Brasil poderia aumentar a arrecadação tributária em R$ 30 bilhões por ano e gerar 2 milhões de empregos formais. A estimativa é do secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que apresentou na última sexta-feira (2) os dados mais recentes de apreensões de mercadorias falsas, contrabandeadas e piratas.

"Há um custo social muito alto por trás da pirataria, que gera muitos prejuízos para o Brasil, por isso temos que conscientizar o consumidor que comprar produto pirata é um mau negócio, em vários aspectos".

Além das perdas de arrecadação e de postos de trabalho formais, Barreto destacou que a pirataria está associada a outros prejuízos, como a circulação de armas e drogas no país. "A pirataria está diretamente ligada ao crime organizado. A aquisição de um simples DVD contribui sim para que mais armas e drogas cheguem às ruas."

Segundo Barreto, o Brasil deve fechar 2011 com um total de R$ 1,7 bilhão em produtos falsos e contrabandeados apreendidos. O valor é recorde e 30% maior do que o montante apreendido em 2010 (R$ 1,27 bilhão em mercadorias). O governo atribuiu o crescimento ao reforço das operações de fiscalização, principalmente nas fronteiras. "A razão principal se atribui à Operação Fronteira, lançada em 2011, que inclui Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Exército, e que atuou no patrulhamento mais intenso das regiões de fronteira, e permitiu maior número de prisões e maior apreensão de produtos piratas", apontou.

Cigarros são os itens que lideram as apreensões. Entre janeiro e novembro de 2011, já foram recolhidos 4,52 milhões de pacotes. CDs e DVDs aparecem em seguida, com 3,77 milhões de unidades apreendidas em 2011. Também estão na lista equipamentos de informática, óculos, relógios, bebidas, tênis, bolsas, roupas, combustíveis e medicamentos.

Para 2012, um dos principais desafios das políticas antipirataria, segundo Barreto, é o mercado audiovisual. Apesar da queda no números de apreensões de CDs e DVDs entre 2010 e 2011, o comércio ilegal de filmes ainda é constante, e explicado pela falta de alternativas competitivas. "O mercado audiovisual é um mercado em transformação, e a falta de locadoras vai ter que ser resolvidas de algum maneira. Se continuarmos apenas com cinemas e TV a cabo, haverá um mercado cativo permanente para a pirataria. O preço ainda é o principal motivo para compra de produtos piratas".

Além da fiscalização, uma das apostas do governo para o combate à pirataria é a municipalização das ações, com o programa Cidade Livre de Pirataria. Até agora, Brasília, São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte aderiram e a meta é que, até 2014, todas as cidades-sede da Copa do Mundo participem da iniciativa.

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sábado, 3 de dezembro de 2011

Vale abre 1.936 vagas nas Regiões Norte e Nordeste

As inscrições foram prorrogadas para 31 de dezembro.
Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

O Programa de Formação Profissional da Vale, que oferece 1.936 oportunidades para jovens do Norte e do Nordeste do país, teve as inscrições prorrogadas até 31 de dezembro. Os candidatos que forem selecionados participarão de um treinamento teórico a partir de março do ano que vem e, após essa etapa, realizarão atividades operacionais e técnicas em áreas ferroviárias e portuárias

As inscrições podem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades. Com o programa, a Vale pretende formar jovens para suprir a demanda por profissionais qualificados nas áreas de atuação da empresa e, ao mesmo tempo, fomentar o desenvolvimento local nas regiões por meio do acesso à educação, emprego e renda.

Para concorrer a uma das vagas, os interessados devem ter no mínimo 18 anos, ensino médio completo e/ou ensino técnico nas áreas de edificação, elétrica, eletroeletrônica, eletrotécnica, eletrônica, eletromecânica, estradas, mecânica, mineração e portuário, entre outras. A lista completa de cursos e os documentários necessários para inscrição estão no site www.vale.com/oportunidades.

Durante as etapas de seleção, os candidatos passarão por análise curricular, prova online, entrevista coletiva, dinâmica de grupo, entrevista técnica, avaliação psicológica e exames médicos.

Fases de formação
A formação é dividida em duas fases e dura aproximadamente 15 meses. A fase teórica terá duração de quatro a seis meses e será realizada em instituições de ensino parceiras da Vale localizadas em Campina Grande, na Paraíba; Natal, no Rio Grande do Norte; São Luís, Santa Inês e Açailândia, no Maranhão;e Marabá e Parauapebas, no Pará.

