quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pesquisa aponta que maioria dos internautas latino-americanos busca informações nas redes sociais antes de realizar compra

No Brasil, o número é de 61,4%, sendo o maior índice entre todos os países que participaram.

Por Redação, www.administradores.com.br

Uma pesquisa realizada pela Oh! Panel, encomendado pelo MercadoLivre e realizada na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, apontou que as redes sociais influencia, sim, os consumidores na hora de realizar uma compra. Segundo o levantamento, 58,9% dos entrevistados buscam informações sobre produtos e serviços nas redes sociais antes de adquirir um produto. No Brasil, o número é de 61,4%, sendo o maior índice entre todos os países que participaram.

Para as empresas, as redes sociais representam uma oportunidade de criar vínculo e fidelização com o seu público. Quatro em cada dez entrevistados afirmavam seguir alguma marca nesses canais. Isso porque os consumidores desejam conhecer novos produtos e serviços (78,6%) ou encontrar ofertas (74,7%). Entre os brasileiros, 81% estão atentos a produtos e serviços, e 76,6% em produtos com descontos especiais.

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Compra Mais: programa ensina como vender para o poder público

Programa prevê capacitação para gestores e empresários, com simulação de pregões.

Por Regina Mamede , Agência Sebrae

Construir um ambiente favorável para estimular a participação das micro e pequenas empresas nas compras públicas. O assunto, considerado um ponto chave no desenvolvimento local, é meta do programa Compra Mais, parceria do governo do Rio de Janeiro e do Sebrae no Rio, que foi lançado no dia 16, no palácio Laranjeiras, sede do governo.

Para o secretário de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Barbosa, o governo estadual regulamentou a lei e modernizou suas ferramentas. Hoje, o governo do Rio de Janeiro movimenta R$ 8 bilhões por ano em compras, e de janeiro a maio deste ano, cerca de 500 micro e pequenas empresas foram contratadas como fornecedoras de bens e serviços por diversos órgãos oficiais. Ainda assim, ele ressaltou que há muito espaço para crescer, "hoje, os negócios de pequeno porte respondem por cerca de 30% das nossas compras, mas o volume financeiro é cerca de 5%, o que representa pouco valor agregado. Este é um dos aspectos que queremos mudar com este programa".

Para o diretor superintendente do Sebrae no Rio, Cezar Vasquez, "o poder público é um bom comprador. No Brasil, a estimativa é que as compras governamentais atinjam R$ 400 bilhões e o objetivo da instituição é conquistar pelo menos a metade desta fatia para os pequenos negócios. Ele lembra que "há um equívoco quando se pensa que apenas as grandes empresas podem oferecer as melhores condições de preço, prazo e qualidade e isto precisa mudar".

A partir de setembro, o programa começa a ser implantado, separadamente, em cada uma das oito regiões brasileiras. As ações prevêem, desde seminários sobre a importância da Lei Geral, à capacitação de gestores sobre os diversos sistemas de compras disponíveis que atendem ao poder público, incluindo os eletrônicos, com simulações de pregões online. Rodadas de negócio regionais e uma grande rodada nacional também serão organizadas.

"As micro e pequenas empresas são maioria nos países mais ricos e desenvolvidos. O Brasil já avançou muito neste processo e o Rio de Janeiro, com este programa, está dando um excelente exemplo de desenvolvimento que pode ser replicado em outros lugares do país", valorizou o gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Bruno Quick.

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Processo de Coaching exige ética, discrição e profissionalismo

Hoje, a maioria das grandes empresas já utiliza o coaching como ferramenta estratégica e o método também vem sendo amplamente aceito pelos médios e pequenos empreendedores.

Por Susana Azevedo , www.administradores.com.br

Os dois principais conceitos do coaching são aumentar a capacidade da pessoa de se responsabilizar pela sua própria vida e a auxiliar a ser melhor do que já é, tanto na vida profissional, quanto pessoal. São dois conceitos subjetivos e que exigem uma relação de confiança mútua entre o profissional de coaching, o chamado coach, e a pessoa que participa do processo, o coachee. Por isso, a profissão exige profissionalismo e segue um código de ética rigoroso referendado pela International Coach Federation (ICF), instituição que regulariza o exercício da profissão em todo o mundo.

Durante o CONARH 2011, no I Fórum de Coaching do ICF Brasil, o tema foi amplamente debatido por especialistas da área que abordaram a importância de garantir a ética e o profissionalismo dos profissionais em atividade no Brasil. O mercado vem reconhecendo os benefícios do método como ferramenta para a gestão de pessoas e desenvolvimento de liderança. Hoje, a maioria das grandes empresas já utiliza o coaching como ferramenta estratégica e o método também vem sendo amplamente aceito pelos médios e pequenos empreendedores.

Entretanto, para garantir a excelência de atendimento à demanda crescente do país, no momento de buscar um coach, além de verificar as formações específicas, a organização deve checar o número de horas de prática de coaching do profissional. É a prática que dá ao coach a experiência de trabalhar assuntos de extrema relevância da vida do cliente. Esta experiência em adição aos conhecimentos adquiridos e aos cursos especializados forma as características básicas de um coach.

Por abordar temas como valores, expectativas, fraquezas, qualidades, sonhos e desejos, o coach deve garantir um comportamento ético da profissão. É preciso manter a confidencialidade e discrição do que é tratado em cada encontro e, ao mesmo tempo, informar o responsável pela contratação do serviço, o patrocinador, sobre o andamento do processo, caso este não seja o próprio coach. A grande maioria das vezes é a empresa que contrata este tipo profissional para auxiliar um ou vários de seus colaboradores, porém é importante haver um alinhamento periódico sobre a evolução do processo, sem que seja aberta a confidencialidade.

O grande número de profissionais que buscam a certificação do ICF todos os anos, é uma prova que tanto o profissionalismo quanto com a ética estão sendo valorizados no mercado. Hoje a organização reúne cerca de 18 mil membros em mais de 100 países, sendo que aproximadamente 50% são certificados em todo o mundo. Somente se firma neste mercado como profissional de coaching quem estiver à altura de atender às responsabilidades da profissão.

Susana Azevedo - especialista em coaching para executivos de elevado potencial, membro do International Coach Federation (ICF).

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MHA Engenharia abre vagas para o programa de trainee

As vagas são para as áreas de engenharia elétrica, mecânica e civil.

Por Redação, www.administradores.com.br

A MHA Engenharia está com inscrições abertas para seu programa de trainee 2012, voltado para alunos formados entre dezembro de 2010 até dezembro de 2011 nas áreas de engenharia elétrica, mecânica e civil.

Os interessados podem enviar o currículo para rhte@mha.com.br e no assunto do e-mail colocar "Trainee2012". O prazo para o envio dos currículos é até dia 15 de outubro de 2011.

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Brasil só terá fábrica de iPads em 2012

Pelo menos 800 pessoas já foram selecionadas para atuar na unidade da Foxconn – taiwanesa montadora dos aparelhos - que ficará no quilômetro 66 da Rodovia Anhanguera, em Jundiaí.

Adnews

A fábrica de iPads brasileiros realmente vai demorar para começar a funcionar. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e Região, Evandro Oliveira Santos, disse que os aparelhos só "devem chegar ao mercado em 2012 e não este ano", como prometeu o ministro Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia).

Pelo menos 800 pessoas já foram selecionadas para atuar na unidade da Foxconn – taiwanesa montadora dos aparelhos - que ficará no quilômetro 66 da Rodovia Anhanguera, em Jundiaí. O sindicato espera que cerca de 3 mil pessoas sejam contratadas para atuar no local.

"Nesta quinta-feira vamos discutir em reunião com representantes da Foxconn as condições básicas para esses trabalhadores: piso salarial inicial superior a R$ 1 mil, transporte fretado, refeição, vale cesta básica, assistência médica e jornada de trabalho e de compensação", disse Santos ao Estadão.

Em abril, após a presidente Dilma Rousseff ter visitado a China, o ministro Mercadante confirmou a montagem brasileira dos iPads e disse que a fábrica começaria a operar em novembro deste ano. Assim, os aparelhos estariam nas lojas a tempo para o Natal.

Mas nem mesmo o alvará para a montagem do galpão foi concedido ainda, segundo a Prefeitura local, porque a Foxconn não entregou todos os documentos. Só a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) já deu seu aval para as construções.

