quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Experiência da África do Sul pode ajudar Brasil

Avalição é de representante do Senac no seminário Fomenta, realizado em Juiz de Fora.

Por Dilma Tavares, Agência Sebrae de Notícias

Juiz de Fora - Pesquisa feita em 2010 pela Fundação Getúlio Vargas relativa à Copa do Mundo Fifa 2010, na África do Sul, dá uma ideia do mercado que a competição mundial representa e do quanto as empresas precisam se preparar para aproveitar oportunidades. A avaliação é de Hegles Guimarães, assessor de projetos especiais do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que apresentou o estudo no 3º Encontro de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas (Fomenta/Minas), promovido pelo Sebrae em Juiz de Fora (MG).

A pesquisa ouviu 4.835 turistas e mostra o perfil deste público. Dos entrevistados, 17% são do sexo feminino e 83%, do sexo masculino. Segundo Hegles, ao serem indagados se viriam à Copa no Brasil sozinhos, muitos informaram que trariam as esposas e, possivelmente, os filhos. "Isso mostra que no Brasil haverá aumento do público feminino e de familiares", disse. Outros dados em relação ao total de entrevistados: 60% dos turistas são solteiros, 85% têm formação superior, 80% não visitaram o Brasil e possuem interesse em conhecer o país. Além disso, 70% têm entre 25 e 44 anos.

Em relação à renda, a pesquisa mostra que 42% dos entrevistados ganham até R$ 10 mil e 46%, entre R$ 10 mil e R$ 50 mil. A média de pernoite em hotel é de 17,6 dias. Outro dado aponta que 83% fazem turismo adicional e visitam em média 3,8 cidades. "Acredita-se que 600 mil turistas internacionais virão ao Brasil e que mais 3,5 milhões de brasileiros circularão pelo país no período da Copa", destacou.

Segundo Hegles, a pesquisa sobre a expectativa do comércio varejista brasileiro em relação aos impactos da Copa da África do Sul mostrou que o setor naquele país já se preparava para impactos positivos do evento três meses antes de ele ser realizado.

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