A fase prática, com duração de seis a 12 meses, será realizada nas áreas operacionais da empresa no Terminal Portuário Ponta da Madeira, em São Luís (MA), e nos municípios ao longo da Estrada de Ferro Carajás no Maranhão e no Pará. Nesta etapa, os selecionados têm a oportunidade de exercitar as atividades aprendidas com a orientação de profissionais experientes.

Na primeira fase, os selecionados receberão bolsa-auxílio mensal no valor de R$ 600 (para nível médio) e R$ 900 (para nível técnico), além de ajuda de custo para quem estudar em cidade diferente de onde mora. Na fase prática, além do salário, os participantes terão direito a vale-alimentação, vale-refeição ou refeição no local de trabalho e plano de saúde, entre outros benefícios.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

O que não escrever no currículo

Confira nove excessos cometidos pelos candidatos. E fuja deles!

Por Rômulo Martins, Empregos.com.br

Você enche o seu currículo de informações sem nenhum critério acreditando assim atrair o recrutador? Saiba que dessa forma você está fadado a não ser chamado para entrevistas. Na hora de elaborar o seu documento profissional também vale a máxima de que quantidade não é qualidade. A recomendação é escrever informações sobre formação, experiências e resultados que possam agregar no seu currículo.

É válido lembrar ainda que objetividade é a maneira mais eficaz de prender o recrutador. Portanto, se você é aficionado pela escrita, não caia na tentação do rebuscamento. Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: "Escrever é cortar palavras."

Com a ajuda de especialistas, o Empregos.com.br listou os principais excessos cometidos pelos candidatos no momento de montar o currículo. Livre-se deles.

1. Informar número de documentos
Mencionar número do RG, CPF ou outros documentos oficiais é uma "perda de tempo", diz Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos, empresa do Grupo Foco especializada no recrutamento e seleção de estagiários e trainees. "No primeiro momento o recrutador quer mesmo é bater o olho no resumo de suas qualificações."

2. Colocar foto
Só envie a foto se a empresa pedir. Segundo Daniela Ribeiro, gerente da divisão de engenharia da Robert Half, empresa de recrutamento especializado, colocar a imagem no currículo sem ser solicitado pode soar negativo. "Alguns profissionais não têm muita noção e colocam uma foto que poderia ser postada no Facebook", afirma ela. "A ausência da foto não muda em nada na avaliação do recrutador", ressalta.

3. Preferir o cargo à área
No objetivo profissional entre citar o cargo e a área de atuação fique com a segunda alternativa. "Ao informar o cargo o candidato pode ser eliminado já que as nomenclaturas variam muito de empresa para empresa", afirma Daniela Ribeiro. Exemplo: Vendas (varejo) e não Supervisor de Vendas.

4. Informar redes sociais
Ainda conforme Daniela, o profissional só deve informar o endereço de rede social se julgar a ferramenta adequada. "Recomendo o Linkedin, rede de relacionamento profissional em que é possível visualizar o resumo do currículo." Na opinião da consultora, o candidato não deve mencionar as mídias sociais em que expõe mais a vida pessoal.

5. Cursos fora da área ou defasados
O profissional sabe que o recrutador valoriza a formação constante e vai "incrementando" o currículo com cursos realizados durante toda a trajetória sem nenhum critério. Se você faz isso, reveja agora o seu documento. "Um curso de culinária ou de vinhos só será interessante se o profissional trabalha na área gastronômica ou de nutrição", aponta Renata Schmidt, da Foco Talentos.

6. Desequilíbrio entre formação e experiência
Não dê mais importância à formação acadêmica em detrimento da experiência e vice-versa. Segundo Daniela Ribeiro, da Robert Half, o currículo deve retratar com coerência a trajetória profissional. "Se você tem poucos anos de experiência não faz sentido ter um currículo com muitas páginas. Por outro lado, não corte informações importantes que possam te vender", destaca a especialista.

7. Citar características comportamentais
Iniciativa, espírito de equipe e liderança, facilidade na comunicação, entre tantas outras habilidades são bastante valorizadas pelas companhias, mas não é para estampar no currículo. "Informe resultados obtidos em sua carreira", sinaliza Renata.

Daniela destaca que os números são muito bem-vindos. "Se você não pode quantificar os resultados, cite alguma atividade em que fez a diferença." A especialista lembra que competências comportamentais são checadas na entrevista.

8. Apelar para o social
Houve uma fase em que o profissional socialmente responsável tinha pontos com o recrutador. A onda, contudo, passou. A verdade é que nem todas as empresas estão interessadas em causas maiores, nem quer saber se você participa delas. "Às vezes a organização até valoriza esse tipo de ação, mas não está procurando profissionais com esse perfil", diz Renata.