Nesta semana foi noticiado que a Foxconn não tinha sequer levantado todo o investimento necessário para as instalações, então pediu que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) fosse seu sócio majoritário no Brasil, mas foi negado. Parte do dinheiro seria conseguida ainda por meio de uma abertura de capital, mas a crise que tem derrubado as bolsas no mundo todo acabou com a ideia.



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Marcas e confecções do Rio movimentam R$ 892 milhões

Estudo mostra que 41% das empresas faturam até R$ 36 mil.

Por Regina Mamede, Agência Sebrae

Empresas que movimentam até R$ 36 mil por ano respondem por 41% do faturamento anual de marcas e confecções cariocas. As que faturam até R$ 240 mil representam 35%, R$ 2,4 milhões, 20%, e apenas 4% delas superam esse patamar. Ao todo, o setor, considerado criativo e referência da moda brasileira, movimenta R$ 892 milhões por ano, mas enfrenta muitos problemas, que vão da escassez de mão de obra qualificada à falta de matéria-prima, disputa com produtos chineses e pouco incentivo para exportação.

Os números fazem parte da pesquisa "Territórios da Moda – a Indústria da Moda na Cidade do Rio de Janeiro", mapeamento inédito apresentado no dia 16, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Flamengo, zona sul da cidade.

Os dados foram coletados e analisados pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito, a pedido da prefeitura, por meio do Instituto Pereira Passos (IPP), em parceria com o Sebrae no Rio de Janeiro. Participaram da pesquisa 201 empresas de vestuário, 151 estabelecimentos que respondem pelo fechamento e acabamento dos produtos, 255 costureiras, além de estilistas, acadêmicos e representantes do setor público. A estimativa é que mais de 4 mil empresas, entre formais e informais, façam parte deste universo na cidade do Rio. As informações servirão de base para formulação de políticas especificas.

Informalidade
A pesquisa revelou que mais de 48% das pessoas trabalham na informalidade. Para as empresas, a terceirização é considerada inevitável para o crescimento porque só dessa forma é possível fabricar em larga escala, sem arcar com a criação de novos postos de trabalho. Escapar dos altos encargos tributários foi outra razão apontada para a adoção desta prática. Impostos mais baixos é a segunda reivindicação dos empresários. A principal diz respeito à qualificação da mão de obra. Em contrapartida, os profissionais que prestam serviço defendem maiores salários, direitos trabalhistas, formalização e capacitação.

"Qualificar toda a cadeia produtiva é o principal fundamento para elevar o padrão dos serviços prestados. As empresas também precisam investir em um gestor de moda, profissional capacitado tanto para lidar com os fornecedores, como identificar com mais facilidade o potencial e o os pontos críticos da cadeia produtiva", defende o gerente da área de Desenvolvimento Industrial do Sebrae no Rio de Janeiro, Renato Regazzi.

A moda carioca é vista como reflexo de um estilo de vida espontâneo, criativo e leve. Com o crescimento da classe C, aumentou a demanda por peças mais sofisticadas e bem acabadas, o que acabou provocando um crescimento expressivo de confecções na zona oeste, que também são as maiores exportadoras para o Norte e Nordeste do Brasil.

"O estudo abre caminho para uma maior parceria entre o setor público e a sociedade civil que pode alavancar anda mais a riqueza da cidade, contribuindo para a redução da desigualdade", salientou o presidente do IPP, Ricardo Henriques.

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Usuários estão ficando desinteressados nas redes sociais, sugere pesquisa

O estudo foi realizado com 6,3 mil pessoas com idades entre 13 e 74 anos.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

Uma pesquisa realizada pela consultoria Gartner, especializada no mercado de tecnologia, identificou sinais de fadiga entre os usuários de redes sociais, como o Facebook, Orkut e Twitter, em 11 países, incluindo o Brasil.

O estudo, realizado com 6,3 mil pessoas com idades entre 13 e 74 anos, revelou que 37% dos usuários pesquisados afirmaram que passaram a utilizar com maior frequência as redes sociais, a maioria jovens. Porém 24% afirmaram que diminuíram o ritmo de acessos a tais serviços.

Para o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau, "a pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos". Para ele, os provedores dos serviços nas redes sociais devem atentar para esse comportamento dos usuários e inovar cada vez mais para atraí-los, sobretudo os mais experientes. 31% entre os jovens que se encaixam na categoria 'aspirantes', usuários mais avançados, afirmaram estar cansados das redes.

Um dos motivos que mais conduziram os usuários ao abandono das redes sociais é a falta de privacidade, seguida pela superficialidade do conteúdo postado pelos demais usuários.

No Brasil, "o uso foi médio, centrado principalmente no Orkut e no Facebook, com uma das taxas mais altas de uso de Internet Messenger e sites de chat entre os usuários com até 40 anos", indicou a pesquisa.

Com informações da BBC Brasil.

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Petrobras coloca em operação plataforma que agregará mais 100 mil barris por dia à produção

A nova unidade está instalada no Campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, no norte fluminense, a maior província petrolífera do país.

Por Nielmar de Oliveira, Agência Brasil

A Petrobras colocou em operação, dia 17, a plataforma semisubmersível P-56, unidade que quando operando a plena carga acrescentará à produção nacional mais 100 mil barris de petróleo por dia (petróleo e gás natural).

A nova unidade está instalada no Campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, no norte fluminense, a maior província petrolífera do país e que hoje responde por cerca de 80% de toda a produção nacional, da ordem de 1,1 milhão de barris diários.

Segundo a nota da Petrobras, a unidade iniciou a produção por meio de um poço pioneiro que tem potencial de extração de aproximadamente 16 mil barris por dia de óleo.

A nova unidade está instalada a uma profundidade de lâmina d'água de 1.670 metros e projetada para processar até 100 mil barris de petróleo por dia quando atingir a capacidade máxima, prevista para o primeiro trimestre de 2012. Além de petróleo pesado, de 18º API, a P-56 terá capacidade para processar e tratar até 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

A P-56 será interligada a 21 poços, dos quais 10 serão produtores e 11 injetores de água. O petróleo produzido será enviado por oleoduto para a plataforma P-38, que é do tipo FSO (sistema flutuante de armazenamento e transferência de petróleo e gás), localizada a 20 quilômetros da plataforma. Da P-38, o petróleo será enviado para navios aliviadores e o gás natural seguirá por gasoduto até o terminal de Cabiúnas.

Primeira unidade de produção construída inteiramente no Brasil, no estaleiro BrasFelss, em Angra dos Reis, no Rio, com índice de nacionalização de 72,9%, a P-56 integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada pela Petrobras "um marco na indústria naval brasileira, uma vez que consolida a capacidade do país de construir plataformas desse porte em seu território".

O contrato de construção da plataforma foi assinado em outubro de 2007 entre a Petrobras e o FSTP, consórcio integrado pelas empresas Keppel Fels e Technip. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e a obra gerou 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos.

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Como se cria um talento

A meritocracia não é algo novo, mas está se tornando mais relevante como ferramenta de retenção de talentos no atual cenário de escassez de profissionais que se destacam.

Por Tatiana Vidal, www.administradores.com.br

Todos nós percebemos e sentimos na pele, todo dia, que há falta de talentos no mercado. E algumas empresas já estão se mobilizando há algum tempo para conter esse problema investindo em programas de retenção de talentos ou qualificando e motivando sua própria mão-de-obra.
Essa qualificação gera não só benefícios para a empresa, mas para o colaborador, que se sente valorizado e acredita que está se desenvolvendo. Já é amplamente sabido pelos profissionais de RH e líderes em geral que salário e benefícios têm um efeito efêmero na motivação e retenção de colaboradores e que programas de desenvolvimento e motivacionais são muito mais eficazes na retenção dos bons talentos.

No entanto, ainda há muito equívoco na formação desses programas, que muitas vezes esbarram na própria liderança da empresa. Aí vem um conceito que não se discute muito nas empresas: as pessoas não deixam as empresas, elas deixam pessoas, deixam líderes. Afinal, políticas são feitas e implementadas por pessoas. Mesmo boas políticas, quando mal executadas, proporcionam efeito contrário.

Para funcionar, um programa de retenção de talentos tem que ir ao encontro do que o colaborador quer como profissional e ser humano e, por isso, desenvolvimento e treinamento costuma ser um recurso importante para retenção.

Além disso, a meritocracia tem um papel fundamental na retenção dos bons profissionais, daqueles que fazem realmente a diferença. Nas equipes de vendas, por exemplo, o senso comum é que a maioria dos profissionais gosta de ser reconhecida pelo seu desempenho e sabe-se que a meritocracia adéqua-se muito bem a essa área específica. No entanto, as empresas continuam treinando suas equipes de vendas, que são as grandes geradoras de receita na companhia, apenas em produtos e programas motivacionais, em vez de oferecer recursos para efetivamente melhorar o desempenho de seu time e, com isso, favorecer de verdade a meritocracia.

Fala-se muito em ter bons talentos, mas pouco de como efetivamente se cria esse talento. Nesse cenário, vale a pena as empresas começarem a olhar para treinamentos de melhores práticas, que estruturam o modo como o colaborador trabalha de forma a ser mais produtivo, reconhecido e, consequentemente, mais fiel à empresa em que trabalha.

Portanto, o princípio de reter através de treinamento e desenvolvimento está certo e faz todo sentido, mas a forma como se executa nem sempre é adequada, principalmente para equipes de vendas. A Pesquisa Anual de Melhores Práticas Miller Heiman aponta que empresas que possuem a prática de ter o time gerencial fazendo coaching com sua equipe semanalmente obtêm resultados até 20% superiores de faturamento em relação a empresas que não adotam essa solução.

Treinamento de melhores práticas faz diferença, não só para a retenção do colaborador, mas para o resultado da empresa como um todo. Ainda é um recurso muito pouco usado no Brasil, mas que pode ser de grande colaboração para a implementação efetiva de uma política de meritocracia, de premiação e reconhecimento dos melhores profissionais da empresa e, com isso, colaborar de forma significativa para a retenção dos bons talentos, missão tão difícil no mercado atual.

Tatiana Vidal é fundadora da GoAhead, consultoria especializada em performance de vendas, marketing e processos. Atuou em companhias nacionais e internacionais como Grupo M. Dias Branco, Kellogg's e da Staple. É representante no Brasil da Miller Heiman, maior empresa do mundo em treinamento de performance de vendas complexas. A Miller Heiman está presente na América do Norte, Europa e Ásia. Globalmente atende clientes como Cadbury Adams, Experian e Schneider Electric, entre outras 10.000 empresas.

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Vídeo mostra como Facebook bloqueia links para o Google+


Anteriormente, a base de contatos do Gmail era utilizada inicialmente pelo Facebook para distribuir convites do serviço, mas o Google bloqueou.

Adnews 

O Facebook não quer ter o seu território virtual "invadido" pelo maior concorrente. A rede social mais popular do mundo bloqueia links que levam o usuário para o Google+.

Um vídeo publicado no YouTube por um funcionário do Google mostra como o bloqueio é feito. "Eu me pergunto o quanto generalizado esse problema está?", disse o vice-presidente de social business do Google, Vic Gundotra, ao compartilhar o vídeo em seu perfil na Plus.

Anteriormente, a base de contatos do Gmail era utilizada inicialmente pelo Facebook para distribuir convites do serviço, mas o Google bloqueou. Além disso, o Migrakut, ferramenta de importação de fotos do Orkut para a rede de Zuckerberg, também foi bloqueado pelo Google.

Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Cj0jjDtafak

Com informações da Info



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LinkedIn anuncia atualização para usuários de iPhone e Android

A nova plataforma está disponível também com a tecnologia HTML5.

Por Redação, www.administradores.com.br

Os usuários do LinkedIn que utilizam a rede via iPhone e Android já podem contar com uma nova atualização. A plataforma foi recriada com o intuito de tornar o acesso mais completo e rápido.

Disponível no iPhone e Android, a nova plataforma do LinkedIn está disponível também com a tecnologia HTML5, voltada para os membros que utilizam qualquer navegador moderno em seus celulares.

Para mais informações e download do aplicativo para iPhone e Android, visite o blog oficial do LinkedIn.

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Carta de agradecimento pode ajudar a participar de futuras entrevistas de emprego

Segundo especialista, iniciativa mostra para o recrutador que a pessoa permanece interessada pela vaga e pela empresa.

InfoMoney

Uma carta de agradecimento bem feita pode ajudar um candidato a participar de futuras entrevistas de emprego em uma empresa. A dica é do especialista em recolocação profissional e presidente da Curriculum, Marcelo Abrileri.

Segundo ele, a iniciativa mostra para o recrutador que a pessoa permanece interessada pela vaga oferecida e pela empresa de maneira geral.

“O ideal é sempre dirigir claramente à pessoa que o entrevistou e à empresa, que certamente têm desafios a solucionar através da contratação de um profissional para a vaga a qual se candidatou. Com isso, mostra-se preocupação com a companhia e ainda deixa um caminho aberto para futuras oportunidades de trabalho”, diz o especialista.

Dicas
Ainda na opinião de Abrileri, ao agradecer a participação em um processo seletivo, é preciso mostrar que continuará desenvolvendo as qualidades e que ficará muito feliz, caso sejam dadas novas oportunidades.

Entretanto, não é somente quando há não aprovação que o candidato pode enviar uma carta de agradecimento. Enquanto espera a resposta de um processo seletivo ou mesmo quando já foi aprovado, a medida também é válida.

No primeiro caso, explica, o candidato deve agradecer a oportunidade de ter participado da seleção, mostrar-se confiante, mas sem arrogância, e enfatizar que pode ser útil, sem se estender. Para a conclusão, basta dizer que aguarda a resposta, agradecendo cordialmente ao final.

Já na segunda hipótese, o profissional deve se mostrar grato pela confiança depositada e confiante por si mesmo.

Concisão
Independentemente do caso, Abrileri ressalta a importância de o candidato manter uma comunicação concisa e personalizada ao máximo.

Além disso, diz ele, é essencial ser educado e cordial na mensagem.

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Reinado solitário do iPad prejudica mercado de tablets

Crescimento do setor fica comprometido sem a presença contundente de concorrentes fortes; 275 milhões de unidades devem ser vendidas em 2015.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

O iPad, uma das maiores sacadas da Apple na sua história, responde pela grande maioria das vendas no mercado de tablets, que o próprio reacendeu. Mas a falta de competidores à altura de certa forma prejudica o mercado. É o que constata uma pesquisa realizada pela consultoria de pesquisa e análises IHS.

Até o final do ano, 60 milhões de unidades devem ser comercializadas, número ligeiramente maior do que a estimativa realizada em fevereiro, de 58,9 milhões, mas bem abaixo das expectativas da consultoria em 2010, de 67 milhões. Na época, com o lançamento de modelos novos de diversas marcas e muitas promessas, esperava-se um crescimento anual bem superior.

O motivo da queda, segundo constatou a IHS, é a ausência de concorrentes fortes para fazer frente ao iPad. Por outro lado, ainda é esperado que aparelhos equipados com os sistemas operacionais Android e Windows 8 se tornem mais atraentes e aqueçam o mercado num futuro próximo.

O iPad, espera-se, responderá por 74% de todos os tablets vendidos em 2011, ou seja, 44,2 milhões de unidades. O domínio absoluto da Apple nesse mercado deve se manter até 2013. O cenário para o ano de 2015 prevê uma presença de 44% no market share a favor do iPad.

Com informações do G1.

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Jovens estão mais conscientes em relação à importância da educação

Ministro da SAE acredita que jovens começarão a pressionar governo no sentido de melhorar sistema educacional.

InfoMoney

O ministro da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos), Moreira Franco, acredita que os jovens brasileiros estão mais conscientes em relação à necessidade de educação de qualidade no Brasil e ainda aposta que esta classe organizará mobilizações para cobrar do governo ações nesse sentido.

Franco pontuou que, nos últimos dez anos, com o avanço da desigualdade social observada no Brasil, os jovens da classe média desenvolveram uma percepção diferenciada quanto ao sistema educacional. Se antes eles achavam que o diploma era útil para melhorar seu reconhecimento, hoje eles entendem que é uma ferramenta para garantir um melhor posto de trabalho.

Consequências políticas
De acordo com a Agência SAE de Notícias, o ministro afirmou que os jovens utilizam muito mais de sua renda para se qualificar do que faziam antigamente. Isto, afirmou o ministro, é um reflexo claro da importância que os indivíduos estão dando à qualificação.

Ao contrário do que se pode pensar, o crescimento de escolas particulares, com o objetivo de qualificar e capacitar essas pessoas, está ocorrendo tanto nas áreas metropolitanas quanto na periferia.

O reflexo desse cenário será o início de uma onda de manifestações com objetivos políticos, no sentido de cobrar do governo qualidade da educação, aposta o ministro. A principal mudança na percepção dos jovens é reconhecer que os ativos mais valorizados no ambiente profissional são conhecimento, educação e qualificação.