Para a diretora da Foco Talentos, a informação também pode ser mencionada durante a entrevista de emprego.

9. "Matar" a língua
Salvo alguns cargos ter pleno domínio da língua portuguesa não é exigência das empresas. Isso não quer dizer que você pode escrever o currículo como se estivesse teclando com um amigo no Messenger. Dependendo da falha você pode ser desclassificado. Conte com o corretor ortográfico e dicionário. Em caso de dúvidas, peça para alguém revisar seu currículo.

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5 dicas para fazer o seu negócio bombar na web

Uma boa estratégia de marketing em plataformas como Facebook e Twitter gera ainda mais oportunidades para empresas.

Por Mayara Emmily, www.administradores.com.br

As redes sociais, inicialmente utilizadas apenas por usuários e voltadas para o entretenimento ou discussões, atualmente são ferramentas fundamentais para o empresário que quer dar visibilidade e fazer com que seu negócio cresça. É nas redes que uma empresa interage com o consumidor rapidamente, "ouvindo" elogios ou queixas em primeira mão e, assim, adquirindo parâmetros para melhorar ou manter o padrão de um produto.

Por isso mesmo, as redes sociais são um meio muito mais eficiente que os velhos "Fale conosco", que não acompanham a rapidez das informações e das interações na internet. Assim, muitas empresas já passam a utilizar as redes, fato que há algum tempo deixou de ser tendência. "As redes são um veículo poderosíssimo de comunicação das empresas. O consumidor tem nas redes a forma mais rápida para se comunicar", diz Ivan Martinho, diretor da Bookstore Media.

A troca entre consumidor e empresa se tornou muito mais satisfatória e dinâmica para ambos e esse é um dos motivos para os empresários investirem fortemente nestas mídias, que são várias. Apesar disso, não é escolhendo aletoriamente as redes em que vai se atuar que se consegue bons retornos. É preciso conhecer o universo de cada empresa, gestor e público alvo, o que é uma premissa para o desenvolvimento de projetos para redes sociais, de acordo com Marcelo Abdo, CEO da agênciapic. "Não adianta oferecer uma determinada rede a uma empresa, sem antes entender qual é o seu público, onde este público está e o que ele quer consumir", afirmou.

As redes mais populares entre as empresas
No Brasil, as redes sociais mais populares entre organizações e usuários são Facebook, LinkedIn, YouTube, Twitter e o Orkut, de acordo com Fernando Neves, diretor da Ketchum Digital no Brasil. Já em escala mundial, ele afirma existirem cerca de 30 redes sociais que recebem de um milhão de visitas diárias. No entanto, é preciso haver atenção em relação à utilização dessas ferramentas. "As empresas precisam analisar em qual das redes sociais os seus consumidores estão e a melhor forma de engajá-los nos assuntos de interesse", ressaltou.

Um exemplo é o do Hotel Urbano, que tem mais força no Twitter (com 8 mil seguidores) e, principalmente, no Facebook (onde conta com mais de 1 milhão de fãs), de acordo com Roberta Oliveira, diretora de marketing da empresa. "No Facebook a resposta é mais imediata. A vantagem do twitter é que o seu usuário é formador de opinião", comparou Roberta.

Mas existem outras redes que são populares em grupos mais segmentados. Eduardo Shuto, gerente geral da Ananke - empresa especializada em hosting gerenciado de alta disponibilidade para campanhas de marketing digital -, afirma que têm uma grande força redes "como blogs, LinkedIn e Reddit (fórum) que também podem ser relevantes dependendo do segmento", explicou.

5 passos para fazer com que sua empresa faça sucesso nas redes
Apesar de ser fundamental saber que para cada empresa existe uma rede social mais indicada, ainda é preciso saber como utilizar essa ferramenta de maneira correta para que não traga, ao invés de soluções, dores de cabeça. Cláudio Coelho, presidente da Associação Paulista das Agências Digitais (Apadi), sugere 5 passos para quem quer elaborar uma estratégia linear e de fluxo constante, fundamental nas redes sociais.