Parceria
Moreira Franco fez suas considerações a respeito da mentalidade dos jovens ao participar, na segunda-feira (29), de um evento no Instituto Unibanco. O encontro teve como finalidade a assinatura de um acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento de estudo, projetos, pesquisas e avaliações com foco na educação, com ênfase nos jovens do Ensino Médio e público.

A ideia do acordo é unir esforços para gerar conhecimento que subsidie as propostas das políticas de programas sociais, de educação, de segurança e políticas para a juventude, com o objetivo de aumentar a capacitação e geração de emprego e renda da população posicionada abaixo da linha da pobreza.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pesquisa revela o mapa profissional das regiões do Brasil

Levantamento da Michael Page revela que o mapa de oportunidades não é homogêneo no país.

InfoMoney

O mercado de trabalho brasileiro passa por um bom momento, sobretudo para os executivos. Recente matéria publicada pelo jornal britânico Financial Times mostra, por exemplo, que um executivo de alto escalão chega a ganhar US$ 620 mil por ano no País, sendo que muitos profissionais que atuavam no exterior estão voltando ao Brasil.

Um levantamento feito pela Michael Page – empresa de recrutamento especializado -, revela, entretanto, que o mapa de oportunidades não é homogêneo no país, sendo possível traçar um perfil profissional de cada região.

Na região metropolitana de São Paulo, diz o estudo, a profissão do momento é o gerente financeiro, que respondeu por 25% das colocações do local.

Já no interior do estado, os profissionais de engenharia são os mais requisitados, já que acima de 50% das contratações na região estão ligadas às engenharias, seja de produção, construção, manutenção, processos, entre outras.

Outras regiões
Assim como acontece no interior do estado de São Paulo, os engenheiros também são os profissionais mais requisitados no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

No primeiro caso, contudo, é o engenheiro de projetos de infraestrutura e exploração o que encontra mais posições no mercado de trabalho, respondendo por 33% das contratações, enquanto que, em Minas, com 42% das vagas da região, o engenheiro de obras é o mais procurado.

No Sul, o gerente comercial é o profissional com maior número de posições (28%) e, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, os gerentes regionais de vendas são os mais requisitados, respondendo por mais de 60% das contratações.

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RS: Link tem 78 vagas para estágio em Administração

www.administradores.com.br

A Link ABRH-RS Estágios está com mais de 620 oportunidades para alunos de diferentes níveis de ensino. As ofertas abrangem o nível médio, com 43 vagas, e o ensino superior, com chances nos cursos de Administração (78), Ciências Contábeis (24), Direito (18), Engenharia Civil (11), Educação Física (10), Publicidade e Propaganda (9), Economia (8) e Design (8). Aos estudantes do nível técnico, as oportunidades são para Tecnólogo em Gestão de Logística (7), Tecnólogo em Gestão de RH (6) e Técnico em Química (4).

Para mais informações, os estudantes devem entrar em contato com a Link ABRH-RS Estágios pelo telefone (51) 3254-8200 ou pelo site www.abrhrs.org.br.

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O dia em que Steve Jobs me ligou

Este cara mudou tantos aspectos de nossas vidas, a começar com uma ligação 20 anos atrás.

Por Bill Fisher, www.administradores.com.br

Steve Jobs deve ter muita coisa na cabeça e nem deve se lembrar de um telefonema que fez para um universitário americano de 20 anos. Mas eu me lembro.

Apaixonado por computador, meu segundo objeto favorito na faculdade era uma guitarra branca Les Paul Classic. Liguei o instrumento a um enorme amplificador e um gravador de fita cassete que me permitia catalogar meus acordes, esperando que toda a humanidade os admirasse num futuro (que ainda não chegou), quando o telefone tocou. Lembrando que, há 20 anos, o telefone não era um celular, mas um aparelho fixo, com fio, quase extinto hoje.

"Alô?", atendi, bravo. "Posso falar com o Bill, por favor?", disse a voz do outro lado.

"Sou eu", respondi perguntando quem era. Foi então que ouvi as frases mais inesquecíveis da minha vida: "Bill, aqui é o Steve Jobs. Soube que você está pensando em comprar um de nossos computadores NeXT." (Empresa de computadores que Jobs fundou quando saiu da Apple, em 1988, antes de voltar para recriar a empresa).

Depois daquela ligação, o NeXT Cube se tornou meu brinquedo favorito na faculdade. Era um computador excepcionalmente bom. Prova disso é que Tim Berners-Lee usou um NeXT para desenvolver o primeiro navegador de Internet do mundo.

É difícil acreditar nesta história hoje. É muito improvável, fora de contexto e absurda. Por que Steve Jobs, o executivo mais incrível do mundo, pegaria o telefone para ligar para um estudante de ciência da computação da Brown University para vender um computador de US$3 mil? Acontece que eu tive a sorte de estar no lugar certo, na hora certa: meu pai trabalhava na fornecedora de peças da NeXT e comentou a meu respeito com Jobs. Ele sabia que eu existia. E eu estava estudando ciência da computação num momento crucial para a NeXT ter programadores comprando suas máquinas. Foi muita sorte!

Mas o principal desta história não é mostrar que eu sou um cara maneiro que "conhece" o Steve Jobs (muito embora eu não me importe se você achar isso). O principal é pontuar algumas coisas sobre Steve Jobs, o empreendedor em quem sempre me inspirei.

Ele falhou. O fracasso é uma commodity subestimada, especialmente numa realidade tão competitiva. Acredito que a maioria dos empreendedores abra um novo negócio achando que não vai errar e fica obcecada tentando evitar o fracasso. Mas, quando fracassam (o que não é raro), os empreendedores bons de fato, como Steve Jobs, aceitam a perda, aprendem com ela e tocam a vida. Steve Jobs já disse que a vergonha de ter sido tirado da Apple o fez pensar em se mudar do Vale do Silício; em vez disso, ficou e abriu a NeXT e a Pixar. Falhar na Apple foi a melhor coisa que podia ter acontecido com ele – ironicamente, foi isso que o levou depois a salvar a Apple, criando uma das empresas mais valiosas do mundo.

Ele teve atenção aos detalhes. Quando Jobs me ligou, não usou a fama para me impressionar e me convencer a comprar o computador. Queria mesmo falar sobre os detalhes que tornavam o NeXT melhor do que os outros computadores. São detalhes como estes que separam as empresas "que quebram um galho" das excepcionais. A atenção a estes fazem as pessoas reconhecerem as virtudes do produto.

Ele ligou. O fato de ele ter ligado para um universitário mostra muito. De certa forma, não deveria ser uma surpresa, já que ele é de pôr a mão na massa mesmo, e essa característica o transformou em assunto mundial. Além disso, ele é um ótimo vendedor. Não se sentiu bom demais para pegar o telefone e convencer um comprador em potencial, alguém que poderia se tornar referência na área. Para o empreendedor em começo de carreira (e Jobs estava recomeçando), envolver-se pessoalmente com um cliente interessado é uma experiência inestimável.

Ele ganhou a venda no dia e um cliente para a vida toda. Falando de forma realista, ligar para um universitário não faria muita diferença para o futuro da NeXT. A maioria dos líderes e gestores teria dispensado esta estratégia. Só que Steve Jobs reconheceu o potencial de falar com uma só pessoa para poder ampliar a voz do consumidor de um grupo pequeno, porém influente, para impulsionar o lançamento do produto. Eu não era só um garoto na faculdade, eu era um amplificador para ele, iria passar adiante a novidade para todo o departamento de ciência da computação.

Como sempre, Steve Jobs estava à frente de sua época. Hoje, a habilidade de líderes corporativos de falar com as pessoas e criar consumidores "fanáticos" é algo sem precedentes. Vivemos num mundo reto, todo cliente está a apenas um clique de nós.

Apesar de os computadores NeXT não terem sido um grande sucesso de vendas, sei que os leais seguidores que Jobs criou à época ainda são fãs dele hoje, como eu. Este cara mudou tantos aspectos de nossas vidas, a começar com uma ligação 20 anos atrás. Estou digitando este artigo no meu MacBook Air, tentando não me distrair com as mensagens no meu iPhone e, quando acabar aqui, vou ler um livro no meu iPad.

Bill Fisher - CEO da EF Englishtown, é co-fundador da escola de inglês online. Mora na China e, mesmo antes de a internet ser presente em nossas vidas como é hoje, sabia que os métodos tradicionais de ensino deixavam a maioria dos alunos na mão.

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Mundo HSBC abre canal exclusivo de networking para mulheres executivas

Comunidade online congrega profissionais em espaço para troca de ideias e experiências

www.administradores.com.br

O mundo está a cada dia mais conectado e, por isso, simplesmente ter um bom currículo não é mais suficientes para se garantir espaço no mercado profissional. Adquirir e, principalmente, saber compartilhar ideias e experiências é algo mais que indispensável.

Pensando em tudo isso, o HSBC desenvolveu o Mundo HSBC, espaço virtual voltado para a integração, a colaboração e o intercâmbio entre todos os seus stakeholders. E, dentro do site, uma comunidade exclusiva para mulheres executivas tem desempenhado um importante papel no sentido de valorizar a interação entre as profissionais.

No Grupo Executivas do Futuro HSBC, é possível interagir com colaboradoras de destaque do banco e do mercado e ainda ficar por dentro das diversas oportunidades profissionais veiculadas exclusivamente para as participantes.

Na comunidade, é possível interagir através dos fóruns, acompanhar novidades interessantes através de webcasts, ficar por dentro de eventos e conversar diretamente com contatos da rede através do bate-papo.

Para participar do Grupo Executivas do Futuro na Comunidade Mundo HSBC, acessewww.mundohsbc.educartis.com.

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Entenda a importância dos applications na admissão em MBAs internacionais

Bons resultados no GMAT e TOEFL não são suficientes para garantir vagas em escolas top.

Por Redação, www.administradores.com.br

Além de bons resultados em testes como GMAT e TOEFL, os executivos interessados em cursar um MBA em uma universidade de renome fora do Brasil precisam completar um dossiê, composto de formulários e documentos, chamado Application. Esses são exigidos pelas escolas para que elas possam obter informações sobre o candidato e precisam ser enviados nas datas de deadline das rodadas de admissão, que geralmente são em outubro, janeiro e março, para início do programa em setembro do ano seguinte. São documentos que levam alguns meses para serem completados e revisados, pois o resultado final deve ser único e competitivo para o candidato ter chances reais de ser aceito em uma escola top.

Uma resposta ruim que jogue contra o perfil do candidato pode colocar tudo a perder. "Um application ruim não é compensado por um GMAT excelente. É para isto que existem os applications, para que o candidato seja avaliado por seus feitos e personalidade e não só por uma nota alta", explica Marcelo Ambrozio Ramos, Diretor da MBA House, escola preparatória para MBAs internacionais com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York e Lisboa.

O formulário de application consiste de um cadastro com os dados do candidato, currículo, histórico pessoal, profissional e acadêmico; e os essays, ensaios em inglês nos quais o candidato conta eventos que descrevem como é o seu processo de decisão, liderança, seu trabalho em equipe, ética e valores. Geralmente tem cerca de 30 páginas de extensão, sem contar os históricos acadêmicos.

"Os essays servem para o avaliador entender melhor como o candidato é como pessoa e como profissional", explica Marcelo. "É uma maneira qualitativa de avaliar, pois enquanto o GMAT ranqueia em termos de sua pontuação, os applications permitem ao Comitê de Admissões avaliar se tal candidato aproveitará o programa, se ele é uma pessoa motivada, engajada e líder em seu emprego ou comunidade", completa.

Dicas
- Não escrever o que se acredita que a escola espera ouvir;

- Nunca mentir ou exagerar feitos para tentar chamar a atenção das escolas. São pontos que, além de anti-éticos, são manjados pelos avaliadores e fazem todo o application perder seu valor.

- Ter sempre em mente que o avaliador lerá centenas de respostas a uma mesma pergunta e não haverá nada pior do que uma resposta morna;

- Uma boa resposta deve entreter o leitor, demonstrar liderança e profissionalismo. Com a ajuda de um bom consultor de admissão é possível acertar a dose;

- Erros de gramática crassos e facilmente corrigíveis são extremamente mal vistos, pois denotam falta de cuidado. No entanto, erros idiomáticos são até esperados de alguém que não seja nativo;

- Utilizar um especialista em consultoria de admissão é um caminho mais seguro nessa empreitada, principalmente para candidatos internacionais, pois eles têm pouca familiaridade com os processos das escolas de negócios;

- Um consultor não consegue recomendar um candidato para ser aceito em determinada escola, isso é anti-ético e impossível pois o processo de escolas top é cego, ou seja, o avaliador não tem acesso a dados pessoais do candidato.

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Maioria dos empreendedores trabalhou como funcionário antes de abrir empresa


Empreendedores de todo o mundo consideram atuar em outra empresa como a fonte de aprendizado mais importante.

InfoMoney

Um levantamento realizado pela Ernst & Young e divulgado nesta segunda-feira (29) revelou que 60% dos empreendedores em todo o mundo são considerados transicionais, ou seja, antes de abrir o seu negócio, trabalharam em outras empresas.

Para os empreendedores, trabalhar em outra empresa foi considerado a fonte de aprendizado mais importante da carreira. Além disso, eles apontaram a Educação Superior e os seus mentores. Os dados indicam também que 45% dos entrevistados disseram que não iniciaram seu negócio antes dos 30 anos ou mais.

“Líderes empreendedores são definidos por suas experiências iniciais de negócios, seu histórico cultural, pelo meio ambiente e também por suas características natas”, explicou o sócio-líder para mercados estratégicos da Ernst & Young Terco, André Viola Ferreira.

Ele acrescentou que, em uma análise geral, o desenvolvimento, não a natureza dos empreendedores, parece ser o mais importante na formação da mentalidade empresarial.

Características
O estudo analisou ainda as características dos empreendedores. Quando perguntados quais são as três qualidades mais importantes de um líder empreendedor, mais de três quartos dos entrevistados identificaram “ter visão”; 73% disseram “paixão” e 64%, “esforço”. Os índices para flexibilidade (33%), foco em qualidade (18%) e lealdade (14%) vieram logo depois.

“Essas descobertas destacam que os mais bem-sucedidos empreendedores compartilham uma combinação única de enxergar oportunidades em que outros veem apenas risco. Eles tendem a ser otimistas e acreditam que podem ter sucesso, mesmo que outras pessoas digam o contrário”, disse Ferreira.

Os empreendedores acreditam que lançar apenas um negócio claramente não é o suficiente. Para eles, é necessário ter obstinação. Entre os entrevistados, 60% deram início a três ou mais empresas, 20%, a seis ou mais, e 10% disseram que já haviam fundado dez ou mais empresas em suas carreiras. Isso não significa que, ao criar essas empresas, automaticamente eles cortaram todos os laços com seus interesses anteriores. Já que 45% informaram ter retido algum domínio de seus antigos negócios e 28%, que mantiveram alguma participação.

Dificuldades
Quando questionados sobre dificuldades enfrentadas, 60% apontaram a falta de financiamento para crescer. Isso reflete o ambiente atual, em que muitos empreendedores afirmaram que continuam enfrentando problemas de acesso a funding, apesar da melhoria gradual nas condições de crédito em muitos países. Além disso, eles encontram problemas relacionados à contratação, já que é difícil ter funcionários com expertise apropriada.

Sobre a pesquisa
Para chegar neste resultados, foram entrevistados 685 empreendedores em mais de 50 países.

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Em busca de emprego? Sugestão é divulgar currículo nas redes sociais

Candidatos devem pensar com a cabeça do selecionador, quanto mais exposto, maiores as chances de ser encontrado.

InfoMoney

As redes sociais já se consolidaram como ferramentas úteis para o desenvolvimento das carreiras dos profissionais, tanto como meio para se informar sobre uma determinada área, quanto para buscar oportunidades de emprego ou mesmo anunciar que se está em busca de um. Mas será que a forma como os profissionais mais seniores utilizam as redes não deveria ser diferente da dos mais jovens?

A resposta é: depende. Segundo o executive coach e sócio da Phoenix Consultoria, empresa especializada em recrutamento e seleção de executivos, Ricardo Porto, se o objetivo for divulgar o currículo na rede, não há restrição entre as faixas etárias, mas se a intenção for mostrar que se está desempregado e em busca de uma vaga, alguns aspectos devem ser considerados.

No caso dos jovens, sobretudo os recém-formados, não há muitas implicações ao anunciar nas redes sociais que se está desempregado e em busca de uma oportunidade, mesmo porque, pela faixa etária, é comum estar procurando emprego. Assim, anunciar aos quatro cantos sua situação profissional pode ajudá-lo a encontrar uma vaga.