1º- Pensar: o primeiro passo é entender que as redes sociais são mais um canal de comunicação assim como os tradicionais mas, por serem um meio público e instantâneo, nessas plataformas as informações devem ser dinâmicas e as respostas rápidas. Qualquer demora pode gerar uma crise. O ideal é que nesta fase participe alguém que conheça profundamente a empresa e alguém que entenda a linguagem das redes sociais;

2º- Planejar: é a lição de casa. Os canais devem falar a mesma língua, com linguagens diferentes adequadas a cada público. O público web é curioso, está acostumado a procurar tudo sobre algo que lhe interessa , e conferir em canais independentes se o que a empresa comunica condiz com qualidade do serviço prestado e do produto entregue. O planejamento vai nortear o resto do processo;

3º- Executar: o responsável por postar deve possuir familiaridade com as redes sociais, conhecer as ofertas e ter suporte dos profissionais da empresa. É importante ter cautela na seleção deste profissional/empresa porque é ele que transmitirá a palavra oficial da corporação na rede. De qualquer forma, todo o fluxo deve ser pensado de maneira que não perca a velocidade;

4º- Monitorar: toda ação deve ser monitorada para saber o retorno que proporciona. A vantagem da internet perante as outras mídias é a possibilidade de testar a eficiência antes. O monitoramento é o termômetro que vai direcionar investimentos e ajudar a definir os próximos passos;

5º- Avaliar: saber ler os números é fundamental. Um grande número de seguidores no Twitter ou fãs no Facebook ou integrantes na comunidade do Orkut não são garantia de sucesso da ação. Os resultados práticos vem com a priorização das vendas e do ganho do valor de marca.

Cláudio Coelho ainda cita cases com o da Fiat, que criou o modelo de carro Mio a partir das opiniões dos usuários da web, e do Bradesco que recebeu em seu SAC online uma reclamação em forma de poema e respondeu também em poema no mesmo dia. Neste último caso, Coelho afirma que a atitude do banco foi correta e ele acabou saindo na frente de empresas que não são rápidas para responder aos seus clientes.

É por isso que as empresas devem estar atentas. Atitudes como fazer um perfil em uma rede sem pensar em uma estratégia, ou ainda subestimar os efeitos que uma reclamação (ou o contrário) pode ter nesta plataforma, não dando um constante feedback ao usuário, podem causar sérios problemas a uma organização, como a queda na sua popularidade e até na sua reputação.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Brasil é 73º colocado em ranking global de transparência no setor público

Entre os países da América Latina, o Chile foi considerado o mais transparente de todos, situado na 22ª colocação global, com uma avaliação de 7,2.

Juan Palop - EFE.

Berlim, 1 dez (EFE).- A organização alemã Transparência Internacional (TI) classifica o Brasil na 73ª posição do ranking anual dos países com maior transparência no setor público, com uma avaliação de 3,8 - numa escala que vai de 0 (mais corrupto) a 10 (menos corrupto).

O topo da tabela do tradicional Índice de Percepção da Corrupção de 2011, que avalia 183 países, é liderado por Nova Zelândia (9,5), Dinamarca (9,4), Finlândia (9,4), Suécia (9,3) e Cingapura (9,2). Já os piores colocados da lista são Somália (1,0), Coreia do Norte (1,0), Mianmar (1,5), Afeganistão (1,5) e Uzbequistão (1,6).

Entre os países da América Latina, o Chile foi considerado o mais transparente de todos, situado na 22ª colocação global, com uma avaliação de 7,2. Na sequência vêm Uruguai (25ª posição global, com nota 7,9) e o território americano de Porto Rico (39º lugar, nota 5,6).

"O Chile marca a linha de referência e os demais países da América Latina lhe seguem pouco a pouco. Isso é um elogio para o Chile, mas também uma recomendação, para que se imponham barreiras mais altas", disse à Agência Efe o diretor para as Américas da TI, Alejandro Salas.

Em sua opinião, a maioria de países latino-americanos que registram poucos pontos na tabela sofre de "fraca institucionalidade", onde o governo ou ator político principal - "independentemente se é de esquerda ou direita" - é "muito forte", por isso, "não há balanço de poder".

"Neste ano, vimos denúncias contra corrupção nas manifestações de ricos e pobres. Tanto na Europa da crise da dívida como no mundo árabe, os líderes devem atender às demandas de um governo melhor", afirma em comunicado a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle.

A organização indica em seu relatório que os protestos no mundo todo, "instigados pela corrupção e pela instabilidade política", "mostram claramente que os cidadãos sentem que seus líderes e as instituições públicas não são suficientemente transparentes nem responsáveis".

O ranking anual da Transparência Internacional é elaborado desde 1995 a partir de diversos estudos e pesquisas sobre os níveis percebidos de corrupção no setor público dos países.

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