No caso dos executivos, ou seja, aqueles que possuem uma carreira mais extensa, Porto observa que a exposição nas redes sociais deve ser feita com uma cautela maior. Na avaliação de Porto, colocar em todas as redes sociais que se está desempregado e em busca de emprego pode dar uma ideia de desespero e acabar desvalorizando o profissional.

Nesse sentido, já é comum observar que essa classe de profissional mostra-se menos disposta a se expor do que os mais jovens. No entanto, a sugestão não é deixar de se expor, mas sim fazer com certa cautela, ou seja, divulgando sua situação e objetivos em poucos canais e para um núcleo de contatos mais restrito.

Pensando com a lógica do selecionador
Por outro lado, a diretora da Right Management, empresa especializada em desenvolvimento de carreira, Elaine Saad, sugere que os profissionais, ao definir uma estratégia para encontrar novas oportunidades na rede, tentem pensar com a lógica do selecionador.

Elaine explica que o objetivo dos selecionadores é encontrar um profissional que possua o perfil definido pela empresa, assim, “quanto mais exposto, maiores são as chances de ser encontrado”. A diretora não vê problemas em divulgar sua situação profissional em todas as redes sociais, independente da faixa etária ou posição, “as empresas estão preocupadas em achar o candidato certo e não se ele se expõe muito ou pouco”, avalia.

Levando em consideração a imensidão da internet e a alta escassez de mão de obra qualificada, que as empresa estão enfrentando ultimamente, a sugestão é se mostrar. Elaine ainda pontua que o profissional tem que se sentir confortável com o que faz e, se não se sentir a vontade com a alta exposição, não deve fazer.

Por fim, tanto Elaine quanto Porto sugerem que os profissionais tenham uma postura mais ativa do que passiva na rede, ou seja, vasculhando os sites atrás das oportunidades, seja nos sites das empresas, nas redes sociais ou em sites de vagas. Com a difusão da internet, empresas já usam a rede para encontrar profissionais de todas as áreas e posições.

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Maioria das mulheres entrevistadas em pesquisa não se relacionaria com um homem desempregado

Site de relacionamento realizou um estudo com quase 20 mil dos seus usuários solteiros.

Por Redação, www.administradores.com.br

Pode até parecer que não, mas os homens querem casar, ter filhos e viver uma vida em família, abrindo mão até mesmo de sair com os amigos para beber. A conclusão é de um levantamento realizado pelo site de relacionamentos Par Perfeito, que envolveu 18.862 dos seus usuários solteiros.

De acordo com a pesquisa, os papéis e anseios de homens e mulheres estão se invertendo. Embora ambos tenham opiniões bem parecidas, as mulheres ficam levemente atrás deles no desejo de se casar um dia. Eles acreditam que o casamento seja para sempre e quando estão em um relacionamento não fazem tanta questão de atividades individuais quanto elas – por incrível que possa parecer. São apenas 35% das mulheres dispostas a abdicar do tempo para si contra 46% dos homens afirmando que abrem mão de programas mais masculinos para ficar com a amada.

Além disso, enquanto quase dois de cada três homens querem ser pais, a proporção de aspirantes a mãe é bem menor: apenas 43% responderam ter esse desejo. E as discrepâncias não param por aí. As mulheres são mais decididas e os homens mais maleáveis: 32% delas deixam claro que não desejam ter filhos sob nenhuma circunstância, enquanto apenas 16% deles dizem o mesmo.

A pesquisa aponta também que elas tendem a ser mais exigentes na busca por um parceiro. Enquanto apenas 11% deles se oporiam a namorar uma mulher desempregada, o índice de solteiras irredutíveis nesse assunto é bem mais alto: mais da metade não se relacionaria com quem não estivesse trabalhando no momento.

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Google+ é um coletor de dados, admite a empresa

Segundo Schimidt, a internet seria melhor se fosse mais fácil identificar as pessoas que circulam neste ambiente.

Adnews

No futuro, o Google+ deve servir como porta de entrada para outros produtos da gigante de buscas. Todos os dados depositados ali espontaneamente pelos internautas podem ser usados para construção de aplicações personalizadas, segundo o CEO Eric Shmidt.

Na semana passada, quando falava dos planos do Google sobre a Google TV, o executivo foi consultado sobre as reais intenções da empresa com a rede social. Schmidt disse então que o Google+ foi projetado para ser um serviço de identificação e que isso depende das pessoas, pois precisam usar dados verdadeiros no site.

Questionado quanto à segurança das informações, Schmidt foi categórico: "Ninguém está forçando a usá-lo. É óbvio que as pessoas que estiverem em risco ao usar seus nomes verdadeiros não deveriam utilizar o Google+."

Segundo ele, a internet seria melhor se fosse mais fácil identificar as pessoas que circulam neste ambiente. "Algumas pessoas são más e deveríamos ser capazes de identificá-las e desclassificá-las", disse.



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Segurança da informação: fraude e divisórias

Algumas empresas têm colocado controle de acesso em alguns departamentos, para que pessoas alheias à área não tenham acesso a informações, mas será que funciona?

Por Marcos Assi , www.administradores.com.br

Na manhã do dia 15 de agosto de 2011, ao abrir o jornal, deparei-me com a seguinte notícia: "É no andar de número 13 – o do azar, para os supersticiosos – de um prédio na Avenida Paulista, em São Paulo, que a operação do banco PanAmericano está sendo reconstruída. Ali, numa sala em que as divisórias foram derrubadas, estão instalados, ainda precariamente, executivos recrutados para reerguer a instituição."

Não é a primeira vez que vejo ocorrerem fraudes internas e desvios de conduta e as divisórias serem retiradas. Seria a solução? Algumas empresas têm colocado controle de acesso em alguns departamentos, para que pessoas alheias à área não tenham acesso a informações, mas será que funciona? As divisórias têm como simbologia a separação entre áreas, segregação de funções, diferenciação entre profissionais e para que as pessoas não possam saber o que se passa, em reuniões de tomadas de decisão, de conluio e de informações inúteis, de vez em quando.

Entretanto, muitos escondem-se na segurança da informação quando descobrem que uma fraude foi tramada ou coordenada por baixo de seu nariz, e a primeira coisa que decidem fazer é derrubar as divisórias. Não é pelo menos curioso? Então, o que fazer? Não seria melhor monitorar os sistemas, informações, implementar controles internos mais robustos, validação dos controles contábeis, cobrarmais informações e conhecimento do negócio de seus comandados. E por que não também dos gestores?

O tal do compliance, ou a comumente chamada conformidade, não seria melhor monitorado com informações tempestivas e maior efetividade do que uma política de segurança da informação com mais de 30 páginas. Neste momento surge a pergunta: alguém lê? Implementar políticas de segurança e compliance não está relacionado com quantidade e sim pela qualidade das mesmas. É bom lembrar que a cultura de controle deve ser levada até aos menores cargos da organização, na prevenção de desperdícios, seja de itens de pequenos valores ou até mesmo grandes volumes.

A alta administração é a maior responsável em implementar políticas de conduta e ética, gestão de riscos, controles internos e contábeis, segurança e responsabilidade. Afinal, se a empresa quebra, todos quebram, e isso não podemos permitir. Vide o que a história de grandes corporações tem apresentado ultimamente.

Marcos Assi é coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, professor da FIA e Saint Paul Escola de Negócios, autor do livro "Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios" (Saint Paul Editora). É também consultor de Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria.

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Consumidor pode economizar quase R$ 2 mil por ano nas compras em supermercados, mostra pesquisa

De acordo com a pesquisa, comprar produtos líderes de venda (104 itens) sai 19% mais caro no Distrito Federal do que em Pernambuco, onde foi detectado o menor preço médio.

Agência Brasil

O consumidor pode economizar quase R$ 2 mil nas compras em supermercados, em um ano, se escolher o lugar certo, de acordo com o perfil de consumo. A constatação está em um levantamento da Proteste - Associação Brasileira de Defesa do Consumidor feito em 1.156 pontos de vendas, em 20 cidades de 13 estados e no Distrito Federal.

De acordo com a pesquisa, comprar produtos líderes de venda (104 itens) sai 19% mais caro no Distrito Federal do que em Pernambuco, onde foi detectado o menor preço médio. Para o consumidor que não faz questão de marca e procura os produtos mais baratos, a cesta é 25% mais cara no Rio de Janeiro na comparação com a de São Luís, onde foi encontrado o menor preço.

Pesquisar antes de fazer a compra do mês pode gerar uma boa economia. No Distrito Federal, por exemplo, é possível economizar até R$ 1.944,12 ao ano, dependendo do estabelecimento escolhido.

Segundo a Proteste, a variação de preços em uma cidade depende do ponto de venda e pode ser grande até em supermercados de uma mesma rede. Por isso, a entidade orienta os consumidores a conferir o preço em outro local antes de fazer as compras. A variação de preços para um mesmo produto pode chegar a

A pesquisa foi feita em pontos de venda em Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Guarulhos, Jaboatão dos Guararapes, João Pessoa, Natal, Niterói, Olinda, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Vila Velha e Vitória.

Os produtos pesquisados se diferenciam das cestas básicas, pois incluem itens diversos, entre os quais pratos congelados, refrigerantes, bebidas, salgadinhos, azeite de oliva, carnes, frutas, legumes e artigos de higiene e limpeza.

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Facebook desiste das compras coletivas

Projeto 'Deals', potencialmente rentável, será descontinuado após quatro meses de testes.

Por Redação Administradores, www.administradores.com.br

O Facebook tentou desenvolver um projeto de compras coletivas para competir com gigantes como o Groupon e iniciantes como o Offers, do arquirrival Google. Em abril, a rede social deu início ao 'Deals', apostando no vasto número de usuários - quase 800 milhões - para dar certo.

Não deu. Após 4 meses, o negócio não engatou justamente por ser global demais, segundo afirmou a própria companhia à Agência Reuters.

Segundo o porta-voz, não identificado, a abordagem ideal seria atender comércio e consumidores locais. O Google Offers teve início no mesmo período, mas resolveu ser mais ponderado e atender apenas usuários de algumas cidades norte-americanas, principalmente Portland.

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Google TV chega à Europa em 2012

O recurso chegou ao mercado norte-americano no ano passado com a promessa de unir a experiência da TV à da web por meio de uma plataforma Android, mas não foi bem recebida pelo mercado consumidor.

Adnews

Depois de um período de esquecimento, o Google retomou os esforços pelo seu serviço de TV com internet. Lançada primeiramente nos Estados Unidos, a Google TV será levada agora à Europa e o primeiro país a recebê-la será a Inglaterra, no início de 2012.

O recurso chegou ao mercado norte-americano no ano passado com a promessa de unir a experiência da TV à da web por meio de uma plataforma Android, mas não foi bem recebida pelo mercado consumidor. A ponto de ter feito a Logitech reduzir de US$ 299 para US$ 99 o preço da set-up box que lançou para atender ao produto do Google.

Especula-se que a compra da Motorola Mobility ajude a gigante de buscas a se reerguer no setor, uma vez que a Motorola lidera o setor de decodificadores de TV paga nos EUA.

Um dos principais motivos para o até então fracasso da Google TV teria sido a falta de apoio das três principais emissoras norte-americanas. Os canais temiam ter uma fatia da receita com publicidade perdida para o Google - que fez isso com os jornais.

O CEO da companhia, Eric Schmidt, afirmou que a intenção é fazer exatamente o contrário. "Esperamos apoiar a indústria produtora de conteúdo ao disponibilizar uma plataforma aberta para que a próxima geração de TVs evolua, do mesmo jeito que o Android é uma plataforma aberta para a próxima geração de aparelhos móveis", disse durante o festival de televisão de Edimburgo, na Escócia.

As informações são do IDG Now!.



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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O que motiva as pessoas a participar de redes sociais?

Com esta pergunta na cabeça, li o livro "Cultura da participação - Criatividade e generosidade no mundo conectado".

Por Keith Matsumoto

Segundo o autor, estamos vivendo uma era de excedente cognitivo. Isto quer dizer que temos uma capacidade de produção ainda não explorada. Por que? Porque estamos saindo da frente da televisão. Com a televisão, uma pessoa é igual a mais um expectador. Agora um celular smartphone é igual a um expectador e 1 produtor. Todos somos potenciais produtores.

E qual é o tamanho deste excedente cognitivo? Se dedicarmos 1% do tempo que assistimos a TV em um ano, teríamos 100 wikipedias neste mesmo período. E porque não temos 100 wikipedias ou projetos de colaboração tão construtivos quanto? Porque compartilhar fotos divertidas e piadas é muito mais fácil.

E o que motiva as pessoas a participar de redes sociais?

O autor acredita que temos motivações pessoais e sociais.

As motivações pessoais podem ser duas: intrínsecas, quando a própria atividade é estimulante, e extrínseca, quando temos que inserir um fator externo para motivar uma tarefa. Exemplo clássico: salário. Coletar lixo não é estimulante, então pagamos um salário para motivar pessoas a fazê-lo.

As motivações sociais também podem ser agrupadas em dois tipos: conexão, que é a sociabilização, e compartilhamento, como os repórteres amadores fazem.

Algumas empresas estão implementando redes sociais internas para promover a comunicação e a colaboração. Minhas dúvidas são: será que se comunicar por uma rede social corporativa é estimulante? Existe motivação intrínseca? Ou só é estimulante se for para compartilhar fotos, fofocas e piadas?

E será que existe motivação social? Ou será que as conversas em rede ferem a hierarquia e orgulhos de gestores e seus feudos? Terminei o livro com muitas dúvidas e uma certeza: implementar redes sociais nas empresas é um trabalho muito mais cultural do que tecnológico.

@keithmatsumoto

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Itaú cria canal no Youtube para dar dicas de finanças pessoais

O canal conta com tutoriais e vídeos de dicas que trazem mais conhecimento para que qualquer pessoa, mesmo leiga em economia.

www.administradores.com.br

De nada serve o dinheiro se você não sabe o que fazer com ele. E se não sabe administrá-lo, muito provavelmente, ele desaparecerá, gerando um problema pior ainda: o endividamento. Mas será que para ter uma vida financeira tranquila e bem aproveitada é preciso ser um especialista no assunto? A resposta é não. Com planejamento e bom senso as coisas já ficam mais fáceis. Somando isso aos conhecimentos básicos necessários, é possível ir longe.

Pensando em ajudar o brasileiro a arrumar suas contas e afastar-se da tênue linha que separa o azul do vermelho em sua conta bancárias, o Itaú criou um novo canal de investimentos no Youtube: o Itaú Invista. Nele, clientes e não clientes do banco poderão fazer uma análise da sua situação financeira a partir de 3 situações iniciais: estou endividado, não sobra dinheiro para investir e não sei em que aplicar meu dinheiro. Depois, por meio de um vídeo interativo, é possível descobrir passo a passo o que fazer para colocar as contas em ordem. Tudo isso a partir de tópicos bem concretos e de fácil entendimento, como momento de vida, objetivos e perfil de investidor.

Além da ferramenta interativa, o canal conta com tutoriais e vídeos de dicas que trazem mais conhecimento para que qualquer pessoa, mesmo leiga em economia, consiga fazer seu dinheiro trabalhar de forma eficiente.

Com uma linguagem acessível, bem longe do economês convencional, assuntos como o primeiro milhão, como se preparar para a aposentadoria e até a diferença entre investir e poupar são abordados. Clique aqui e conheça o canal de investimentos Itaú.
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Criador do Google AdSense diz que Facebook pode ter mesmo fim do MySpace

Segundo Jeffrey M. Stibel, os perigos que afetavam o MySpace (usuários predadores de usuários, spamers e várias solicitações indesejadas) afetam igualmente o Facebook.

Por Redação, www.administradores.com.br

Segundo Jeffrey M. Stibel, criador do Google AdSense (programa de gerenciamento de anúncios relevantes), o Facebook não está imune ao cabo de guerra da economia da Internet. Em sua análise, Stibel – que também é autor da obra Wired for Thought ("Conectado pelas Ideias", a ser lançado em breve pela DVS Editora) – adverte que o Facebook pode passar pelo mesmo processo que arruinou o MySpace - um aumento do uso, do tráfego e de usuários registrados, que era bem visto pelos donos da mídia social, mas que acabou causando problemas que frustrou usuários e destruindo a rede.

"Usuários são bombardeados a todo instante com pedidos de amizade de desconhecidos. Ocasionalmente, isso não faz mal a ninguém. Quem não fica satisfeito em saber que alguém quer ser seu amigo? Mas imagine receber esse tipo de solicitação inúmeras vezes por mês, por semana, por dia e até mesmo por hora. O valor de uma rede não aumenta de tamanho quando o tamanho da rede torna impossível a agregação de valor a partir dela", afirma Stibel.

A genialidade do Facebook reside justamente na sua abordagem rede de redes, que começou de forma controlada, mas cuja expansão não para. Na última contagem, o número de usuários passava de 500 milhões. Portanto, para Stibel, os perigos que afetavam o MySpace (usuários predadores de usuários, spamers e várias solicitações indesejadas) afetam igualmente o Facebook.

O autor é enfático ao alertar que cabe aos gerenciadores da Facebook fazer com que as conexões tenham valor e sejam minimamente seguras, protegendo os usuários de pessoas que entram no site em busca de dinheiro, crédito, ações fraudulentas ou sexo.

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Letra cursiva: usos, tradições e ensino

A origem do sistema de representação da língua escrita explica a importância da letra manuscrita.

Por Roberta Deliberato, www.administradores.com.br

Durante muitos séculos somente a nobreza e a parcela considerada culta da sociedade, obtiveram o acesso à língua escrita e, consequentemente, a detenção do poder. Os copistas, profissionais especializados na arte de preservar os manuscritos, foram extremamente importantes e ocupavam lugar de destaque na sociedade desde a Idade Média.

Após a industrialização e com o advento da imprensa, os materiais impressos começaram a se tornar mais acessíveis às pessoas. Contudo, a letra cursiva manteve-se como símbolo de indivíduos mais escolarizados. Com a massificação do ensino no Brasil, a entrada na escola significava a autorização às crianças para obterem acesso ao escrito. Ainda assim, o ensino de escrita e leitura se baseou em atividades de prontidão, através dos quais se acreditava que a criança desenvolveria as habilidades motoras necessárias para, posteriormente, traçar as letras.

Nesse momento, o mais importante era aprimorar os traçados e aperfeiçoar o controle motor fino. Somente após essas tarefas de prontidão é que as crianças poderiam aprender as letras, usualmente do simples para o complexo, através de tarefas de cópias de listas de palavras e do estímulo à decodificação letra-som.

Com a crescente pesquisa na área educacional, além dos altos índices de adultos capazes de decodificar os textos e incapazes de interpretá-los, surgem propostas educacionais que, prioritariamente, estivessem a favor do real ensino e aprendizado da escrita e da leitura. Vale lembrar que o crescimento do mercado de literatura infantil e a abrangência da internet, também contribuíram para que as crianças tivessem acesso ao escrito desde muito cedo.

Desta forma, os exercícios de prontidão deram lugar a tarefas cognoscentes, ou seja, nas quais as crianças eram convidadas a pensar, ao invés de realizarem cópias e repetições. Além disso, os traçados e movimentos repetitivos cederam espaço para tarefas com o real objeto do conhecimento, isto é, as letras e os gêneros textuais.

A letra cursiva, por sua vez, continua a ocupar um importante espaço no currículo Brasileiro, mas a sua introdução e uso passaram a ocorrer depois que as crianças tornavam-se alfabéticas, ou seja, capazes de estruturar o pensamento através do sistema de representação escrito. Em outros países a letra cursiva é introduzida ainda mais tardiamente. Por exemplo, o ensino ocorre na 3a série do Ensino Fundamental nos Estados Unidos e, ainda assim, elas não são obrigadas a utilizá-la nas tarefas escolares. Atualmente, alguns Estados Americanos tornaram esse ensino opcional, clamando que, na sociedade contemporânea, há outras áreas que merecem maior destaque e dedicação.

Em minha recente participação em um Congresso sobre Escrita e Leitura na Universidade de Colúmbia, Nova Iorque, a letra cursiva não foi sequer tema de aula, planejamento, teoria ou prática docente para os grupos de 1o ano. A conferência centrou-se em como estruturar o ensino nas escolas, para formarmos indivíduos que saibam qualidade de escrita e que sejam, acima de tudo, exímios leitores.

Essa temática é, certamente, alvo de inúmeras discussões e debates, o que não deve ser negado, pois possibilita que o ensino seja sempre repensado e reorganizado em consonância com as reais necessidades de cidadãos de nosso século.

Debater, nessa esfera, significa buscar as origens históricas de nossos conteúdos e as razões que nos impulsionam a ensiná-los aos nossos alunos. Deverá essa prática modificar as estruturas cerebrais dessa nova geração, negar o passado ou simplesmente se adequar à modernidade?

Roberta Deliberato - coordenadora de Kids (Educação Infantil) da Escolha Internacional de Alphaville, instituição brasileira de ensino internacional bilíngue.

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iWas Steve Jobs: entenda por que a Apple se tornou o que é

Há quem compare o que Jobs faz à religião. Ele é o messias, a Apple Store é a Meca e nós não somos meros consumidores, somos seguidores e adoradores.

Por Marcos Hiller, www.administradores.com.br

O mundo da tecnologia acordou triste na quinta-feira, 25 de agosto. Após uma longa, histórica e bem-sucedida jornada à frente da Apple, Steve Jobs abandonou a sua empresa. Ele é um gênio! Ao mesmo tempo em que demitia funcionários nos elevadores da companhia em Cupertino/Califónia, de lá eram lançados produtos habitualmente causadores de frisson em todo o Planeta, embora ele não fizesse pesquisa com consumidores para desenvolvê-los. Ao mesmo tempo que ele diz, com a maior naturalidade, que o trabalho de 200 engenheiros que se debruçaram em um projeto durante dois anos de nada valeu, lança um MP3 com apenas um botão no meio, e é líder de categoria no segmento. Esse é o mago!

Se tivesse a dura missão de resumir Steve Jobs em poucas palavras, limitar-me-ia a dizer "paixão aos detalhes e intuição." Tudo que a Apple fez, faz e fará carrega esses dois valores de modo sublime. Todos os produtos da empresa têm uma extrema atenção aos detalhes, tudo muito bem calibrado, bem pensado, e todo novo design tem um racional fortíssimo por trás.

O cabo de energia é preso com imã ao computador, pois se você tropeça no fio não joga seu trabalho no chão. O botão de liga/desliga é sempre atrás. Caso você esbarre, isso não deletará seu projeto todo. Tudo é muito intuitivo. Nunca mexemos em um iPad, mas quando pegamos um parece que já sabemos onde as coisas estão. Todo produto da Apple é assim. O iPad, logicamente, não possui manual de instruções, pois aprendemos a operá-lo sozinho, mas se você é da geração X e não abre mão dele, sem problemas. Vá ao site da Apple e baixe o PDF.

Jobs deixa um legado incomparável na gestão da empresa. Há quem compare o que ele faz como algo parecido com religião. Ele é o messias, a Apple Store é a Meca da tecnologia mundial e nós não somos meros consumidores, somos verdadeiros seguidores e adoradores. E resta a Tim Cook agora, o mais novo CEO da companhia, fazer jus à fama de seu antecessor, e vestir a camisa 10 do "Pelé da Inovação". É uma camisa pesada, um crachá com brilho próprio e ao qual estarão atentos os olhares ávidos de nós, os consumidores. Vale lembrar que Steve Jobs era rodeado por outros gênios. Um deles é Jonathan Ive, que, ao mesmo tempo em que passeia em seu Aston Martin pelas praias da Califórnia, também desenha produtos como o iMac.

Jobs é um gênio provocativo. Ele desafiou o mercado editorial com os e-Books, que vieram para ficar e crescem de maneira avassaladora. A maior evidência disso é o pedido de falência da gigante Borders (simplesmente a segunda maior livraria dos Estados Unidos), e uma das grandes razões se deve ao fato deles não terem ido de modo tão agressivo para o segmento de e-Books. E Jobs avisou. Os livros físicos estão com os dias contados, pois ocupam andares e mais andares de bibliotecas, são ecologicamente incorretos e pesam nas nossas mochilas. Os livros digitais nada pesam, são mais facilmente compartilhados, são gostosos de ler e a natureza agradece.

Steve Jobs e a sua Apple ditam a vanguarda tecnológica e, ao mesmo tempo, geram uma rápida e proposital obsolescência de seus produtos. O iPad 1 que, até o ano passado, estava na crista da onda, hoje já é velho. Dentro de anos, será item de museu. Não me restam dúvidas de que Tim Cook e seu brilhante time de engenheiros e designers já estão com o iPad 3 pronto, o iPad 4 já no protótipo e o iPad 17 já idealizado. E cabe a nós, consumidores, sermos engolidos por esse tsunami de gadgets. A verdade é que eu não preciso de iPad 2, mas tenho de ter. Obrigado, Jobs!

Marcos Hiller - é coordenador do MBA em Branding (Gestão da Marca) na Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).

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